Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

quarta-feira, 20 de abril de 2016

RAÇAS EXTRATERRESTRES

Segundo relatos, existe um extenso número de raças extraterrestres interagindo (ou que interagiu) com civilizações da Terra. Em uma entrevista com Clifford Stone em 1998, um Sargento aposentado da Armada Americana que serviu durante 22 anos e que participou de operações secretas de resgate tanto de naves extraterrestres acidentadas como de entidades biológicas extraterrestres (EBEs) que estavam nelas, revelou que a Armada conhecia um total de 57 tipos diferentes de raças extraterrestres. 

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Deduz-se que há, aproximadamente, 57 raças de extraterrestres que visitou o que visitam a Terra regularmente. 

Sabe-se que certas são mais ativas que outras e que algumas estão mais compenetradas nos assuntos humanos. A classificação de extraterrestres pode ser feita dependendo de sua biologia, sua ética e seus interesses políticos. 

As informações contidas nesta página foi extraída e traduzida de um artigo de Michael Salla, Ph.D. "A Report on the Motivations and Activities of Extraterrestrial Races – A Typology of the Most Significant Extraterrestrial Races Interacting with Humanity" (Um Relatório Sobre Motivações e Atividades de Raças Extraterrestres – Uma Tipologia das Mais Significantes Raças Extraterrestres Interagindo com a Humanidade), publicado pela primeira vez em 26 de Julho de 2004, e revisado em Janeiro de 2005. Segundo esse artigo, faz-se uma classificação de dois grupos básicos. 

O primeiro são os que tratam e fazem acordos com o "governo na sombra" e, inclusive, tem colaborado em projetos conjuntos. O extenso número de acordos entre o "governo na sombra" e estas raças extraterrestres sugere a existência de um complexo militar-industrial-extraterrestre. Este complexo controla a maior parte da informação relacionada com a presença extraterrestre; domina as instituições governamentais do Planeta, assim como os interesses financeiros, os meios de comunicação e é responsável pelos sistemáticos problemas globais. Por outro lado, existe um segundo grupo de extraterrestres que não estão vinculados em absoluto com os governos e que a maior parte dos "contactados" define como "amistosos" que ajudam e preparam a humanidade a fazer frente ao desafio de aceitar a realidade de sua existência. 

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Quanto ao primeiro grupo, existe um extenso número de informações e de testemunhas que indicam que as motivações e atividades das diferentes raças extraterrestres variam muito. Em relação as testemunhas pode dividir-se em dois grupos: aqueles indivíduos que estejam ou tenham participado nos "projetos da sombra" (black projects) assim como os que tiveram contato direto com os extraterrestres, os "contactados", e por outro, os "abduzidos" que involuntariamente tenham sido incorporados a programas extraterrestres. 

A evidência mais forte que demonstra a existência de presença extraterrestre, segundo Michael Salla, provém destas testemunhas e "delatores". Segundo explica em seu artigo, o que aporta fortaleza a esta evidência é a coerência e consistência interna das histórias das testemunhas, a evidência aportada por eles, assim como suas credibilidades e suas credenciais, geralmente militares. 

Entre eles podemos citar: 

Sargento Robert Dean: Bob Dean, como é conhecido, desenvolveu sua carreira militar ao longo de 27 anos e, durante sua carreira, trabalhou para a inteligência militar no Supreme Headquarters of the Allied Powers in Europe (SHAPE) desde 1963. Seu reconhecido serviço dentro da armada lhe dá grande credibilidade ao afirmar haver visto informação classificada durante sua carreira na armada. Durante sua carreira no SHAPE, afirma haver sido instruído para ler um estudo detalhado das atividades dos OVNIs/ETs e de que maneira podem impactar nas relações entre os Soviéticos e NATO (OTAN). Tal estudo foi publicado em 1964 com o título: "An Assessment: An Evaluation of a Possible Military Threat to Allied Forces in Europe". Em uma entrevista descreve quatro tipos diferentes de raças extraterrestres. 

Dr. Michael Wolf: Afirma ter trabalhado durante 20 anos em diferentes postos em diferentes projetos clandestinos colaborando com extraterrestres. Apesar de certa controvérsia com seu testemunho e credenciais, certo número de investigadores sobre UFOs que já o entrevistaram pessoalmente, concluíram que sua história é coerente, consistente e crível. Segundo uma entrevista, afirmou que: diferentes confederações de civilizações extraterrestres estão nos visitando. Estas são: a Aliança (ETs de aparência humana do sistema Altair Aquila), "os Corporativos" (os Grays do sistema Zeta Reticuli), a Federação dos Mundos (de raças não especificadas de múltiplos sistemas solares) e da União de Raças de Órion (culturas deste sistema solar). Wolf afirmou que a maior parte das raças são "amigas", mas que um reduzido número delas se comportam de forma hostil, não só na Terra como também de forma interplanetária. 

