Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

sábado, 27 de fevereiro de 2016

A CONSTRUÇÃO DA GRANDE PIRÂMIDE FOI UMA REALIZAÇÃO ASSOMBROSA.

Há sete passos principais na engenharia, envolvidos na construção.
Primeiro, os construtores nivelaram o solo com 6000 peças de rocha,para adaptar pedras de forma irregular, cada uma com o peso de um carro.

Em segundo, trouxeram 130 blocos de granito de mais de 800 quilômetros de distãncia. Cada bloco pesando entre 12 e 70 toneladas.Blocos com altura de 64 metros. Um feito que nem sequer hoje seria possível.
Em terceiro lugar, a Grande Pirâmide possui três câmaras no seu interior. Com incrível precisão, construtores furaram através de rocha sólida, num duto de 91 metros de comprimento por 1 de largura, para chegar a câmarabaixa.
Em quarto lugar, os construtores trabalharam com 2 milhões de pedaços de rocha, todas de diversos tamanhos e formatos.Isto torna a exatidão da construção mais difícil, contudo a câmara superior é perfeita na horizontal e vertical. A margem de erro da construção foi um quinquagésimo de polegada. Nesta etapa, cada engenheiro moderno invejaria o processo. A grande Pirâmide se manteve intacta durante os terremotos, enquanto tudo em volta já ruiu.
Em quinto lugar, a posição da Grande Pirâmide é absolutamente exata. Apontando para o norte, cinco centésimos de grau. Apenas recentemente nós aprendemos a fazer isso no século 17. Milhares de anos depois das construções de pirâmides, mas nem mesmo se aproximou ao grau dessa precisão antiga.
Em sexto, a Grande Pirâmide na verdade, possui oito lados. A construção de cada lado da pirâmide é ainda mais complicado que a construção de um quadrilátero.
Em sétimo lugar, com alta velocidade, egiptólogos acreditam que a pirâmide foi construída em apenas 20 anos. Há mais de 2 milhões de blocos de pedra na pirâmide. Se você trabalhou 12 horas, 365 dias por ano, tendo que cavar, esculpir, levantando e colocando um bloco a cada dois minutos e meio. Finalmente, os antigos egípcios não dispunham de rodas de ferro ou aço. A sétima maravilha do mundo foi construída com ferramentas de cobre, martelos de pedra e cordas.
Assim, 2700 anos atrás, enquanto no resto do planeta pessoas se vestiam com peles de animais, o alto nível dos egípcios na área da pedra, na área de pavimentação com dimensões de seis campos de futebol, levantou dois milhões de blocos de pedra a uma altura de 42 andares de construção. Havia um túnel de 91 metros absolutamente correto na escala, pedras no lugar, dentro da câmara com incrível precisão, construída a partir da pirâmide de oito lados em vez de 4, e a torna difícil, a ação de terremotos.
Dirigida precisamente para o polo norte magnético e fazer todo um trabalho de 20 anos usando apenas.. martelos, e cinzéis?
A construção desta pirâmide em tão pouco tempo, com tão poucas ferramentas, tão surpreendente , tão inusitada, que ficamos maravilhados.
GUO

EGITO: ESTATÍSTICAS ASSUSTADORAS DE UMA CIVILIZAÇÃO ANTIGA.


*2.4 milhões de blocos, pesando 2.5 toneladas cada, cortados, transportados e agrupados com precisão milimétrica por 'pessoas usando instrumentos simples';
*Eles foram unidos tão perfeitamente que não é possível introduzir a ponta de uma faca entre as juntas até hoje;
*Granito minerado aproximadamente 800 km de distância em Assuã com blocos pesando até 60-80 toneladas, usados para as Câmaras Reais e câmaras de sustentação;
*As pedras de revestimento da Grande Pirâmide e da Pirâmide de Quéfren (construída diretamente ao lado) foram cortadas com tamanha precisão ótica de modo a estarem fora de plano perfeito por somente 0.5mm em toda sua área superficial;
E a lista vai e vai...
John Anthony West escreve em especial sobre o Egito: "Como uma civilização complexa surge com força total do nada? Olhe para um carro de 1905 e compare com um carro moderno. Há evidentemente um processo de 'desenvolvimento'. Mas no Egito não há paralelos. Tudo está lá desde o início."
Algo interessante sobre Assuã é que é um dos lugares habitados mais áridos do mundo; no início de 2001, a última chuva havia sido 6 anos atrás. Até 18 de Maio de 2007, a última tempestade havia sido em 13 de Maio de 2006. Nos assentamentos Núbios eles nem se preocupam em colocar o teto em todos os cômodos de suas casas.
Trecho extraído da fonte: http://misteriosantigos.50webs.com/

CRATERAS OU VESTÍGIOS DE ANTIGA MINERAÇÃO ESPACIAL?

