Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

MACHU PICCHU E OLLANTAYTAMBO. ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?


Na primeira semana de setembro de 2017, estive pessoalmente na cidade de Machu Picchu. As construções são realmente impressionantes. Algumas fotos falam por si só, e apesar de ser uma viagem de férias misturada com pesquisa pessoal, fiz as minhas observações e constatações pessoalmente. Abaixo uma lista delas. 

1 - Machu Picchu (em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha"),  também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual PeruOs incas encaixavam enormes blocos de pedra sem argamassa, montando os quebra-cabeças. Essa arquitetura é à prova de terremotos: se a terre treme, os blocos dançam, e depois voltam ao lugar original. Como os incas transportavam as rochas das montanhas ainda é um mistério. (fonte: wikipedia)

2 - O Templo do Sol era um observatório astronômico. No solstício de inverno, o Sol nasce exatamente em uma fresta nas montanhas, iluminando a janela do templo. No solstício de verão (dezembro), ele nasce na Porta do Sol, por onde se chega em Machu Picchu ao fazer a famosa Trilha Inca. 

3 - Machu Picchu, segundo os guias locais, tem uma correlação direta com a Constelação do Cruzeiro do Sul.

4 -  Encontrei uma relação direta com a cultura Egípcia, além do óbvio em sua arquitetura, há também um tipo de relação entre o templo de El Condor e Maat. Ambos tem o mesmo significado, tanto para os egípcios como para os incas, Maat e El Condor tinham a função de levar a alma dos mortos para o mundo dos espíritos. Há um templo para El Condor em Machu Picchu e debaixo desse templo uma caverna, e está caverna não é a única. Abaixo uma parte do templo representando as asas do El Condor e logo abaixo, a caverna debaixo do templo. 




4 - Outras entradas de cavernas e as magníficas pedras de vários ângulos. Os arqueólogos tradicionais se esforçam para explicar como essas pedras foram cortadas, porém nenhuma das teorias são convincentes.



5 - A Intihuatana servia para indicar os solstícios e equinócios, a partir de marcações da sombra feitas pelo Sol. Quando ela atingia o ponto máximo, era solstício de inverno (junho). A partir de então, os dias ficavam mais longos, o que servia para organizar os ciclos da agricultura.



Ollantaytambo

Trata-se de um dos complexos arquitetônicos mais monumentais do antigo Império Incaico. Comumente chamado "Fortaleza", devido a seus descomunais muros, foi na realidade um tambo ou cidade-alojamento, localizado estrategicamente para dominar o Vale Sagrado dos IncasO tipo arquitetônico empregado, assim como a qualidade de cada pedra, trabalhada individualmente, fazem de Ollantaytambo uma das obras de arte mais peculiares e surpreendentes que realizaram os antigos peruanos, especialmente o Templo do Sol e seus gigantescos monólitos. Algumas das rochas utilizadas na construção são somente encontradas a alguns quilômetros da cidade, o que revela o domínio de técnicas avançadas de transporte de rochas. (fonte: wikipedia)


1 - Porém, observando a própria montanha onde Ollantaytambo foi construída, se vê claramente que as rochas ali, foram escavadas de forma que parecem ter sido cortadas por uma ferramenta de corte à laser. Dentro dos achados arqueológicos, nenhuma ferramenta encontrada seria capaz de cortar as pedras com tanta precisão. Então, como se explica os cortes nas rochas, se os achados eram totalmente rudimentares, e sendo que até hoje, não é possível fazer tal extração?





Lembrando que a palavra Inca ou Inka, quer dizer filhos do Sol. Os xamãs fazem reverências aos seus antepassados, pois segundo eles, acreditam que seus antepassados vieram do céu. Para eles, todos os mundos tem uma correlação com o mundo de cima (Espaço), curiosamente a mesma relação que era feita pelos antigos egípcios.

Ainda vale lembrar, que todas essas construções foram feitas em lugares muito especial, com ângulos perfeitamente calculados, e em zonas de forte magnetismo terrestre. Não há nenhuma construção arqueológica que não tenha sido cuidadosamente construída aleatoriamente. Todas se encontram em lugares que para alguns seriam chamados de "Sagrados" devido a sua especial posição na Terra.

Texto e fotos: Shirlei Tatsukawa

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

23 SOLDADOS TERIAM SIDO "TRANSFORMADOS EM PEDRA" POR ALIENS, SEGUNDO RELATÓRIO DA CIA.

Em primeiro lugar, este é um documento real da CIA. E sim, diga-nos como 23 soldados foram transformados em pedra por "seres desconhecidos" depois que eles atiraram em um OVNI.

De acordo com o novo relatório, que está disponível para exibição completa no site público da CIA, 23 soldados morreram depois de atirar em um OVNI. Mas este relatório fica ainda mais estranho!
Os soldados que trabalhavam na unidade militar na Sibéria em 1993, estavam cientes de um bizarro veículo em forma de pires voador que se aproximava da sua posição.
Os soldados imediatamente abriram fogo na embarcação com um míssil de superfície a ar que trouxe o prato voador para a Terra. O documento afirma que depois que o objeto voador foi derrubado, as coisas ficaram ainda mais aterradoras:
Cinco seres humanóides com cabeças grandes e grandes olhos negros saíram do ofício depois que ele foi derrubado. Depois disso, os cinco seres pareciam juntar-se em uma bola branca de luz que começou a zumbir e sibilar aos soldados. Após um período de segundos, a bola de luz explodiu. Vinte e três soldados que estavam na proximidade imediata da explosão foram mortos e, curiosamente, segundo o relatório, eles foram "transformados em pedra".
Havia apenas dois sobreviventes do ataque devastador que estavam ambos em uma área sombreada no momento da explosão letal.
REAL OU DESINFORMAÇÃO DA CIA?
O relatório inicial sobre o incidente foi investigado em profundidade por agentes da agência de inteligência soviética, o KGB.
Após o colapso da União Soviética e a desintegração da agência de inteligência na sequência do fim da Guerra Fria e da reconstrução da Rússia, muitos dos antigos arquivos secretos detidos pela KGB encontraram o caminho das mãos dos americanos , incluindo este fascinante dossiê de 250 páginas sobre o ataque UFO na Sibéria.

domingo, 27 de agosto de 2017

AFINAL, QUEM SÃO ELES?