Alex Collier: Um "contactado", que afirma ter estado em naves extraterrestres. Collier foi entrevistado por Paola Harris que, apesar de suas iniciais reservas quanto a sua história, encontrou que seu testemunho era altamente crível e coerente, e que muito do que conta é consistente com suas investigações independentes. 

Coronel Philip Corso: Serviu na Administração de Eisenhower e posteriormente esteve a frente do Foreign Tecnhnology Desk (Unidade de Tecnologia Estrangeira) no Departamento de Investigação e Desenvolvimento da Armada Americana. Corso afirma haver visto um extraterrestre da tipologia dos Grays morto, proveniente de acidentes em Roswell, Novo México, em 1947. Corso serviu à Armada durante 21 anos e recebeu 19 medalhas e condecorações de honra. Seu livro é seu testemunho. 

Dr. David Jacobs, Budd Hopkins e Dr. Karla Turner: Três importantes investigadores sobre a questão de "abduções" tem levantado numerosos detalhes e estudos de casos de abduzidos consistentes com a informação recolhida por outras fontes. 

William Cooper: Um Conselheiro de Inteligência da Navy (Marinha Americana), afirma haver visto documentos onde os "Grays Altos" se reuniram e negociaram acordos em 1954 com a Administração Eisenhower. Ao final de 1954, a raça dos "Grays Altos", que estavam orbitando a Terra, aterrizaram na base da Força Áerea de Holloman. Se chegou a um acordo básico. Em 1972-1973, foi oferecido e presenciado pelos produtores de cinema Robert Emenegger e Allan Sandler, uma filmagem das Forças Aéreas de uma reunião com os Grays que ocorreu na base de Holloman em 1971. 

R.A. Boulay: Tem investigado de forma extensa uma variedade de fontes históricas e afirma que existem suficientes evidências para apoiar a conclusão de que uma antiga raça extraterrestre chamada de Reptilianos, habitou a Terra e teve um papel importante na criação da humanidade. 

Thomas Castello: Um oficial de segurança da secreta base subterrânea de Dulce, afirmou que nela existe colaboração entre diferentes tipologias de extraterrestres e um certo número de Agências de Segurança Nacional dos Estados Unidos assim como também com Empresas. Entre os tipos de ETs encontramos os Reptilianos que são autóctones da Terra (que vivem sob a superfície da Terra) que trabalham lado a lado com humanos assim como com outras raças ETs. 

William Hamilton: Um respeitado investigador do fenômeno OVNI, investigou sobre a base de Dulce e as afirmações e credibilidade de Thomas Castello, e concluiu que eram consistentes. 

Linda Moulton Howe: Uma periodista de investigação premiada por seu trabalho periodístico, entrevistou o "contactado/abduzido" Jim Sparx, quem afirma ter-se reunido com certo número de Reptilianos autóctones da Terra. Segundo Sparx, os Reptilianos vivendo na Terra tem sua própria cultura e têm interagido com a humanidade há milênios. Têm assistido a humanidade assim como também têm se utilizado dela como um recurso. Os Reptilianos disseram a Sparx que haviam chegado a acordos secretos com governos de certos países. 

Preston Nichols: Afirma ser um "delator" que participou do projeto secreto Montauk que envolveu vários grupos de extraterrestres. Um investigador independente encontrou que Nichols era uma testemunha muito confiável e sólida, já que muitas das informações que levantou podiam ser verificadas. Os humanos extraterrestres de Sirius B, segundo Nichols, tiveram um papel importante na provisão de tecnologia exótica como viajar no tempo e interdimensionalmente, e há um número de agências governamentais envolvidas tanto no Experimento Filadelfia quanto no Projeto Montauk. 

Daniel Salter: Outro "delator" com uma grande carreira militar que inclui um período na National Reconnaissance Office (Oficina de Reconhecimento Nacional), afirmou que existe cooperação entre humanos-extraterrestres em organizações clandestinas na National Security Agency chamada Advanced Contact Intelligence Organization (ACIO). De acordo com informação filtrada de outro "delator", publicada em uma conhecida web chamada Wingmakers, afirma que a informação de Salter é precisa, e que a ACIO está cooperando com um consórcio de extraterrestres para desenvolver sofisticada tecnologia de viagem no tempo por possíveis ameaças extraterrestres. 