Estas são aceitas hoje como 'crateras de impacto de meteoro'. A maioria é cratera de impacto? Eu não sei. Todas são crateras de impacto? Definitivamente não.
A primeira coisa a perguntar é: Se o solo era macio o suficiente para absorver o impacto e gerar buracos, como os meteoros podem ter explodido e desaparecido?
Não que não possam ter se desintegrado numa explosão, mas se foi este o caso então há algo crucial a ser perguntado...
A segunda pergunta a ser feita é: Por que buracos circulares quase perfeitos? O que é necessário para um objeto estatelar-se e criar uma cratera esférica? O primeiro requisito indispensável é um objeto esférico perfeito. Meteoros e asteróides tendem a possuir formas irregulares, mas vamos supor que todos eles são estruturas redondas perfeitas. Para essa estrutura redonda perfeita criar uma cratera perfeita é necessário que ela se movimente numa linha perpendicular perfeita em direção a uma superfície, de outro modo o buraco seria oval, mais largo do que profundo. A próxima condição necessária após ter-mos um objeto esférico perfeito caindo em uma linha vertical perfeita, é que este objeto atinja uma superfície menos compacta do que ele, para que possa imprimir sua marca, e posteriormente desaparecer de maneira misteriosa. Se o objeto explodisse iria gerar desordem de partículas e arruinar todas as condições perfeitas anteriores.

Asteróide 253 Mathilde, descoberto em 1885 por Johann Palisa, tem uma área de 52 km², e duas de suas maiores 'crateras de impacto' possuem respectivamente 29.3 km e 33.4 km de diâmetro. Elas são maiores do que o raio médio do asteróide! Mathilde tem pelo menos 5 crateras com mais de 20 km de diâmetro em cerca de 60% de seu corpo visto pela espaçonave NEAR em 1997.



Fobos, a Lua Marciana, com uma área de 22 km², possui uma cratera de 10 km em diâmetro, Cratera Stickney, quase tão grande quanto seu raio.
É evidente que crateras de tais proporções, se realmente causadas por impactos, deveriam ter despedaçado completamente Mathilde e Fobos.
Como tantos impactos sucessivos, imensos e devastadores não destruíram aquele frágil asteróide? Como ainda permanecem em suas órbitas Fobos e Mathilde? Há duas possibilidades, ou alguma força extremamente estranha os manteve firmes e inabalados, ou o que chamamos crateras de impacto pode ser algo totalmente diferente.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Civilização Extraterrestre dirigiu Carros Gigantes há milhões de anos na Terra

Alexander Koltypin é um geólogo russo, que recentemente afirmou que as misteriosas marcas presentes no Vale Phrygian na Turquia, foram artificialmente feitas por veículos e não criados por processos naturais.

Vale -Phrygian- To no Cosmos
O cientista e diretor do departamento de Ecologia e Politologia do Centro Nacional de Pesquisa Científica de Moscou, foi até o sítio arqueológico em Anatólia,  localizado na Turquia junto com outros 3 pesquisadores.
turquia anatolia - To no Cosmos
A localização do Vale Phrygian, na Turquia.
Alexander falou sobre os rastros petrificados em rochas pelas cinzas vulcânicas: “Nós podemos supor que veículos de um passado remoto foram dirigidos em solo mole, talvez em uma superfície molhada. Por causa de seu peso os sulcos ficaram bastante profundos e depois disso se petrificaram e mantiveram a evidência.”
Um caso bastante similar com o de pegadas de dinossauros que ficaram gravadas naturalmente de uma forma similar.
“A visão que temos dos sulcos não deixa nenhuma dúvida de que é algo muito antigo, em algumas áreas podemos ver o desgaste causado pelo clima, e algumas rachaduras”, disse o Dr. Koltypin.
Ao ser indagado sobre as possibilidades, Alexander Koltypin descreve que todo o campo rochoso foi coberto pelos sulcos datando milhões de anos, o que mostra não ser algo feito pelos humanos. Os estudiosos acreditam que tenha sido mais precisamente entre 12 e 14 milhões de anos atrás.
Alexander Koltypin - To no Cosmos
“Como um geólogo eu posso afirmar com certeza que veículos desconhecidos da Era Antediluviana passou por essa área central da atual Turquia, entre 12 e 14 milhões de anos atrás”, complementa Koltypin.
Dr. Koltypin acredita que os arqueólogos evitam falar do assunto pois arruinaria todas as teorias clássicas acerca da vida na Terra.
Esses são traços de uma civilização que existiu antes da clássica criação desse mundo, talvez as criatura da pré-civilização não eram como os humanos modernos.
Cada rastro tem a mesma distância entre si, reforçando a hipótese.
“A distância entre si é bem parecida com a distância das rodas dos carros atuais, porém são muito profundas para os veículos de hoje em dia. Há sulcos com cerca de um metro de profundidade.”
rastros turquia - To no Cosmos
Um carro moderno sendo comparado com as marcas feitas há milhões de anos.
O pesquisador ainda acrescenta que nos sulcos é possível ver marcas na horizontal, o que provavelmente são marcas deixadas pelos eixos usados nas antigas rodas dos carros gigantes do passado.
Dr. Koltypin foi graduado durante a época da União Soviética, e recentemente tem escrito livros encorajando a pesquisa em mistérios populares da ciência, nos conta o site Express.
De acordo com o nosso conhecimento sobre a evolução do homem, a única hipótese que nos resta é que seres de outro lugar habitaram a Terra, ou vieram aqui provisoriamente por algum motivo, deixando essas marcas através dos quase infinitos anos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Pedras de Ica