Sem dúvidas, a pergunta que mais incomoda ufólogos de todo o mundo é: afinal, quem são nossos visitantes extraterrestres? Para respondê-la, todos se lançam com dedicação e persistência na investigação de campo e na análise dos dados. Mas há outro questionamento ainda mais importante, que talvez só se vai responder satisfatoriamente após o primeiro: que razões trazem tais visitantes à Terra? Conquista, interesse científico, curiosidade, turismo, contato, reencontro?
A resposta para esta pergunta talvez seja até mais importante do que a anterior — e terá sérias implicações para o futuro da humanidade. Estudiosos da temática em todo o globo se dividem em tendências e correntes de pensamento a respeito de quais seriam as razões que atrairiam os extraterrestres ao nosso planeta.
Alguns defendem ardorosamente a tese de que seriam uma espécie de “irmãos cósmicos”, que estariam vindo à Terra para nos alertar quanto a um cataclismo iminente e prestes a dizimar nossa espécie do mapa universal. Há até quem defenda que estes seres promoveriam uma evacuação do planeta no caso de uma tragédia. Será? Outras correntes acreditam na idéia de que os alienígenas tenham uma essência maligna e que estariam vindo ao nosso mundo apenas para buscar aquilo de que necessitam — células, sangue e até órgãos humanos e de animais.
Os defensores mais radicais dessa hipótese argumentam ainda que as abduções alienígenas, tão abundantes em todo o mundo, são os meios pelos quais os visitantes satisfariam inclusive seu apetite sexual, sem a menor compaixão por nós. Estes são apenas dois exemplos do que perturba o meio ufológico, e é evidente que ambas as ideias são radicais e exageradas.
Mas é alarmante o número de ufólogos que se agarram a elas como se fossem modelos perfeitos para explicar o Fenômeno UFO. Da mesma forma, felizmente, entre um e outro posicionamento existem dezenas de teses que buscam tratar da presença alienígena na Terra de uma forma ponderada e mais responsável.
Algumas levam em questão o básico: nossos visitantes provêm de vários pontos do universo, o que implica, obrigatoriamente, em que tenham objetivos e condutas diferentes entre si e com relação aos seres humanos. Esta definição básica faz toda a diferença. Quem são nossos visitantes e o que querem aqui são indagações que não podem estar submetidas ao problema mais grave da Ufologia — a generalização do tema.
Antes de qualquer coisa, temos que pensar a questão considerando a origem plural dos extraterrestres — e não só material, mas temporal e dimensional também. Desta forma, tratá-los como criaturas angelicais ou intrusos sanguinários não faz muito sentido. Sim, alguns podem de fato ser nossos irmãos cósmicos buscando orientar nossa gente quanto aos problemas que enfrentaremos no futuro.
Assim como outros podem mesmo ser vampiros siderais que se locupletam removendo úteros e cérebros de indefesos seres humanos. Mas o que falta à maioria dos ufólogos é uma visão mais completa, abrangente e panorâmica do que significa estarmos sendo observados por outras espécies cósmicas. Mente aberta às possibilidades, inclusive às improváveis, é essencial para que se compreenda melhor a complexidade do tema.  
SOBRE O AUTOR A. J. Gevaerd é ufólogo brasileiro e editor da Revista UFO, a mais antiga revista sobre discos voadores em todo mundo. É presidente do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), fundador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e idealizador da campanha “UFOs: Liberdade de Informação Já”, que resultou na abertura ufológica brasileira. Já participou de mais de 700 investigações de campo e realizou milhares de conferências sobre o tema em todo o Brasil e mais de 50 países. É considerado um dos maiores especialistas do assunto.    
Fonte: The History Channel.
Por JLT

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O MISTERIOSO CASO DAS MÁSCARAS DE CHUMBO - PROGRAMA LINHA DIRETA.

No dia 17 de agosto de 1966, os técnicos em eletrônica Miguel José Viana, 34 anos, e Manuel Pereira da Cruz, 32 anos, desembarcaram na Rodoviária de Niterói (RJ) no início da tarde. Moradores de Campos, no mesmo estado, os dois - especialistas em instalação de transmissores e repetidores de sinal de televisão - haviam dito à familiares que estavam viajando para São Paulo a fim de comprar um carro e equipamentos eletrônicos. Miguel e Manuel saíram de Campos levando a quantia de dois milhões e trezentos mil cruzeiros (cerca de mil dólares) e fizeram o seguinte percurso: visitaram o dono da loja de eletrônicos Fluscop; compraram as capas de chuva e depois entraram em um bar, nas proximidades do Morro do Vintém, para comprar uma garrafa de água. Miguel e Manoel foram encontrados mortos no alto do morro no dia 18 de agosto. Sem marcas de tiros ou facadas, os dois traziam nas mãos estranhas máscaras de chumbo e o seguinte bilhete cifrado: "16,30hs está no local determinado 18,30hs ingerir cápsula, após efeito proteger metais aguardar sinal máscara". Foi o início de um mistério que persiste até hoje. Os corpos foram resgatados no dia 21 de agosto pelos bombeiros e levados para exame de necrópsia e toxicológico no Instituto Médico Legal de Niterói. O laudo saiu quase dois meses depois indicando causa indeterminada para as mortes. 

A polícia descobriu então que a dona de casa Gracinda Barbosa Coutinho de Souza dirigia seu carro no alto da Avenida Vinte e dois de novembro, em Niterói, no mesmo dia em que os técnicos subiram o Morro do Vintém, e viu um estranho objeto, com luzes azul e laranja, no local. Em Campos, a polícia descobriu que Miguel e Manuel haviam feito diversas experiências espirituais na cidade e estavam lendo livros sobre contatos extraterrestres. O caso ocupou então as manchetes dos jornais e revistas do país. A imprensa divulgou que os dois teriam sido mortos durante contato com extraterrestres e a morte dos técnicos ganhou o interesse dos estudiosos de Ufologia de outros países, como o francês Jacques Vallè. Um detalhe serviu para aumentar o suspense: a maior parte do dinheiro das vítimas desapareceu. Várias hipóteses foram levantadas, desde suicídio involuntário, roubo seguido de assassinato até morte por contato com extraterrestres. Mas a polícia nunca esclareceu o caso, que foi arquivado após três anos e ficou conhecido como "O Mistério das Máscaras de Chumbo". Hoje, m,ais de 38 anos depois, autoridades revelam que, na verdade, o exame toxicológico nunca foi feito porque as vísceras apodreceram no IML de Niterói. As famílias das vítimas nunca conseguiram saber o motivo das mortes e apontam falhas na investigação do caso. 