Quanto ao segundo tipo de extraterrestres, os que não colaboram com o complexo militar-industrial extraterrestre, encontramos que estes são descritos basicamente com aparecência humana e podem integrar-se facilmente na sociedade humana de tal maneira que são indistinguíveis para o resto da humanidade. Estas raças provém de diferentes sistemas solares como Lyra, Vega, Pleiades, Sirius, Procyon, Tau Ceti, Ummo, Andrômeda e Arcturus. Entre as diferentes testemunhas encontramos: 

Admirante Richard Byrd, descreve uma expedição secreta ao Pólo Norte onde foi levado a um lugar dentro da Terra onde a avançada raça dos Nórdicos vive. Os Nórdicos ensinaram-lhe parte da incrível tecnologia que possuem e, inclusive, se reuniu com o líder desta avançada raça subterrânea. George Adamski, Orfeo Angelucci, George Van TAssell, Howard Menger, Paul Villa, Billy Meier e Alex Collierforman parte de um reconhecido grupo de contactados por parte dos extraterrestres benevolentes. 

Classificação básica de Extraterrestres em dois grupos. O Primeiro Grupo é composto pelos que colaboram com o Complexo Militar-Industrial-Extraterrestre (MIEC). O Segundo Grupo de benevolentes, não colabora com esse complexo: 

Primeiro grupo: 

SeresPrincipais atividadesProblemas gerados
Grays Baixos (Zeta Reticulum & Órion) Abduções de civis, experimentos genéticos, programação mental, seguimentos de humanos através de implantes, clonagem e criação de espécie híbrida humanos-Grays.Traumatização de abduzidos; Humanos geneticamente modificados; Seguimento de humanos com implantes; Programação mental de abduzidos
Grays Altos ou Brancos(Órion)Experimentos genéticos, criação de raça híbrida Grays e humanos, controle mental e acordos diplomáticos com o "governo da sombra".Humanos geneticamente modificados; Seguimento de humanos com implantes; Programação mental de abduzidos; Elites políticas comprometidas; Agências de Segurança Nacional infiltradas; Abuso dos Direitos Humanos
Reptilianos autóctonos(A Terra)Manipulando as elites, instituições, sistemas financeiros, e influenciando os sistemas de crenças religiosas, supressão da verdadeira história da humanidade.Abuso de Direitos Humanos; Dominação e corrupção das elites; Controle dos meios e corporações; Divisão do dogma religioso; Amnésia histórica; Cultura da violência
Draconianos Reptilianos(Alfa Draconis)Controlam as elites, instituições e sistemas financeiros, promovem o militarismo, criam um clima de medo, dificuldade e insegurança, cultivando humanos e manipulando os Grays e os Reptilianos Autóctonos (da Terra)Concentrando a riqueza e pobreza global; Corrompendo as elites e instituições; Violência étnica e religiosa; Abuso dos Direitos Humanos; Cultura de violência e terrorismo; Tráfico de Drogas e o Crime Organizado
Sirianos(Sirius B)Participam em programas de intercâmbio de tecnologia que promovem a cooperação militar ante uma potencial ameaça extraterrestre.Investigação de armamento secreto; Uso de armamento exótico; Abuso de civis em experimentos de viagem no tempo
Anunnaki(Nibiru)Controle da evolução dos humanos a longo prazo através de grupos de elite, sistemas e instituições, manipulando a consciência humana. Competem com os Draconianos pelo controle da Terra.Manipulação das elites; Fundamentalismo religioso; Patriarcado Cultural Global; Cultura de Violência

Segundo grupo: 