Pedras de Ica

O Mistério das Pedras de Ica

Um dos grandes enigmas do planeta Terra gira em torno de uma coleção de aproximadamente 15 mil artefatos pré-colombianos, uma biblioteca de pedras antigas esculpidas com imagens nítidas conhecidas como Pedras de Icapertecentes a família do Dr. Javier Cabrera Darquea, um professor aposentado que chefiava o Departamento de Medicina da Universidade de Lima em 1966.
Em seu aniversário de 42 anos, um velho amigo, o fotógrafo Felix Llosa Romero, presenteou o Dr. Cabrera com uma pedra de Ica. Ica fica numa área relativamente pequena, cerca de 300 quilômetros de Lima, no Peru. 


Elas foram vendidas ao fotógrafo por um fazendeiro local que afirmou ter encontrado pilhas e pilhas de rochas em vários desfiladeiros e cavernas não muito longe das Linhas de Nazca nas redondezas do túmulo do Reino de Chperu, em Chinchayunga, conhecidos como "Manco".
"Manco" acredita ser uma corruptela de "Malku" palavra Aymara, que significa "chefe" ou"Senhor dos vassalos."

Essas pedras curiosamente mostram pessoas interagindo com animais extintos, (segundo nossos cientistas), há mais de 60 milhões de anos atrás

Cenas de homens caçando e domesticando uma variedade de dinossauros, em particular o brontossauros, tiranossauros rex, estegossauros e pterodáctilos voador.
Dr. Cabrera se tornou o principal cliente das pedras Ica e comprou todas que estavam disponíveis com o tal fazendeiro, mas o que o Dr, Cabrera não sabia é que odescobridor das pedras foi preso e torturado para que ocultasse a origem das pedras e sua formação.
Foi coagido a dizer ao publico comprador que era ele mesmo quem esculpia as tais imagens nas pedras, apesar do Dr. Cabrera não acreditar de maneira alguma nessa hipótese ridícula, concluindo que não haviamaneira do fazendeiro ter tempo e habilidades, nem conhecimento de como criar as 11 mil pedras que ele havia comprado em poucos dias.
O que impressionou o médico foi uma cena descrita numa pedra de um ataque mortal a um dinossauro em que os caçadores parecem mostrar um conhecimento de anatomia do animal fazendo um corte no centro do nervo crítico da coluna que infligiria uma morte rápida sem agonia para o animal.

A “biblioteca” de pedra está organizada por temas. Há pedras que descrevem cirurgias avançadas de transplante de coração, fígado e rim, cesariana e funcionamento do cérebro. Conhecimentos de acupuntura e engenharia genética. Imagens de continentes perdidos, e o conhecimento de uma futura catástrofe global.
Nos anos de 1974 e 1975, baseado no conhecimento das pedras, o Dr.Cabrera anunciou que o hormônio contra a rejeição – vital em transplantes – deveria ser procurado nos fluidos da mulher grávida. Em 1980, uma equipe de médicos ingleses chega à mesma conclusão!
Quanto mais se estuda a biblioteca de pedras de Ica, mais se tem certeza de sua veracidade e da presença de civilizações extraterrestres no planeta Terra desde épocas remotas.
Laboratórios na Alemanha autenticaram as incisões que compõem as esculturas nasrochas vulcânicas, um mineral muito duro que seria difícil o manejo dos detalhes artísticos com ferramentas primitivas

Geólogos interpretaram os mapas de várias pedras que mostram configurações estranha do nosso planeta e chegaram à conclusão (com projeções de computação atual) que alguns ângulos e massas de terra correspondem a geografia da Terra há 13.000.000 (milhões) de anos antes - idade pré-estabelecida das pedras Ica. 

Representações curiosas:
- Transplantes de coração(foto), rim e cérebro
- Remoção de tumores
- Descrição de uma cesárea
- Utilização de agulhas de acupuntura como anestésicos;
- Homens observando o céu com telescópios
- Vôos espaciais
- Mapas da Terra mostrando continentes que hoje não existem: Lemúria e Atlântida
- Desenhos de constelações, nebulosas e do Sistema Solar
- O ciclo biológico do ágnato – peixe que viveu na era paleozóica (300 milhões de anos atrás)
- Pirâmides
- Homens montados em animais de 4 patas em perseguição a dinossauros
- Transfusão de sangue
- Naves suspensas por uma força eletromagnética
- Histórias detalhadas de uma grande evacuação de pessoas da Terra para outro planeta e vice versa.