Até hoje várias perguntas ficaram sem respostas: o que Manuel e Miguel foram fazer no Morro do Vintém? Que tipo de cápsula teriam ingerido? Onde foi parar o dinheiro que levavam? O que teria sido o objeto luminoso visto pela dona de casa sobrevoando o local? O que teria causado a morte dos técnicos em eletrônica?

Assista:


Exibido no Programa Linha Direta Justiça em 24.06.2004. (completo)
Fonte: https://www.youtube.com/user/francisdavis08

A CUNHA DE ALUMÍNIO DE AIUD.


A cunha de alumínio de Aiud, também conhecida como objeto de Aiud, é um objeto em forma de cunha encontrado a 2 quilômetros a leste de Aiud, na Romênia, em 1974. De acordo com um artigo escrito por Boczor Losif, colaborador das revistas paranormais húngaras, foi Encontrado abaixo de 35 pés de areia e ao lado de 2 ossos de mastodonte em 1973.

O exame deste objeto mostrou que era, 20,2 cm de comprimento, 12,5 cm de largura e 7 cm, alto (8x5x3 polegadas aproximadamente) e acendeu um debate dentro da comunidade científica.

Por três razões, alguns afirmam que a cunha é prova de que extraterrestres vieram visitar a Terra no passado:

Um engenheiro aeronáutico sem nome disse que se parecia com o pé do trem de pouso diferente dos veículos espaciais atuais na época, apenas menores. Isso foi corroborado por Florin Gheorghita, conhecido ufologista na Romênia.

Foi encontrado na mesma camada que os ossos de mastodonte e, supondo que fosse encontrado no contexto original, faria pelo menos 11 mil anos de idade.

O alumínio nem sequer foi descoberto até 1808 e não pôde ser produzido em massa até 1885.
Por se assemelhar a um trem de pouso, quando encontrado com ossos de mastodonte e o seu óxido datado de ter pelo menos 300 anos de idade (antes do alumínio na terra), muitos acreditam que se trata de parte de uma nave espacial alienígena.

A maioria dos cientistas acreditam que a cunha foi feita aqui na Terra e seu propósito ainda não foi identificado. Não há muita informação sobre este assunto e a falta de dados pode ser explicada pelas restrições impostas à arqueologia e à história pela regra comunista da época.





Fonte: http://ancientufo.org/2014/06/the-aluminum-wedge-of-aiud/

Egito: evidência da antiga tecnologia de usinagem


A foto acima é um close-up de outro corte de serra óbvio em basalto no platô de Gizé, provando que algum tipo de tecnologia de usinagem antiga era usada nos tempos antigos.

Existem muitas teorias sobre o tipo de pedra que os egípcios antigos fizeram e como eles conseguiram tanto. Mas vamos simplesmente ver estes:




A argamassa surpreendente que as juntas livres das pedras da Grande Pirâmide poderia ter sido conseguida com formões de bronze endurecidas ... mas o grande número de pedras que inicialmente receberam a Grande Pirâmide colocaram essa ideia em dúvida.

Algumas estimativas são que, se essa pirâmide fosse criada em 20 anos, cada um dos 2.300.000 blocos teriam que ter sido extraídos, movidos e colocados no lugar a cada 2 minutos. E isso é muito difícil de se imaginar!

Este tópico fascinante tem sido a vida e o trabalho de Brien Foerster, um autor mundialmente conhecido por suas fascinantes descobertas no Egito. Verifique este fantástico vídeo feito pelo próprio Brien. Não se esqueça de se inscrever em seu canal no Youtube ou comprar seu livro.



Sumérios na América do Sul? A Taça Fuente Magna

Encontrada perto do lago Titicaca em 1958, o Taça Fuente Magna permanece inexplicável e um dos artefatos mais importantes na antiga Teoria dos Astronautas.

Possui personagens antropomórficos lindamente gravados, motivos zoológicos característicos da cultura local e, mais surpreendentemente, dois tipos de scripts - um alfabeto antigo proto-sumério e uma língua local do antigo Pukara, precursor da civilização Tiahuanaco.

Muitas vezes referido como "a Pedra Rosetta das Américas", o vaso de pedra é um dos artefatos mais polêmicos na América do Sul, pois levanta questões sobre se pode haver uma conexão entre os sumérios e os antigos habitantes dos Andes, localizados A milhares de quilômetros de distância.

A tigela Fuente Magna permaneceu armazenada no Museu dos Metais Preciosos (cerca de 40 anos), até dois pesquisadores bolivianos, o argentino Bernardo Biados e o arqueólogo Freddy Arce, buscaram investigar as origens da relíquia misteriosa.

A TRADUÇÃO


Os dois pesquisadores levaram fotos detalhadas da tigela e enviaram-nas para o epigrafista Dr. Clyde Ahmed Winters, na esperança de que ele possa decifrar as inscrições.

As traduções sugerem que a tigela Fuente Magna pode ter sido usada para fazer libações à Deusa Nia para solicitar fertilidade. A figura na Fuente Magna, que parece estar em uma "pose de Deusa", com braços abertos e pernas espalhadas, acredita-se que apoie a tradução do Dr. Winters.



O investigador Yuri Leveratto coloca adequadamente a questão:

"Como é possível que as inscrições proto-sumérias tenham sido encontradas em uma tigela encontrada perto do lago Titicaca, a 3.800 metros [3,8 milhas] acima do nível do mar, a milhares de quilômetros de distância da área onde o povo sumério vivia? "

Por essa altura, nós adivinhamos que você já conhece a resposta 🙂 Quando os estudiosos irão fazer o mesmo?

Fonte: http://ancientufo.org/2017/07/sumerian-fuente-magna-bowl/

Por que nos abduzem?