Telosianos (A Terra)Ajudando a humanidade de superfície a aprender sobre a História da Humanidade, restaurando a longevidade humana, mudando os sistemas de crenças perniciosos e protegendo o meio ambiente.Protegendo o meio ambiente; Promovendo a bio-diversidade; Promovendo a longevidade e a saúde humana; Resgatando a verdadeira história da humanidade
Lyrianos (Lyra)Disseminando a verdadeira história da raça Nórdica na Galáxia e assistindo na compreensão das motivações humanas e seu potencial.Recuperando a verdadeira história da humanidade e o legado dos Lyrianos; Compreendendo a história Galáctica; Ajudando a descubrir a essência humana; Diplomacia e resolução de conflitos; Educação Global.
Veganos (Lyra)Disseminando a verdadeira história da raça de pele escura/azul na Galáxia, e assistindo a humanidade na compreensão de seu potencial e motivação.Recuperando a verdadeira história da humanidade e o legado dos Veganos; Compreendendo a história Galáctica; Ajudando a descobrir a essência humana; Diplomacia e resolução de conflitos; Educação Global
Pleiadianos (As Pleiades)Ajudando a Humanidade a conquistar sua liberdade das estruturas que a oprimem através da ascensão de consciência.Promovendo os Direitos Universais; Promovendo Sistemas Democráticos; Promovendo a Evolução da Consciência; Educação Global
Procyones(Procyon)Promovendo uma resistência efetiva a subversão extraterrestre, desenvolvendo uma consciência multidimensional, usando visualização mental para prevenir do controle dos ETs (Grays, etc.), seguimento da atividade dos ETs hostis.Expondo subversão ET; Ajudando a desacobertar o secretismo do tema ET; Consciência Multidimensional; Desprogramando as Mentes Controladas; Promovendo os Direitos Universais; Promovendo Internet e a Comunicação Global
Tau Cetianos(Tau Ceti)Expondo subversão ET. Identificando as elites, instituições corruptas, elevando a consciência humana, bloqueando o controle mental dos ETs e manejando-se com o Militarismo.Destapando a corrupção e manipulação dos governos e sistemas financeiros; Seguimento da infiltração de ETs hostis; Promovendo Consciência Multidimensional; Desfazendo o Controle Mental; Ajudando a Resolução de Conflitos
Andromedanos(Andromeda)Facilitando decisões da comunidade Galáctica ao tratar com a situação da Terra, estratégias para a resolução de conflitos, a educação da juventude, os Crop Circles.Educação das crianças cristal e psíquicas; Educação para a Paz; Desacobertando a manipulação das elites; Melhorando o Governo Global; Diplomacia e a Resolução de Conflitos; Comunicação Extraterrestre
Sirianos (Sirio A)Assistindo na construção de um sistema ecológico para a evolução da humanidade, alterando a "grade de energia bio-magnética" do Planeta.Proteção do meio-ambiente; Promovendo a bio-diversidade; Elevando a consciência humana; Evolução da bioesfera
Ummitas(Ummo)Compartilhando informação técnica, transformando a cultura científica, e a educação global.Transformando os paradigmas científicos; Desenvolvendo tecnologias alternativas; Reformando a educação.
Alfa Centauri(Alfa Centauri)Promovendo a justiça social e a libertade humana, e o uso responsável da tecnologia.Justiça social a nível Global; Promovendo Zonas de Paz; Direitos Humanos; Desenvolvimento Sustentável
Arcturianos(Arcturus)Integrando os valores espirituais com a avançada tecnologia, provenientes de conselhos estratégicos para transformar os sistemas planetários, criadores de Crop Circles.Governo Global; Integrando os sistemas financeiros, políticos e sociais; Coordenando as relações com ETs; Diplomacia e Resolução de Conflitos; Comunicação Extraterrestre.

Fonte: http://www.teoriasefatos.com.br/

domingo, 10 de abril de 2016

CERN: O LHC PODERIA SER UM PORTAL ESTELAR MODERNO, BASEADO EM UMA TECNOLOGIA ANTIGA.


O complexo sistema de CERN podemos comparar a “Osiris Ta-Wer“? Um stargate máquina moderna que foi inspirado por uma tecnologia antiga?
Segundo o pesquisador William Henry, o dispositivo egípcio antigo nomeado Ta-Wer dispositivo conhecido como “Osiris“, na realidade, nada mais do que um portal estelar pode abrir buracos ou aberturas multidimensionais usado pelos deuses Osiris e Seth através do qual eles poderiam “viajar através do submundo.”
Dispositivo “Osiris”, na realidade, nada mais do que um portal estelar pode abrir buracos ou aberturas multidimensionais utilizados pelos deuses Osiris e Seth através do qual eles poderiam “viajar através do submundo.”
Pesquisador William Henry

Ao contrário da matéria primordial, a matéria escura não interage com a força eletromagnética. Isso significa que ele absorve, reflete ou emite luz, tornando-os extremamente difícil de detectar.
Na verdade, os cientistas foram capazes de inferir a existência de matéria escura como apenas o efeito gravitacional parece ter alguma influência sobre a matéria visível . A matéria escura parece prevalecer sobre a matéria visível na proporção de 5-1, que constituem mais de 80% de toda a matéria no universo.
Os cientistas acreditam que partículas de matéria escura estão entre os poucos a ter criado o Big Bang devido às suas características de forma justa experimentos .Os estáveis do Large Hadron Collider (LHC), pode fornecer mais pistas diretas sobre a matéria escura.