A Fonte da Vida...: A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2)


A HISTÓRIA DA HUMANIDADE (2)

TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.
Outra Idade do Gelo aconteceu por volta de 75.000 a.C. Uma vez mais, a humanidade regrediu à sobrevivência do mais forte, embora algumas culturas se saíssem melhor que outras tendo atingido um grau maior de progresso evolutivo. 
Foi assim com um grupo em particular: o Homem Cro-Magnon, como vocês os chamam.
Cro-Magnon “I” tornou-se o espécime referência do Cro-Magnon, e é o mais recente e definitivo humano moderno da Europa Ocidental. 
Dentre todos os outros, este grupo sobreviveu intacto para continuar evoluindo. Aqueles que morreram, eventualmente encarnaram neste grupo, o qual lhes proporcionou uma aceleração evolutiva, pois quando eles morreram estavam menos avançados em sua evolução física que os Cro-Magnons.
Por volta de 50.000 a.C. um importante evento aconteceu. A terra estava esquentando e a evolução estava em pleno ritmo. 
Enki e Ninhunsarg receberam uma ordem da Hierarquia Espiritual Planetária e dos Sirianos Crísticos para, uma vez mais, melhorar os corpos humanos. 
Desta vez foi principalmente para o propósito da evolução espiritual, em vez da física e mental.
O que acontecia ao redor do planeta, era o seguinte, os impérios de Yu, Rama, Lemúria, Atlantis, Egito, e o novo império Maia estavam enviando representantes para uma reunião na Atlântida, para determinar o melhor modo de destruir os dinossauros e outros grandes animais que estavam atacando a população humana. A solução deles causaria o fim da população dos grandes animais e a morte de muitas pessoas. Isto estava conforme o Plano Divino da Terra.
A morte destes grandes animais livraria as últimas almas de Sirianos Terrestres ainda usando corpos de animais, e permitiria que eles passassem para o próximo passo no Plano Divino deles: a introdução da semente Crística para a evolução espiritual. 
Isto lhes daria 52.000 anos (dez ciclos de 5200 anos), para evoluir espiritualmente até chegarem a Guardiões da Terra, capazes de administrar o planeta. 
Durante este tempo eles seriam seres plenamente conscientes.
A Hierarquia Espiritual, os Sirianos Crísticos, a Federação Galáctica, os Sirianos “A” e o Conselho Nibiruano reuniriam mais uma vez todos os ciclos para avaliar o progresso e fazer os ajustes necessários para a continuação da evolução.
Marduk
Os Atlantes tinham armado a energia dos cristais (através da ajuda de Marduk que tinha lhes dado a tecnologia) e estavam em vias de executar os planos de Marduk para a dominação mundial. 
Mas isto nunca viria a acontecer.
A Lemúria estava se esforçando para manter sua forma Lyriana/Siriana de governo e manter relações pacíficas com os Atlantes. 
Muitos Lemurianos já tinham migrado da Atlântida para outras partes do planeta. 
Muitos tinham ouvido e tinham acreditado nas profecias sobre a iminente destruição da Lemúria. Algumas áreas em particular eram aquelas hoje conhecidas como a América do Sul, México, América Noroeste e Europa Central.
Depois da morte dos dinossauros, ou da maioria deles, de qualquer forma a transferência das almas dos Sirianos Terrestres estava completa. 
Tinha levado muito tempo, devido à fragmentação de algumas das almas. 
Muitos destes Sirianos Terrestres não queriam se transferir; assim eles fragmentaram a si mesmos, o que lhes permitiria experimentar a vida em um corpo humano enquanto ainda estivessem em um corpo animal. 
Isto lhes deu a oportunidade de provar a vida em um corpo humano antes de fazer o salto final. 
Eles não estavam totalmente convencidos de que aquela vida em um corpo humano era uma vida privilegiada.
Esse aperfeiçoamento do corpo humano pronto para a evolução espiritual, foi chamado pelos nibiruanos de aperfeiçoamento Crístico.
Adão e Eva (Adapa e Lilith)