Será que os seres conhecidos como Greys ou Cinzas adotam de um projeto á escala global de abdução dos humanos, porque eles estão a sofrer de algum defeito genético, onde a existência desta espécie possa estar em risco de extinção! Basta repararmos no seu pequeno tamanho encolhido e a sua pele acinzentada. Ou será que estão mesmo nos abduzidos em especial nas mulheres a fim de criarem o Híbrido perfeito. Existem muitos abduzidos que contam que lhes foram mostrados que eram meio alienígenas meio humano que realmente não pode haver dúvidas de que alguém está tentando cruzar a genética humana com a alienígena.
Uma possível razão para isso seria que a raça alienígena é muito velha e está em via de desaparecer. Pode ter ocorrido que com o tempo a sua genética se atrofiou ou foi a tal ponto distorcida que agora estão a tentar recuperar a jovem genética de nossa raça. É como se estivessem mitigando os danos mediante a combinação de nossos genes com os deles. Tudo aponta para que os alienígenas que estão levando a cabo tais atividades têm uma base genética similar à nossa.
Fonte: Tantettaus

ENTREVISTA: ÍNDIOS PELE VERMELHA E O ENCONTRO COM O "ANCIÃO DAS ESTRELAS"

Índios Pele Vermelha.
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Nós não estamos sozinhos. Os astrônomos estão errados. Os cientistas estão errados. Eles estão aqui, mas não podemos vê-los, porque eles se escondem. Escondem-se… Da vista de todos. Nós somos os seus servos, somos seus escravos, nós somos sua propriedade… Nós somos deles”. (aqueles que estão inconscientes). Robert Morning Sky. UM TESTEMUNHO do POVO PELE VERMELHA. … “O que ele ensinou ao meu avô e aos outros, e o que aprendemos nós e os nossos filhos com eles é que a humanidade foi (e continua sendo) enganada. Os deuses, os diabos, os seres que tomam parte nas nossas histórias eram/são seres das estrelas.
Índios Pele Vermelha e as sabedorias cósmicas.
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Fomos utilizados e manipulados porque nos ensinaram a crer em coisas que não são verdadeiras, coisas que foram inventadas, utilizando a presença destes seres para fins desonestos. . .Artigo retirado da publicação da revista italiana ”NONSIAMOSOLI” (Não Estamos Sozinhos), Ano XII N.º 2 Julho-Dezembro 1996, págs. 17 a 20.Outro importante testemunho do povo pele-vermelha chegou-nos por Michael Hesemann mediante a seguinte entrevista.
M.H. – Robert, como entrou em contato com a sua tradição? Quem foram os seus mestres?
R.M. – Bem, praticamente nasci junto a ela. O meu pai morreu pouco depois do meu nascimento num acidente, e, portanto eu cresci com os meus avós. A dança indígena sagrada não é algo simples de se aprender. Nós podemos explicar os movimentos, mas ninguém pode mostrar o fogo interior e a paixão indispensável para se dançar. As nossas crianças dormem próximo dos tambores, inclusive quando eles são tocados com força. Eles crescem ouvindo a batida/ritmo do tambor cresce com a dança, observam os mais velhos, os seus pais, os seus irmãos e irmãs, e sentem um fogo dentro deles; que é algo que os impulsiona a dançar e que não lhes permite permanecer sentados em silêncio. O meu mestre, no respeitante à dança, é a minha Tribo (visto que aqui todos me ensinaram a amá-la, a dança sagrada); quem me ensinou a me converter em um guerreiro foi o meu avô ou, melhor dizendo, os meus avós.
M.H. – O seu avô, durante uma visão em 1947, teve um estranho encontro que mudou a sua vida…
R.M. – Sim, em Agosto de 1947 (penso que foi em 13 de Agosto), um mês depois do incidente da queda de um OVNI nas cercarias de ROSWELL, o meu avô se encontrou com cinco amigos seus para tentar ter uma visão. Trata-se de uma cerimônia indígena antiga, uma técnica para tratar de ver o próprio futuro, para estudar aquilo que nos reservam as estrelas. E durante este ritual viram uma enorme luz que se precipitou e caiu na terra. Nós sempre acreditamos na existência dos homens das estrelas; nós sabemos quem eles são, falamos com eles, dançamos com eles, e, portanto não há porque nos surpreendermos pelo fato de que o meu avô se interessasse por essa luz, desde o momento em que sabia que dentro daquela luz que caiu havia os homens das estrelas. O meu avô  e os seus amigos eram muito ingênuos e ignoravam todas as regras que haviam na reserva indígena.
Índios Pele Vermelha e os encontros com Extraterrestres.
(Clique na Imagem para Amplia-la)
Não sabiam que quando uma estrela cai há que se manter a certa distância, porque acodem soldados de imediato, e que estes não estão muitos de acordo com os índios. De toda a forma, o meu avô e os seus amigos decidiram buscar a estrela caída, a qual parecia não estar muito longe do lugar onde eles se encontravam; e efetivamente, chegaram ao lugar do acidente antes que os soldados. Inspecionaram os restos do acidente e encontraram um sobrevivente. Decidiram levá-lo consigo e curá-lo. O ser recuperava a consciência de forma intermitente. Quando se encontrava consciente, dava-lhes algumas instruções. Depois de alguns meses já se encontrava totalmente recomposto. Nesse período de tempo conseguiram conquistar a sua confiança e lhe chamaram “O Ancião das Estrelas”. Um dia ele pegou um pequeno cristal verde, que era redondo. Quando sustentava na sua mão, podia projetar imagens sobre a pedra. Através destas imagens o meu avô e os seus amigos conseguiram saber quem ele era, o que fazia aqui e donde vinha. Decidiram não falar do ocorrido com ninguém mais porque lhes preocupava a segurança deste ser.