A estátua de Shiva que é davabti entrada do CERN, em Genebra. De acordo com antigos cinética subquânticas física, é a energia de impulso transmitido quando cada etheron passa a existir através de sua jornada sem fim nos estados de éter. Shiva Nataraja, o dançarino cósmico, cria esse som agitando a realização tambor na mão direita, a mão da criação.
O que poderia ser a matéria escura ‘tem sido freqüentemente discutida e teorizou através de numerosas conferências científicas sugerindo que a física como a conhecemos muitas vezes se desvia para além do Modelo Padrão, ao abordar a questão da supersimetria e dimensões paralelas.
Se qualquer uma dessas teorias venham a ser corretas, então, temos tudo que você precisa para ajudar os cientistas a entender melhor a composição do nosso universo e, em particular, os mecanismos que governam.
Os autores de dois dos trabalhos mais citados em física na última década, é o teórico Lisa Randall, da Universidade de Harvard e Raman Sundrum, da Universidade de Maryland, que junto com os físicos do CERN pretende observar os resultados obtidos a partir de experimentos realizados no interior das plantas do LHC , para investigar e ofertas a questão de uma possível existência de dimensões paralelas além da nossa.

terça-feira, 5 de abril de 2016

HUMANOS COM PODERES EXTRATERRESTRES


Poderíamos dar muitos nomes a esses tipos de poderes, tais como poderes paranormais, fenômenos psíquicos, conhecimento e inteligência fora do comum, imunidade a doenças consideradas incuráveis, entre outras coisas, mas isso se trata de alterações genéticas em nosso DNA. Será que isso poderia ser de forma involuntária ou poderia ser uma alteração genética feita por seres extraterrestres? Parece que, as alterações genéticas acontecem desde os tempos mais remotos, desde a época em que os primeiros seres extraterrestres chegaram na Terra.

Durante anos a ciência reconheceu que temos dois filamentos físicos ativos de DNA. Além desses, temos 10 filamentos energéticos que estiveram adormecidos no Ser Humano durante séculos. Estes filamentos adormecidos de DNA foram descobertos pelos cientistas que, não sabendo qual seria a função deles, identificou-os como DNA "lixo", mas agora as alterações, ou poderemos dizer novas ativações desses filamentos adormecidos vem ocorrendo e com isso, cada vez mais humanos estão adquirindo alterações em sua estrutura genética, capacitando-o a adquirir além dos cincos sentidos, o que poderíamos chamar de superpoderes ou poderes extraterrestres.


Quando analisamos casos de pessoas abduzidas, a maioria delas, relatam que após passarem por essa experiência, começaram a utilizar sentidos extras como telepatia e clarividência. Dentre esses relatos, o que mais se constata, é que a comunicação desses seres com suas vítimas de abdução é feita através da telepatia, o que poderíamos fazer se todos tivessem essa capacidade de se comunicar ativada.

Outro ponto também que podemos relacionar entre os diversos campos da Ufologia são as chamadas novas ondas de energia, que estariam fazendo essas alterações em massa. Verdadeira ou não essa hipótese, sabemos que a Terra recebe periodicamente enormes cargas de energia, ondas eletromagnéticas e outros tipos de interferência e muitas das pessoas que conversaram comigo, tem relatado inúmeras alterações, sensações e mudanças de ordem genética e psíquica.

Não sabemos exatamente como essas alterações vem realmente acontecendo, nem os cientistas conseguem ter uma explicação conclusiva, embora eles possam comprovar que tais fatos estão ocorrendo já há algum tempo. E não estamos falando especificamente das crianças das estrelas, nem mesmo dos índigos, mas de adultos que tiveram seu DNA alterado e estão comprovando isso na própria pele. Muitos cientistas acreditam que nosso DNA foi codificado com um sinal extraterrestre,  por uma antiga civilização extraterrestre.



Em épocas remotas, qualquer ser que apresentasse tais poderes, eram considerados como deuses e idolatrados por humanos comum. De qualquer forma, as pessoas estão mudando a nível celular.

Será que muito em breve, a raça humana mude completamente sua estrutura celular, passando a ser considerada uma nova raça totalmente diferente da atual? 

Shirlei Tatsukawa

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O mundo mágico do Egito Antigo


Mais de 5.000 anos atrás, uma civilização apareceu aparentemente do nada, completamente formada, com o conhecimento incrível. O mundo criado pelos antigos egípcios ainda permanece um mistério para nós hoje. Nós olhamos para os restos de suas obras incríveis com maravilha, mas somos incapazes de compreender plenamente como eles construíram, o que eles usaram ​​para, e qual seu verdadeiro significado.