“O homem é, sem dúvida alguma, formada fisicamente pelo barro da Terra; mas os seus criadores e construtores foram muitos. Os primeiros Dhyânis, que receberam a missão de “criar” o homem à sua imagem, podiam tão somente projetar as próprias sombras a fim de que, como em um modelo delicado, sobre elas trabalhassem os Espíritos da Natureza.”
Amélius, líder dos Sirianos Etéricos, liderou o processo de evolução da espécie humana neste momento, nascendo ele mesmo como Adão (Adapa). 
Adapa nasceu como Humano, Réptil, Felino, e com linhagem sanguínea Cariana.
Não, Adão não foi o primeiro homem e Eva não foi à primeira mulher humana, porém foram os primeiros que tinham realmente possibilidades de evolução, com as doze hélices do DNA ativas e funcionando.
Assim, Enki e Ninhursag geraram em seus laboratórios e com o seu próprio material genético corpos humanos voltados ao propósito da evolução, não apenas física e mental, mas espiritual.
Isto foi realizado por Enki, que doou o esperma para fertilizar um ovo concedido por Nin. Este ovo fertilizado foi então inserido no útero de Ninhursag. Em pouco tempo, Nin deu à luz a Adapa (Amelius).
Ele era um bebê humano perfeito, e através dele seria realizada eventualmente a integração das duas raças principais do jogo da polaridade. Isto significa que a humanidade carregaria o DNA Reptiliano e Humano. Quando nós finalmente nos aceitamos e nos amamos, nós amamos todos os nossos aspectos Reptilianos e Humanos.
Os DNA Felino e Cariano foram adicionados ao aperfeiçoamento Crístico para prover um impulso adicional de energia de Amor destas duas raças que já tinham realizado esta integração da Luz e das Trevas.
Enki e Nin transbordaram Adapa de amor, da mesma forma que quaisquer pais amorosos fariam. Enki lhe ensinou tudo o que ele sabia, e Enki era, e ainda é, extremamente bem instruído.
Quando Adapa (Adão) tinha dois anos, foi tirado esperma dele e fertilizado, para o nascimento de sua outra metade. Os nibiruanos a chamaram de Lilith. (Eva). A mãe dela foi Ninhursag. Ambos eram seres plenamente conscientes, como foram os filhos deles. 
Lilith cresceu com Adapa, brincando no Jardim do Éden. (combinação de E. Din.)
A coisa mais importante sobre este aperfeiçoamento é que ele pavimentaria o caminho para a evolução espiritual dos Sirianos Terrestres, agora finalmente habitando apenas corpos humanos. 
Também foram criados "Adões" para as raças vermelhas, amarelas e morenas no planeta e colocados nos locais escolhidos pela Hierarquia Espiritual. Adapa e Lilith ficaram com seus pais no Jardim do Éden.
Amelius/Adapa, como todo mundo encarnado no plano terrestre, concordou em esquecer quem ele era quando encarnou. Mas ele começou a lembrar novamente, da mesma maneira que temos lembrado. Ele e Lilith foram unidos um ao outro conforme a Lei pleidiana. 
LiLith era parente de Adapa, pois ela veio do esperma dele.
O Deus Bíblico no Jardim do Éden não era ninguém mais que Enlil. 
A cobra, ou serpente, no Jardim do Éden, era Enki. 
A serpente é o símbolo de Enki.
Adão e Eva e o incidente da Maçã.
..”o Querubim colocado à porta do Jardim do Éden após a “ Queda” sugeriu aos veneráveis intérpretes a idéia de que o castigo se relacionava com a ciência proibida ou Conhecimento divino; conhecimento que geralmente acarreta outra “Queda”, a dos deuses ou de “Deus” na estima do homem”…
Lilith (Eva) não entregou a Adão (Adapa) uma maçã para comer. 
Isto foi escrito na Bíblia pelos patronos da igreja para imprimir na humanidade o fato de que a mulher, e o pecado da mulher, provocaram a queda do homem. 
Tudo isso foi feito com a ajuda de Marduk!
Na ocasião em que isto aconteceu, as igrejas estavam tentando anular o sistema matriarcal, que era mundial na época. A “Deusa” deveria ser anulada e reprimida. Da mesma forma que a suposta crucificação de Cristo, o incidente da maçã nunca aconteceu, mas foi escrito pelos patronos da igreja apoiados pelo “Deus único” Marduk para imprimir na humanidade a idéia de pecado. Os patronos da igreja seriam então os únicos que poderiam perdoar a humanidade do pecado, através do Sangue de Cristo.
Anu alerta a todos com muita veemência: não há nenhum pecado!


Jesus Cristo foi, e ainda está sendo, convenientemente usado pelas igrejas para controlar a humanidade.


Jesus era um bem-viajado e bem-treinado rabino judeu que voltou à sua Terra natal para disseminar o conhecimento que ele havia recebido.

Seus ensinamentos mais importantes foram sobre a compaixão. Ele deu à humanidade de então o que muitos na hierarquia espiritual do planeta estão reativando agora – a Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão.

Isso é fundamental para a evolução espiritual de todos.
As igrejas ensinaram que se as pessoas não recebessem absolvição pelos seus pecados, elas iriam para o Inferno. A tradição oral judia também trazia a história do incidente da maçã, mas era um fruto, não necessariamente uma maçã. Isto foi inserido na tradição oral deles por volta de 2000 a.C. por Marduk.
A Árvore do Bem e do Mal (conhecimento), era um símbolo para a nova escola que Enki tinha criado para ensinar o antigo conhecimento para Adão, Eva e seus descendentes. Esta Escola era conhecida como a Fraternidade da Serpente. A maçã era o símbolo do conhecimento que era ensinado na Escola.
Enlil não estava furioso com Adapa e Lilith como diz na bíblia. Ao contrário, ele estava bravo com Enki porque ele tinha instruído os filhos de Adapa e Lilith.

Ele estava preocupado que as futuras gerações deles se autodestruíssem. Enlil sentia que tanto conhecimento nas mãos de pessoas que careciam de maturidade espiritual poderia conduzir à destruição desta nova raça por suas próprias mãos. E havia fartura ao redor para encorajar a destruição, na forma dos Reptilianos e Marduk.