Tinham medo que os curiosos chegassem para lhe fazer perguntas, e que os soldados o levassem. Para sua segurança decidiram calar-se. As histórias da sua pátria e da sua forma de viver eram fantásticas. Entre outras coisas, ele também lhes falou de guerras estelares. O seu modo de vida era semelhante ao nosso, indígenas americanos. A nossa história de guerreiros era muito semelhante à deles, e por isso o meu avô e os seus amigos ficaram estupefatos, mas também o Ancião das estrelas se surpreendeu quando soube que aqueles povos primitivos conheciam técnicas semelhantes. Tempos depois, o Ancião começou a contar a história da Terra e da humanidade tal como ele a conhecia. Algumas destas histórias o meu avô as transmitiu a mim, e por esse motivo estou aqui. Antes que ele morresse, eu lhe prometi que contaria esta história, e este é o motivo pelo qual hoje estou aqui para dizer: “Olhai, os homens das estrelas estão aqui, eles existem e nós devemos escutar bem o que eles têm a nos dizer.”
Manchete publicada em 1947,
sobre resgate de um Ovni.
(Clique na Imagem para Amplia-la)
Acima Primeira manchete (08/07/1947) publicada em jornais locais (há exatos 65 anos, em JULHO de 1947) que fala do resgate de um “Flying Saucer”, literalmente UM DISCO VOADOR. Abaixo: Notícia desmentida no dia seguinte pelo exército dos EUA, visando o acobertamento do fato.
M.H. – Como deixou o Ancião das estrelas ao seu avô? Ele foi levado embora?
R.M. – Inicialmente devia ter permanecido somente um breve período, mas foi obrigado a permanecer na Terra um pouco mais de tempo por motivo da sua segurança.
M.H – Quando lhe foi possível partir?
R.M – Depois do incidente ele permaneceu cinco anos com o meu avô, até que um belo dia deixou o acampamento e desapareceu. Voltou a aparecer mais adiante um par de vezes mais. Estou duvidando um pouco do que vou lhe dizer, mas ele deveria regressar em Agosto de 1996. Eu não sei se os homens das estrelas entendem o que significa a palavra “mundo”, especialmente “mundo civilizado”. Eu me sinto feliz em saber que ele regressará, mas também estou um pouco preocupado.
M.H – Irá à sua reserva?
R.M. – Não sei. Penso que seria melhor que ele fosse a alguma parte do deserto, longe da nossa civilização, dos carros, casas; mas não sei. Ele nos fará saber o quando e onde.
M.H. – Onde ele viveu durante os cinco anos com vocês na Terra?
R.M. – Bem, eu não gostaria de dizer exatamente onde viveu, porque muitos curiosos iriam ao lugar para buscar pistas. Eu sei que os soldados já estariam preparados…
M.H. – Viveu numa caverna ou numa tenda?
R.M. – Por todas as partes na zona de Four Corner(os quatro cantos, encontro das fronteiras de quatro estados dos EUA, Utah, Arizona, Novo México e o Colorado), entre o Arizona e o Novo México, Colorado, no deserto, no campo do meu avô e dos seus amigos. Ali há árvores, abetos, cavernas, rochas. Levavam-no de um lugar para o outro. Ele sempre estava fora. Construíram um refúgio. Procuravam estar sempre nas cercarias, mas levavam-no a diversos lugares.
M.H. – Que aspecto tinha o Ancião das estrelas?
R.M. – Esta resposta quiçá surpreenda a algumas pessoas. Já faz algum tempo a televisão dos Estados Unidos mostrou um documentário chamado “filmagem de Santilli“. Alguém me perguntou se eu queria ver esta filmagem, e me mostrou uma fotografia que tinha recebido através da Internet. Sei que muitos não me acreditarão, mas o Ancião das estrelas tinha o mesmo aspecto do ser morto da filmagem de Santilli. À minha família e a mim, desgostou-nos ver a filmagem. Não queríamos ver o corpo estendido na mesa de operações. Algumas semanas depois voltaram a passar a filmagem e eu a vi. Não foi fácil ver o filme, pois o Ser se parecia muitíssimo com o Ancião das estrelas (não eram da mesma espécie, pois foram nove tripulantes que caíram, oito corpos foram resgatados pelo exército dos EUA, um ainda com vida).
Um ET resgatado morto, mostrado no filme mencionado por R.M.S, no “filme de Santilli“  Ver mais informações em:
Alguns dias depois, voltaram a passar de novo a filmagem, e os produtores da “Fox-Network” me telefonaram e me pediram a minha opinião; perguntaram-me se eu havia visto a filmagem e o que eu pensava dela. Eu não estava em condições de afirmar se o filme era autêntico ou não, porque não sou um perito; só podia dizer que o Ser que aparecia na filmagem se tratava de um ser real, e não de um manequim ou de um boneco; porque ele se assemelhava muito ao Ancião das estrelas que o meu avô salvou, incluindo o fato de ter seis dedos em suas mãos e pés.
M.H. – O que ensinou ao seu avô o Ancião das estrelas?
R.M. – O que ele ensinou ao meu avô e aos outros, e o que aprendemos nós e os nossos filhos com eles é que a humanidade foi (e continua sendo) enganada. Os deuses, os diabos, os seres que tomam parte nas nossas histórias eram/são seres das estrelas. Fomos utilizados e manipulados porque nos ensinaram a crer em coisas que não são verdadeiras, coisas que foram inventadas, utilizando a presença destes seres para fins desonestos. Custa-me a entender como pode ser tão fácil crer em diabos e demônios, e tão difícil crer em seres das estrelas. O homem aceita o fato de que o céu (espaço) é imenso, mas não crê na vida em outros planetas. O homem crê em histórias de tapetes voadores e de ratos falantes, mas não logra crer em “discos voadores” e em homens das estrelas.
O nosso amigo só queria dizer que nós, a humanidade, tem sido enganada. Pretende-se que o homem escute, que aceite cegamente o que se lhe ensina, e que duvide do resto. O que nos vendem como correto/certo não é a verdade. A verdade é muito mais grande/abrangente, e muito mais maravilhosa do que o que nos ensinam nos livros na escola. Eu não quero ofender a nenhum mestre ou professor; muitos deles são pessoas valentes que se esforçam em ser justos, mas o que nos ensinam não corresponde à verdade. Sei que tudo isto forma parte de um sistema, uma missão para o nosso pensamento, e o seu trabalho é o de manter vivo este sistema. Mas o nosso trabalho, na qualidade de seres humanos, é de lutar pela verdade (a elevação de nossas consciências individuais) para evitar danos maiores. Isto é em resumo, o que o Ancião das estrelas tratou de nos transmitir.