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Nós reconhecemos o seu domínio absoluto sobre o mundo físico, mas são ensinados que a sua cosmologia e mitologia são apenas mal-entendidos primitivos, já que a religião da ciência moderna tem agora o mundo descobriu. Vamos começar nosso curso intensivo para este reino misterioso com Ra - O Caminho do Deus Sol para estabelecer as bases.
No entanto, temos de olhar ainda mais profundo, a fim de descobrir o que está por trás dos símbolos e linguagem simbólica. Por exemplo, você sabia que o olho de Ra parece notavelmente semelhante a uma seção da glândula pineal (também conhecido como o terceiro olho)?
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O olho é também constituído por um número de símbolos mais pequenos, que representam ambos os sentidos e fracções.
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Os egípcios tinham uma compreensão espiritual altamente avançada que foi combinado harmoniosamente com o seu conhecimento matemático incrível.
Poderíamos passar horas analisando apenas a Grande Pirâmide de Gizé.
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dimensões da pirâmide corresponde exatamente à relação entre a Lua e a Terra.
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É também codifica Pi.
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E a proporção áurea, Phi.
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As escolas dos mistérios de hoje, traçam sua linhagem de volta ao Egito antigo por um bom motivo. É por isso que você vai ver ocultistas utilizam símbolos egípcios, mas não deixe que os vídeos Truther sobre o olho que tudo vê convencê-lo de que esse conhecimento esotérico é de algum modo o mal. Os símbolos foram utilizados abusivamente, exploradas, pervertida e degradada.
Se você está à procura de segredos escondidos e grande conhecimento, você deve se voltar para a civilização que foi a cabeça e os ombros acima de onde estamos hoje. Um bom lugar para começar é com o livro de John Anthony West Serpent in the Sky :
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Reinterpretação revolucionária de John Anthony West da civilização do Egito desafia tudo o que foi aceito como dogma a respeito Egito Antigo. Nestes documentos um estudo pioneiro que: Hieróglifos carregam mensagens herméticos que transmitem as realidades sutis da Ciência Sagrada dos faraós. Ciência egípcia, medicina, matemática e astronomia eram mais sofisticados do que a maioria dos egiptólogos modernos reconhecem. Conhecimentos egípcios do universo era um legado de uma civilização altamente sofisticada que floresceu milhares de anos atrás. A grande esfinge representa a prova geológica que tal civilização existiu. Esta edição revista inclui uma nova introdução ligação da ciência espiritual egípcio com a tradição de sabedoria perene e um apêndice atualizar o trabalho de West, redatando a Esfinge. Ilustrado com mais de 140 fotografias e desenhos de linha.


Fonte: http://www.renegadetribune.com/the-magical-world-of-ancient-egypt/
Tradução: GUO

Ramsés II - O Faraó Ruivo

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Este texto é uma tradução para o português, da seguinte fonte:http://marchofthetitans.com/earlson/rameses.htm

O faraó Ramsés II (da dinastia 19) é geralmente considerado o mais poderoso e influente rei que reinou no Egito. Ele é um dos poucos governantes que ganhou o epíteto de “O Grande”. Suas origens raciais, inclusive, são de extremo interesse.
Em 1975, o governo egípcio permitiu que a múmia de Ramsés, fosse levada a Paris para trabalhos de conservação. Numerosos outros testes foram realizados, para determinar as afinidades raciais precisas de Ramses, em grande parte porque o estudioso senegalês Cheikh Anta Diop, estava reivindicando naquele momento que Ramsés era negro.

Uma vez que o trabalho foi concluído, a múmia foi devolvida em um caixão hermeticamente fechado, e manteve-se em grande parte escondida da vista do público desde então, mantida escondida nas entranhas do Museu do Cairo.

Os resultados do estudo foram publicados em uma obra ricamente ilustrada, que foi editada por L. Balout, C. e C. Roubet Desroches-Noblecourt, e foi intitulada La Momie de Ramsés II: Contribuição Scientifique à l’Égyptologie (1985).

O Professor PF Ceccaldi, junto com uma equipe de pesquisa, estudou alguns cabelos que foram removidos do couro cabeludo da múmia. Ramsés II tinha 90 anos quando morreu, e seu cabelo tinha ficado branco. Ceccaldi determinou que a cor amarelo avermelhada do cabelo da múmia havia sido provocada por tingimento com uma solução diluída de hena, ele provou que isso seria um exemplo das atenções cosméticas dos embalsamadores.

No entanto, os traços de cor original do cabelo (na juventude), permanecem nas raízes, mesmo em idade avançada. Exames microscópicos provaram que as raízes do cabelo continham traços de pigmentos vermelhos naturais, e que, portanto, durante a sua juventude, Ramsés II tinha sido ruivo.


Concluiu-se que estes pigmentos vermelhos, não resultaram de alguma forma de alteração do cabelo post-mortem, mas, de fato, representam a cor natural do cabelo de Ramsés. Ceccaldi também estudou uma secção transversal dos fios, e determinou a partir de sua forma oval, que Ramsés tinha sido “cymotrich” – possuía cabelos ondulados.

Por fim, ele afirmou que essa combinação de características mostravam claramente que Ramsés havia sido “leucoderme” – pessoa de pele branca. [Balout, et al. (1985), 254-257.]