Marduk os usaria para favorecer os planos dele e de sua avó para a dominação da Terra pelos Repitilianos.
Olhe seu mundo hoje, e você entenderá como ele se sentia. Isto seria comparado a colocar uma banana de dinamite nas mãos de uma criança e lhe dar um fósforo. Foi escrito que Enlil repugnou a humanidade. Não foi assim. E Enlil também não expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden.
Ele estava encarregado de realizar o Plano Divino dos Sirianos Terrestres, esta nova raça que deve ser a guardiã do planeta Terra. O desejo dele era salvá-los da destruição nas mãos dos Reptilianos, assim eles poderiam completar sua evolução e poderiam assumir o comando como os herdeiros e guardiães da Terra. Isto então os libertaria e libertaria os Nibiruanos/Pleiadianos do papel de pais.
Há muitos interesses envolvidos nisso e vocês devem antes de tudo abrir os olhos! E procurar escolher melhor os seus Deuses, os seus Conhecimentos e buscar a emancipação verdadeira e não a dependência de um conhecimento que não os libertará, apenas os fará uma engrenagem na grande máquina tecnológica reptiliana, que reivindica toda a sua força pessoal para si mesma.
A Fraternidade da Serpente.

Abrindo as páginas do místerio, há muitos conceitos que nem se quer suspeitávamos que existiram ou que ainda existem. Muitas escolas de mistérios vieram e se foram e a maioria da humanidade recente nem se quer teve um raio de luz, um insght, um pequeno flash de onde poderia estar sendo distruibuída essa substância valiosa chamada conhecimento…
Enki criou a Fraternidade da Serpente para iniciar o treinamento espiritual de Adapa e seus descendentes. Ela era uma escola – uma das precursoras das Escolas de Mistérios, e, também, posteriormente das Lojas Maçônicas. 
O uso da maçã como um símbolo começou com Enki e persistiu até os seus dias atuais. Como mencionamos, Enlil não aprovava completamente esta educação espiritual dos descendentes de Adapa, então ele e Enki entraram em atrito.
Enki estava lhes ensinando Leis universais, geometria sagrada e as muitas técnicas para manipular energia, junto com seus ensinamentos espirituais. 
Enlil estava ciente de que o Plano Divino pedia lentidão e que a evolução espiritual deveria estar à frente da evolução tecnológica – isto impediria que os humanos se matassem com sua própria tecnologia.
Enlil como herdeiro natural da Terra, representa sempre a concordância com a hierarquia espiritual dos Felinos. 
Enki, como aquele que reivindica o trono, está sempre dando aos humanos motivos para estar ao seu lado. Anu diz que o seu filho Enki realmente ama a humanidade, mas a tecnologia doada por suas Escolas de Mistérios durante todo o período histórico recente geraram um desequilíbrio perverso para a humanidade entre o desenvolvimento tecnológico e o desenvolvimento espiritual.
Naquele momento da primeira Escola, a Fraternidade da Serpente, foi possível chegar a um acordo entre os dois irmãos, através da à intervenção e ajuda da Federação Galáctica, a Hierarquia Espiritual e outros. Foi decidido que Adapa e seus filhos seriam transferidos para seu próprio local, fora daqueles limites do Éden. Até este tempo, eles tinham sido cuidados pelos pleiadianos, especialmente Enki e Ninhursag, seus pais.
Esta mudança faria com que sua sobrevivência fosse a principal prioridade deles, desta forma atrasando sua evolução tecnológica e permitindo que sua evolução espiritual permanecesse sempre um passo à frente desta evolução tecnológica. Ou seja, Adapa e Lilith foram expulsos do "paraíso" efetivamente.
A Irmandade da Serpente continuaria, mas só alguns poucos seriam treinados em cada geração. Este foi o começo do sacerdócio no planeta terra. Infelizmente, a Irmandade da Serpente se corrompeu, pois os sacerdotes, diante do poder do conhecimento, tornaram-se famintos por esse poder. 
E esse tem sido o dilema de todas as Escolas Esotéricas, o equilíbrio entre o poder, o amor e a sabedoria. Algo que não foi resolvido até os dias atuais.
Inanna, também, ajudou muito na instrução/educação da humanidade. Para os projetos para a Terra, a sua família e os Annunakis requeriam de um fluxo fixo e renovado de trabalhadores. Como Anu e Antu tinham instruído a Inanna nas artes do amor e da reprodução, seu trabalho era educar aos astronautas e aos Lulus quanto às freqüências mais eficazes da experiência sexual. Ela ficou muito feliz! Para este fim, construiu fabulosos templos e dava origem a cerimônias e ritos maravilhosos. Modificou os ritos tradicionais tântricos das Plêiades para que se ajustassem aos objetivos de sua família na Terra.
Inanna conta que para si, isso foi pura diversão! Alguns poderiam chamar de orgias às suas cerimônias, mas ela as chamava de “minhas criações artísticas”. A palavra orgia reflete a atitude triste da cultura contemporânea terrestre para a união mais sagrada com o Primeiro Criador. A experiência sexual é muito mais que uma fricção; é a chave do poder do ser humano, é a secreção de todos os sistemas hormonais que elevam as energias e unem dois seres em uma união sagrada. O respeito por esta experiência produz bebês mais saudáveis e magnetiza uma alma similar à freqüência que se gera e emite.
As habilidades telepáticas dos Lulus os converteram em gênios. Esses primeiros tempos foram na verdade grandiosos. Também lhes foi ensinado a nunca questionar nada.
À medida que os Lulus se multiplicavam, os Annunákis e os membros da família de Anu começaram a copular com eles. O nível de interesse sexual saiu do controle e isto transtornou a Enlil, mais uma vez.