M.H. – Ele falou também da história da humanidade?
R.M. – Sim, também falou disso. A humanidade não nasceu de forma espontânea, foi criada para servir aos seres das estrelas. Assim como o homem atual criou a mula, o “macho” estéril que é um cruzamento entre uma égua e um burro, e depois também fez outros cruzamentos diversos com outros diversificados tipos de plantas. Se nós estamos em condições de fazer isto, também poderia tê-lo feito um cientista que tivesse vivido há milhares/milhões de anos. E isto é o que aconteceu: o homem foi criado como um mero trabalhador braçal, como um escravo, para servir aos “deuses que o criaram em laboratório genético”.
Nós éramos um animal que foi modificado geneticamente. E isto não foi algo malvado/ruim. Se nós agora temos consciência e experiência, nós a devemos a esta experiência. Alguns de nós, muitos de nós, chegamos a entender que a vida é demasiado importante para vivê-la como escravos. Esta é uma das coisas que mais surpreendeu ao Ancião das estrelas (e a todos os demais “deuses”): que nós, nascidos como escravo tenha quebrado as nossas cadeias para procurar viver a nossa vida em liberdade, que nós tenhamos sido bastante inteligentes/corajosos para fazer isto. Nós estamos em condições de realizar os nossos sonhos. Isto não é fácil, mas quando se é um guerreiro e se leva consigo o fogo interior, então tudo é possível. O que mais lhe tocou da raça humana é que nós levamos o fogo (a centelha divina, a chama trina, a nossa alma) no nosso interior.
M.H.- Que disse ele sobre o seu povo, a sua estrutura social, da sua religião?
R.M. – A religião é um tema um pouco delicado. É algo em que cremos em que pensamos que nos é ensinado e que nós aceitamos. No seu mundo, na sua estrela, não existe a fé religiosa. O universo está cheio de maravilhas. Para que para eles o conceito de fé e de religião não existe. A sua religião é simplesmente o seu modo de viver. Eu amo estas coisas. Eles não têm uma religião. Nós não deveríamos entrar em conflito sobre aquilo que cremos. Só deveríamos discutir; isto é o que deveríamos fazer. O seu grau evolutivo é muito superior ao nosso.
Para eles um homem de 100.000 anos é jovem, segundo o que disse o Ancião das estrelas; o atual corpo humano poderia viver entre 2000 e 3000 anos se nós o alimentássemos bem. Mas nós somos programados para a autodestruição. Os nossos corpos envelhecem não porque eles o querem, senão porque nós somos assim. Em tudo o que diz respeito ao modo de vida, à cultura e à sociedade dos seres da sua galáxia, existe um paralelismo com exceção da existência de religião, da duração da vida e do modo de viver, que são muito diferentes. Para eles tudo está orientado para uma vida muito longa, e para nós para um muito curta.
M.H. – Você teve um encontro com o Ancião das estrelas?
R.M. – Sim, eu sozinho e com outros. Eu nasci em 1947; tinha cinco anos quando o meu pai e os seus cinco amigos decidiram revelar o seu segredo a dois ou três familiares. Eu era um deles e outro era meu primo. No total éramos 25 pessoas. Uns morreram e outros se foram embora; o círculo foi ficando, portanto cada vez menor. Finalmente ficamos apenas oito rapazes; seis de nós decidiram estudar para chegar ao conhecimento que hoje são ensinados nas nossas escolas.
M.H. – Aconteceram outros encontros?
R.M. – Sim, ele voltou. A última vez que me encontrei com ele foi ao Verão de 1994, aproximadamente em finais de Julho. Ele regressou e voltou a partir para as estrelas de novo. E este é o motivo porque me foi tão difícil ver a película de Santilli; porque ele tinha precisamente a mesma aparência.
M.H. – Quantos encontros você teve com ele?
R.M. – Aproximadamente uns doze. Às vezes se passavam três ou 4 anos antes que pudesse voltar a vê-lo. Encontrava-me com ele e passávamos algum tempo juntos, e nos comunicávamos bem.
M.H. – Telepaticamente?
R.M. – Não, não assim precisamente. Para mim, telepaticamente significa simplesmente de espírito a espírito. No meu caso não foi assim. Deixe-me dar um exemplo: Se ele tratava de me descrever uma rosa, eu via esta rosa não só no meu espírito, como também sentia o seu perfume, podia cheirá-la. Telepatia não é o termo adequado; se ele queria descrever um pássaro eu podia vê-lo, podia ouvi-lo, e inclusivamente às vezes podia tocar as suas penas. Isto é muito mais do que telepatia.
M.H. – Uma pergunta simples. De que cor era a pele dele e como ele se vestia?
R.M. – Quando o vi pela primeira vez com o meu avô, ele vestia uma espécie de túnica que lhe tinham feito o meu avô e os outros, e tinha o aspecto de um monge. Isto é do que me lembro. Não sei de que material era, mas a cor era castanha. De todo modo, a vestimenta que ele veste usualmente consiste numa peça única. Eu não posso dizer se a sua cor seria o prateado ou um branco resplandecente, parecido com a cor das pérolas. Não estou certo, mas me parece que não tinha nenhum tipo de botões; não sei como era capaz de colocá-lo. Parecia um pijama de menina. A sua pele variava de rosa pálido a uma cor escura, parecia um homem branco com a pele bronzeada. A sua altura era de 1.40 ou 1.45m, e o seu corpo era vigoroso como o de um guerreiro, e não estava inchado como o que se vê na película de Santilli. Talvez aquele inchaço do corpo morto do filme se devesse aos gases emanados já no estado de putrefação do corpo.
M.H. – Voce sente medo quando se encontra com ele?
R.M. – Sinto que ele é fonte de infinita sabedoria.
Robert “Morning Sky” executando uma dança indígena sagrada.
M.H. – Voce é um índio meio “HOPI” e meio APACHE. A sua tradição fala de contatos com seres das estrelas?