Balout e Roubet eram ilusões quanto à importância dessa descoberta, e concluíram o seguinte:
“Depois de ter alcançado este imenso trabalho, uma importante conclusão científica continua a ser desenhada: o estudo antropológico e análise microscópica de cabelo, realizado por quatro laboratórios: Judiciário Medecine (Professor Ceccaldi), Société L’Oréal, da Comissão da Energia Atómica, Institut Textile de France mostraram que Ramsés II era um “leucoderme”, que é um homem de pele clara, perto dos pré-históricos e antigos mediterrâneos, ou resumidamente, do berbere da África.” [Balout, et al. (1985), 383.]

É interessante notar a conexão com os berberes do norte da África: algumas tribos berberes, como os rifianos das montanhas do Atlas, têm incidências de cabelos loiros chegando a quase 60%, e eles têm um percentual de pessoas de
cabelos vermelhos, que é comparável a dos irlandeses. [Coon & Hunt (1966) 116-117.]

Estes fatos não só têm interesse antropológico, no entanto, mas também uma grande importância simbólica. No antigo Egito, o deus Seth foi citado como sendo ruivo, e os ruivos foram citados como tendo adorado o deus com devoção. [Wainwright (1938) 31, 33, 53.]

No estudo de Ramsés já referido, a egiptóloga Desroches-Noblecourt escreveu um ensaio, no qual ele expõe a importância da condição ruiva de Ramsés.

Ela observou que os Ramessides (a família de Ramsés II), foram dedicados a Seth, vários deles com o nome de “Seti”, que significa “amado de Seth“. Ela concluiu que os Ramessides acreditavam ser descendentes divinos de Seth, com seu cabelo vermelho como prova de sua linhagem. Eles podem até ter usado essa característica física peculiar para impulsionarem-se para fora da obscuridade, e para o trono dos faraós. Desroches-Noblecourt também especulou que Ramsés II pode ter sido descendente de uma longa linhagem de ruivos. [Balout, et al. (1985), 388-391.]

Suas especulações têm sido provadas corretas: Dr. Joann Fletcher, consultor da Fundação Britânica para Bio-antropologia, provou que Seti I (o pai de Ramsés II), tinha o cabelo vermelho. [Parks (2000).] Também tem sido demonstrado que a múmia do faraó Siptah (bisneto de Ramsés II), tinha o cabelo vermelho.[Partridge (1994) 169.]

Podemos notar também a descrição antropológica da múmia Ramsés, que foi descrita pelo historiador bíblico Archibald Sayce:

“A Dinastia XIX, a qual Ramsés II, o opressor dos israelitas, pertencia, se distingue pelo seu “dolicocefalismo” marcado de longa de cabeça. Sua múmia mostra um índice de 74, enquanto que o rosto é oval com um índice de 103. O nariz é importante, comprido extreito e aquilino, e as mandíbulas são alinhadas de forma normal. O queixo é largo, o pescoço longo, como os dedos e unhas. O grande rei parece ter tido cabelo vermelho”. [Sayce (1925) 136.]

Todos estes detalhes são características da raça nórdica. [Günther (1927) 10-23.] Sendo que finalmente, devemos notar que o professor Raymond Dart declarou que a raça nórdica era o “tipo faraônico egípcio”. Ele, então, passou a afirmar especificamente, que a cabeça de Ramsés II é “pelásgica elipsoidal ou nórdica” em seu tipo – pelásgica significa que pertence a um povo que viveu na região do mar Egeu, antes da vinda dos gregos. [Dart (1939).]

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Diferenças microscópicas no cabelo entre cada raça
Afrocentrismo
É o argumento central deste estudo, que Ramsés II não era só Branco, mas que ele era um indivíduo racialmente nórdico, louro e de pele clara. Se fosse realmente possível provar que Ramsés viesse a ser de fato negro, este ponto de vista particular teria de ser reconsiderado.

A ideia de que os antigos egípcios em geral (e sua aristocracia, em particular), eram predominantemente negros de pele clara, e de cabelos de lã, como as pessoas essencialmente africanas, foi algo mais vigorosamente promovido pelo estudioso senegalês, Cheikh Anta Diop (1923-1986).

Ele foi o principal proponente de uma série de doutrinas e crenças que posteriormente ficaram conhecidas como “afrocentrismo”. [Howe (1998).] Uma das numerosas alegações de Diop, foi a de que Ramsés II era negróide, e que esse “fato” pode ser provado facilmente. Assim, Diop comentou:

“Os egípcios eram negros do mesmo tipo que todos os povos nativos da África tropical. Isso é particularmente verdadeiro quando se trata de Ramses II, seu pai, Seti I e Tutmés III.” [Diop (1987) 217.]