Ele nunca esteve de acordo com que lhes déssemos a capacidade de reproduzir sem o controle total por parte dos nibiruanos. Os rasgos inimitáveis das capacidades telepáticas dos Lulus lhe adicionavam uma emoção desconhecida à experiência sexual, especialmente depois de que foram treinados por Inanna.
Correu o rumor de que os “deuses” estavam indo aos bosques para brincar e reproduzir-se com os Lulus. De vez em quando, os Annunákis perdiam o julgamento e expressavam suas paixões desenfreadas ali mesmo nas ruas da Suméria!

Os Lulus eram tão lindos! Inanna achava tudo muito divertido.
Naqueles dias, o nascimento não era o processo doloroso que conhecem hoje; era fácil e um momento mágico para ser Um com a Deusa de toda a vida. Era um momento para expressar união com todo o cosmos, para formar mais manifestações do Primeiro Criador. Não era um momento de dor! Certamente não havia vergonha do corpo e suas funções.
As Nibiruenses e as Lulus desfrutavam da situação. 
Cada nascimento trazia mais Lulus e mais festividades, mais diversão e mais cerveja! Com os grãos silvestres que cresciam na Terra foi desenvolvido o aguamiel e as cervejas mais deliciosas. Eram dadas aos Lulus como recompensa por seu trabalho e ao Annunakis e aos próprios nibiruanos.
O Casamento de Inanna.
“Existem deuses da violência, existem deuses da compaixão, existem deuses que unem os dois mundos, o visível e o invisível. São personificações da energia posta em jogo. Mas a fonte última da energia permanece um mistério…”
À medida que passava o tempo na Terra, seguia-se subdividindo os territórios entre os filhos de Enki e Enlil para evitar a guerra.
Cada vez Enlil se sentia mais incomodado com a copulação desenfreada entre os Anunnaki e os Lulus. Isto lhe causou uma obsessão, pensou que sua estirpe se estava corrompendo por causa deste cruzamento incontrolado e se zangou pela proliferação dos Lulus.
Já se tinham estabelecido muitas hierarquias sociais entre os Lulus. Havia muita discussão quanto a quem tinha mais “sangue divino”, quem estava aparentado com qual “deus” e até onde se prolongava sua linhagem, assim como hoje em dia muitos humanos pretendem pertencer a tal ou qual realeza.
O irmão de Inanna, Utu e seus pais a pressionavam para que formasse um matrimônio poderoso, o que daria muito mais força a esse ramo da família. Seguras no meio do poder que lhes garantia o matrimônio, as mulheres dessa família tranqüilamente tomavam seus postos ao lado de seus maridos. Mas tranqüilamente é uma palavra que não agradava a Inanna. Ela desejava o poder para si, não queria que ninguém a controlasse!
Na cultura pleidiana, a energia feminina é respeitada. A lei permitia às mulheres direitos iguais, assim como a oportunidade de expressar seus talentos inatos. Não obstante, a maioria das mulheres dependiam de um “bom matrimônio” para definir seu posto no mundo. Poder-se-ia dizer que a mulher pleidiana era considerada igual ao homem, mas sob certas condições, e os limites destas eram fixados pela natureza individual de cada mulher.
Casou-se com seu primo Dumuzi, irmão mais novo de Marduk, filho de Enki. 
Inanna não admirava Dumuzi, o considerava, inclusive, frívolo e egoísta. Passava o tempo olhando-se em um espelho esperando que o atendessem. Sua mãe vivia para ele, concedia-lhe todos os seus desejos. Inanna o evitava o quanto podia.
Estava tão aborrecida que assumiu tarefas extras nos Templos do Amor, como se conhecia seus templos. Inventava toda classe de desculpas e em sua nave voava de templo em templo inaugurando toda classe de novas cerimônias. 
Comportava-se exatamente como um executivo moderno que parte em viagens de negócios só para afastar-se de sua mulher. Desenhou uma quantidade de rituais novos que tinham como centro Dumuzi e Ela com fim de pacificá-lo, a ele e as suas famílias.
Os rituais continham todo este assunto a respeito de seu matrimônio e a arte de fazer o amor, a respeito da esposa tímida e seu maravilhoso marido. 
Esta primeira telenovela deu aos Lulus arquétipos sobre os quais moldar suas próprias vidas. Os rituais se desenharam para estimulá-los a produzir filhos dentro de um ambiente feliz. Era um escapamento à fantasia. Ela inventou sua vida em um ritual como queria que fosse, mas não o era.
Os nibiruanos já estiveram sobre e ao redor da Terra durante quase meio milhão de seus anos. Os Lulus só começaram a escrever a respeito deles nessas tabuletas de argila faz 5.000 anos. 
Pensem nisso: transcorreram séculos enquanto as histórias passavam sem recordações, lembranças e registros. Inclusive, nos primeiros tempos os Lulus tinham uma maior capacidade de memorizar dados; não obstante, a consciência que eles tinham dos pleiadianos como “deuses” oniscientes era controlada pelos deuses. Eles foram programados para não questionar, e os que faziam eram esquivados ou assassinados. Os nibiruanos necessitavam de operários e não queriam que os Lulus chegassem a ser iguais a eles; mantinham-os limitados. As tabuletas de argila registram somente o que eles lhes permitiram que os escribas copiassem.
Marduk e o Conhecimento na Atlântida.
Durante a Queda da Atlântida na nossa HISTÓRIA, ocorreram fenômenos marcantes para a realidade como a experimentamos hoje. 
Aquilo que hoje pensamos e entendemos desse período atlante terá muito a ver com a nossa capacidade para solucionar os nossos próprios problemas no presente.
Anu explica, que por volta de 11.000 A.C., esta nova raça re-criada nos laboratórios nibiruanos para a evolução espiritual, tinha se degenerado a tal ponto que seria melhor recomeçá-la. 
Os Atlantes eram a principal razão para esta decisão, devido à influência de Marduk e seus aliados Repitilianos.
O desejo deles de dominar o mundo criou guerras sobre o planeta. E sob essa ótica, o Dilúvio Bíblico não foi causado pelo casamento entre os astronautas com as filhas dos homens (os Lulus), como alguns acreditam, inclusive Inanna. 
Anu diz que o contrário, ele foi devido às ações de Marduk na Atlântida.
Desde, por volta do ano 25.000 a.C. , acrescente ou tire uns 1.000 anos. Os Atlantes, sob a direção de Marduk, tinham usado o poder do Cristal Gigante. Isto, a princípio, foi usado para dar poder a aeronaves, navios e submarinos. Os Atlantes estavam radiantes com este último avanço tecnológico. Marduk estava fazendo com que seu modo de agir caísse nas boas graças deles e conquistando sua confiança dando-lhes tecnologia Nibiruana e Reptiliana.
Ele começou na comunidade científica, que então se tornou a classe dominante da sociedade deles. Depois, ele infiltrou a classe governante e logo se tornou o poder por trás do trono. Isto conduziu a muitas divergências dentro da sociedade dos Atlantes, colocando o sacerdócio e as pessoas espiritualmente orientadas contra as pessoas orientadas pelo poder e pela tecnologia. Havia divisão em todas as classes, da classe governante às pessoas comuns. Muitos Atlantes apoiaram Marduk e muitos não o fizeram.
Os Lemurianos enviaram representantes até aos governadores da Atlântida e tentaram adverti-los do resultado negativo da busca deles pela dominação mundial, sob a liderança de Marduk.
Marduk sentia claramente que o seu pai, Enki, deveria ser o herdeiro da Terra e de Nibiru, e não o tio dele, Enlil.