R.M. – O que mais tocou fundo ao meu avô foi que o Ancião das estrelas conhecia o uso da pena/pluma de pássaro, o elemento mais importante dos nossos costumes ritualísticos e culturais. As nossas tradições dizem que estes costumes provinham das estrelas. Começaram com a Raça dos “Akhu”, os homens-pássaro que levavam dentro de si o fogo e a paixão. Talvez isto possa irritar outras tribos indígenas, mas eu, na nossa dança tradicional, levo dois discos atrás das costas. E numa das danças, a do fogo, onde se baila o mais rápido que seja possível, estes discos giram, dão voltas, saltam até acima, até abaixo, e eu penso, e espero não atrair deste modo à raiva de alguém, que estes discos querem simbolizar algo diferente do fogo. Para todos isto é o fogo, para mim é distinto, algo muito diferente.
M.H. – Você encontrou petroglifos, desenhos nas rochas que representam seres com seis dedos nos pés?
R.M – Outro aspecto interessante da filmagem de Santilli é que o corpo daquele ser tem seis dedos nas mãos e nos pés. O ano passado eu os levei às terras do Grande Canyon, no rio Colorado, e lhes mostrei alguns desenhos que representavam a história dos Seres das estrelas, que nesse tempo habitavam a Terra, e que mais tarde decidiram emigrar. Atrás de si deixaram marcas, e a particularidade destas marcas ou pistas, era que eles tinham seis dedos. Portanto os petroglifos confirmam decididamente o que se vê no filme de Santilli. Mas demos um passo mais. Os antigos egípcios e sumérios baseavam o seu sistema numérico no número 12. O nosso sistema está baseado no número 10, por quê? Porque nós temos dez dedos. Eu então me pergunto se os seres que inventaram este sistema numérico nestas antigas civilizações não tinham 12 dedos?. Portanto temos provas também na América antiga, destacando, sobretudo que este ser tem seis dedos do pé.
M.H. – Algum outro índio que vive nas reservas indígenas no sudoeste dos Estados Unidos lhe falou alguma vez de outros incidentes ocorridos com quedas de UFOs no Verão (de junho à setembro) de 1947?
R.M. – O que mais surpreende a mim e a outros índios que vivem nas reservas é que a maior parte dos incidentes de OVNIS – segundo o que eu sei, verificaram-se 16 casos entre 1945 e 1960 nos E.U.A. -, 14 deles ocorreram nas nossas reservas indígenas. Os índios dormem muito bem em campo aberto, e se alguém quer investigar e buscar testemunhos deveria buscá-los entre as pessoas que vivem ali próximo, especialmente entre aqueles cuja vida e tradições giram em volta dos homens das estrelas. E em troca, estranhamente, nos últimos cinquenta anos a ninguém ocorreu à ideia de entrevistar os índios. Para nós isto é muito estranho. As nossas histórias são consideradas como mitos, lendas (saíram um par de livros que falam de índios e extraterrestres), mas isto não é verdadeiro.
Local da queda de um Ovni em Roswell.
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FOUR CORNERS. Nós falamos de seres verdadeiros. Por isso eu me dirijo à opinião pública e aos investigadores do tema OVNI e lhes digo: Vejam, há muitas histórias que vocês do dito mundo “civilizado” nunca escutaram. E uma delas é a do incidente de 4 de Julho de 1947; a que ocorreu em ROSWELL não foi a única daquele verão. Nós os índios sabemos que ocorreram três nessa mesma época. A primeira teve lugar nos princípios de Junho em Socorro (Novo México).
Este é o caso a que deveria pertencer à filmagem da autópsia, e não a de ROSWELL. O dito incidente de ROSWELL ocorreu em Julho e o terceiro caso ocorreu em meados de Agosto na zona do Four Courner (encontro de quatro estados dos EUA: Colorado, Novo México, Arizona e Utah). Foi nesse último caso que o meu avô salvou o sobrevivente que nós chamamos de Ancião das estrelas; mas os investigadores de OVNIS só falam do “caso ROSWELL“, ninguém fala de outros casos; nos últimos cinquenta anos nunca fizeram nada para se aproximarem de nós, que estamos abertos, somos honestos e não queremos enganar ninguém.
Moeda local indicando os quatros cantos americano.
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Os Quatro Cantos (“Four Corners”) são uma região do oeste dos Estados Unidos da América com a particularidade de ser o único lugar do país onde se encontram as fronteiras de quatro estados, em ângulos retos de 90° que, no sentido horário, são os estados do Colorado, Novo México, Arizona e Utah.
Esta singularidade geográfica está situada em terras dos índios Navajo e Ute (estes últimos têm uma reserva na “esquina” do Colorado, assim como os índios HOPIS). Apesar da sua remota localização, o local é um destino turístico popular, e já desde 1912 conta com um marco geográfico, substituído em 1992 por uma placa de granito com um disco de bronze que marca o exato ponto de encontro dos quatro estados, rodeado pelos escudos e bandeiras dos respectivos estados.
M.H. – Conhece testemunhas do caso da queda em Socorro?
R.M. – Sim, naturalmente.
M.H. – Poderia me pôr em contato com eles?
R.M. – Sim, mas não posso lhe prometer que falem consigo, porque você é um homem branco. Para os índios é muito difícil confiar em quem não é índio. Eles podem ter as melhores intenções, mas não é fácil esquecer 300 anos de exploração e violência. Mas juro-lhe que neste momento há índios que sabem exatamente do que estou falando, mas eles não falarão porque têm medo, não de você, mas das câmaras de televisão, da opinião pública; têm medo que alguém possa vir aqui atraído pela publicidade. Sim, eu poderia lhe dar os seus nomes, e poderíamos tratar de ir juntos até onde eles estão. Você quer falar com eles? Podemos tentá-lo, mas não posso prometer nada.
M.H. – Nós provaremos Robert, eu voltarei. Mas você já falou com eles?