Uma das principais alegações de Diop, foi a de que Ramsés II tinha o cabelo lanoso. Ele acreditava que esse ponto teria sido provado por uma famosa estátua de granito do busto de Ramsés, que atualmente reside no Museu Egípcio de Turim, Itália. E em seu livro: A Origem da Civilização Africana, Diop teria reproduzido duas fotografias, uma da estátua e a outra de um negróide Watusi, abaixo dos quais ele colocou as seguintes observações:

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Faraó Ramsés II (superior), e um Watusi moderno. O penteado Watusi pode ser concebido apenas para o cabelo lanoso. Os pequenos círculos sobre o capacete do Faraó representam cabelos crespos (como observado por Denise Cappart em seu artigo em Reflet du Monde,1956). [Diop (1974) 19.]
No entanto, a cabeça de Ramsés ali representada está coroada e não apresenta os referidos cabelos de lã, mas sim um elmo ou coroa. Peter Clayton observou que nesta representação do faraó, Ramsés usa uma coroa distinta. [. Clayton (1995) 146] Clayton se referiu a esta parte particular de seu traje como:

Khepresh – o Capacete ou Coroa Azul – a Coroa de Guerra”. [Clayton (1995) 118.]
Portanto, as espirais que são detectáveis na estátua, representam uma decoração em um capacete, e não cabelo lanoso. Este ponto é confirmado pelo fato de que em representações coloridas, a coroa é pintado em azul, daí o seu nome: a Coroa Azul. [Geddes & Grosset (1997) 435.]

Ela nunca teria esta tonalidade se as pinturas fossem criadas para representar cabelo. Parece que a representação da Coroa Azul foi feita a partir de couro e conforme foi investido, era de grande significado cerimonial: parece ter representado a supremacia do faraó sobre o reino terrestre. [DesrochesNoblecourt (1972) 128-132.]

Igualmente, o uraeus (capuz de cobra), o qual se projeta a partir da frente da coroa, bem como as bandas claramente delineadas que marcam as arestas do capacete, revelam que na cabeça o cabelo é coberto. Exatamente o que os círculos que cobrem a superfície da coroa azul vem supostamente representar, é discutível, mas tem sido sugerido por FDP Whicker, que eles são feitos para imitar as marcas de uma carapaça (casco de tartaruga), sendo este o material de que, ele acredita, os capacetes originais foram fabricados. [Whicker (1990).]

Além disso, devemos observar os resultados do estudo que foi realizado sobre o cabelo da múmia de Ramsés. É possível determinar a raça de um indivíduo tendo um único fio de cabelo de sua cabeça e estudando a estrutura do mesmo. Quando observado em corte transversal, o couro cabeludo ondulado de um caucasoide é oval ou amplamente elíptico na forma, com o diâmetro mínimo no valor de cerca de 70% do maior.

Em contraste, a espiral, o cabelo de lã de um indivíduo negróide, é estritamente de forma elíptica, com o eixo menor da elipse sendo um pouco inferior a metade da maior. [Baker (1974) 208, 296-297, 308.]
A equipe de pesquisadores que estudaram o cabelo de Ramsés II, sob a direção do Professor Ceccaldi, observou que, quando visto em corte transversal, a estrutura do cabelo era oval em forma e, portanto, concluiu que Ramsés tinha sido cymotrich (de cabelos ondulados). [Balout, et al. (1985), 256.]

Isto demonstra claramente que Ramsés não tinha cabelo lanoso e, consequentemente, que a estátua que o retrata em Turim não prova que Ramsés era negro. Em termos de avaliação de evidências, os resultados produzidos a partir de um estudo de restos mortais dos Ramesses, são de maior valor do que qualquer quantidade de conclusões que foram tiradas apenas a partir de retratos. Portanto, as afirmações de Diop são completamente infundadas.

O ruivo Ramsés

É bom, para retratar plenamente as conclusões da equipe de pesquisa que investigou pelos de Ramsés, citar que:
“O cabelo de Ramsés II-D múmia está confinado a uma zona temporooccipital que corresponde a um estágio avançado de calvície”.
Os cabelos são ligeiramente frisados e mostram uma secção transversal oval, o grande eixo da qual se situa entre 60 e 70 um: eles são específicos de um cymotrich leucoderma.

A amostra que foi investigada, apresenta percentagens idênticas compostas de cabelos totalmente despigmentadas e pigmentadas, a cor geral podendo ser um vermelho claro, com alguma tendência para o amarelo.
Embora o exame microscópio seja capaz de demonstrar uma forte evidência de pigmentos vermelhos, sem evidência de possíveis pigmentos, obteve-se que um componente pode estar presente como de forma difusa, que pode ser mascarado por um corante amarelo fraco – provavelmente decorrente diluído de Henna ou um dos seus derivados. “[Balout, et al. (1985) 256.]
Fonte: https://realismoracial.wordpress.com/2015/03/27/o-ruivo-farao-ramses-ii/