R.M. – Sim, e eles me disseram donde provinha esse disco voador e onde ele caiu, assim como o que aconteceu aos Seres das estrelas. Na reserva corriam rumores de alguns casos e de alguns seres. Frequentemente estes seres sobreviviam ao acidente, mas não aos soldados. Estas são histórias horríveis. Tratava-se de Seres das estrelas, próximos a Deus como ninguém, e os soldados os matavam. Que possibilidade temos nós como índios? Nós somos muito menos importantes. Numa escala de um para 10 já nos contentávamos ao menos de pontuar com 1; por isso temos medo. Se eu os levasse até eles, e eles falassem com vocês poderiam vir os soldados? Talvez. Deveríamos confiar? Não. Desagrada-me, mas quando um povo, o nosso, que já sofreu tanto, há que se compreender que não tenham vontade de falar.
M.H. – E sobre as profecias dos índios HOPI, dos Kachinas, da Estrela Azul, do cometa Hale-Bopp. Que é que você pode-me dizer sobre isso?
R.M. – Eu não sou um Ancião HOPI, não falo para ou pelo povo dos HOPI. Uma vez tentei falar com os Anciões HOPI e lhes disse: Vejam, há que se dizer ao resto do mundo o que está se sucedendo. Como já o dissemos, nós os índios sempre temos sido castigados, e quando conhecemos uma profecia perguntamo-nos porque é que a deveríamos compartilhar com o resto do mundo? De todo o modo, o surgimento do cometa avistado pelos astrônomos, que o chamaram de HALE-BOPP é citado nas profecias. Não fica bem que eu fale das profecias e do seu significado, mas digo somente que estava tudo profetizado. Deste cometa também falam as profecias MAIAS, dos aborígenes, assim como os antigos livros dos Sumérios e dos Egípcios.
Baseando-se nas profecias dos HOPI e dos antigos hieróglifos, eu gostaria de afirmar que não creio no fim do mundo, no fim da humanidade, senão que penso que algumas coisas mudarão. Os que se esforçarem (em sua própria evolução) sobreviverão, e aqueles que tiverem medo, provavelmente não vão sobreviver (caso da maioria). E por favor, não subvalorizeis as minhas palavras. Esta profecia não tem nada que ver com o espiritismo. Se eu digo 2, 4, 6, 8, qual é o número seguinte? Sem possuir faculdades paranormais você me dirá que se trata dos 10. Você teria profetizado o 10?
Não, ele é uma consequência lógica. O que quero aqui dizer é que as profecias MAIAS e HOPIS não são fruto de atividades mediúnicas, mas sim de CONHECIMENTO (e sabedoria) ancestral. Eles sabem (os sábios de todas as tribos) que a cada 2000 ou 10000 anos deveriam se suceder determinadas coisas. O que significa isto? Os antigos povos conhecem a história do planeta desde muitos milhares de anos. As profecias se baseiam em modelos conhecidos e (fatos) não em forças mediúnicas.
M.H. – O que dizem estas profecias?
R.M. – A passagem do Cometa Hale-Bopp deveria coincidir com o regresso dos Katschina da Estrela Azul. Um Katschina é um espírito da natureza, a essência de todas as coisas. Uma águia tem uma Alma, nós a chamamos de Kaschina. O Vento tem uma Alma que nós também chamamos de Katschina. As nossas lendas dizem que no final dos tempos, no final deste ciclo, aparecerá uma estrela luminosa cujo nome é Nan-ga-sohn. A dita estrela é azulada, com a cabeça em forma de cruz e uma larga cauda de plumas por detrás. depois de 7 anos da sua aparição, ela desceria concluindo-se este ciclo. Esta estrela luminosa Katschina, “Nan-ga-sohn” representa, segundo a minha opinião, o cometa que se está aproximando.
Diz que esse cometa tem uma cauda de vários milhares de quilômetros: os astrônomos dizem que não é possível, mas assim é. Antes se dizia que o cometa deveria  ter uma cor azul, e se descobriu que esse cometa tem uma luz azulada. Também a estrela de quatro pontas foi descoberta no semblante de Kaschina: uma estrutura, uma marca, algo na superfície do cometa que se parece a uma cruz. A longa cauda do cometa é a mesma que a do Hale-Bopp. A profecia diz que o homem branco teria medo do cometa, porque este deveria mudar o seu mundo, e eu creio nisso. O homem branco tratará de destruir este cometa. Já está começando a ter medo.
Nós veremos por todas as partes asteroides e cometas, e os consideraremos perigosos. Assim os militares construirão uma bomba, um míssil, qualquer arma para destruir este cometa, porque o consideram perigoso. Mas eu penso que se trata só de uma desculpa, pois tratarão de destruí-lo somente porque está profetizado. Eles conseguirão? Talvez. Eu penso que algumas pessoas quando verem a cruz na sua superfície pensarão em algo religioso; pensarão no regresso do Filho de Deus. Respeitosamente digo que não é exatamente assim, mas e ao mesmo tempo o será.
A volta dos Deuses.
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Os “deuses” (a partir de 2013) estarão voltando e isso pode NÃO SER BOM para os habitantes do planeta Terra.
Enquanto a raça humana aceitar Senhores e deuses salvadores, nós estaremos aceitando uma existência da servidão. Quando nós finalmente nos lembrarmos que nosso próprio reino planetário foi tomado, quando finalmente olharmos para nós mesmos como nosso próprio Mestre ou Deus, com responsabilidade pela nossa própria existência, liberdade e escolhas, então e só então estaremos livres de (deuses) extraterrestres. Nós somos GRANDES VÍTIMAS DE NOSSA PRÓPRIA IGNORÂNCIA E PREGUIÇA MENTAL. O autor (Robert Morning Sky, um índio nativo Pele Vermelha) pede ao leitor que seja mais curioso e interessado em sua própria evolução para investigar por si mesmo as informações apresentadas aqui. Não aceite nenhuma delas como definitiva, mas desafie todas elas. Decida por si mesmo se as palavras dele aqui relatadas são confiáveis e verdadeiras. Você é seu próprio deus, você é o mestre de seu próprio destino – se você puder relembrar a Verdade que existe em seu interior.
“NÃO ANDE ATRÁS DE MIM, TALVEZ EU NÃO SAIBA LIDERÁ-LO.
POR FAVOR, NEM ANDE EM MINHA FRENTE, TALVEZ EU NÃO SAIBA SEGUI-LO. ANDE AO MEU LADO PARA QUE JUNTOS POSSAMOS CRESCER E GALGAR OS DEGRAUS DA ELEVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA.”
Provérbio Sioux
Fonte: O Arquivo
Editado por: Arquivo X do Brasil