Mas Enki já tinha desistido de sua busca por reinado. Ele preferia trabalhar em seu laboratório construindo coisas e prosseguir seus estudos espirituais, em vez de assumir o pesado trabalho diário do governo. Por outro lado, Marduk preferia o poder e sentia-se duplamente merecedor de possuí-lo, pois sua mãe era uma princesa do povo Serpente e sua avó era a Rainha dos Dragões. O primeiro marido dela tinha morrido antes de ela casar com Anu. Marduk sentia que se ele não tinha seu pai para lutar pelo domínio da Terra, ele mesmo iria fazê-lo.
A Atlântida era o lugar perfeito para ele começar, pois estava bem distante da Mesopotâmia e do Egito, e dos sempre vigilantes olhos de seu tio Enlil, e o pai dele, Enki. Em sua busca pela dominação mundial Marduk tinha uma carta muito poderosa: o Cristal Gigante. Ele já tinha conseguido atrair um cometa, um dos dez cometas da Terra de Tiamat, através de um feixe de luz do Cristal Gigante, e usou isto para ameaçar as outras civilizações e mantê-las em submissão.
A qualquer hora Marduk poderia derrubar o cometa sobre qualquer parte da Terra, e devido ao tamanho do cometa e a velocidade do impacto, ele poderia destruir aquela civilização. Ele fez isto com a Lemúria, e causou a destruição e afundamento do continente inteiro.

Ele estava pronto para fazer isto novamente aos impérios Rama e Yu, quando Nibiru retornou para as imediações da Terra. Nibiru criou um rompimento momentâneo no feixe de luz que segurava o cometa no lugar, e dentro de minutos, o cometa caiu sobre a Atlântida, afundando o continente inteiro. Isto aconteceu ao mesmo tempo que o Grande Dilúvio, somando-se à destruição da massa do planeta.
Marduk também foi o responsável pela destruição do “firmamento”. O “firmamento” é a camada compacta de umidade de aproximadamente 5 Km de espessura que envolve a Terra.

O Homem não via o sol e a lua até então. Assim como Avyon, a Terra havia se tornado um ambiente subtropical, responsável por um exuberante jardim verde – conforme descrições em seus textos antigos. Isto só pode ser realizado se há um “firmamento” para filtrar os raios do Sol e prover umidade contínua.
Os templos cristalinos estavam localizados nos subterrâneos da Mesopotâmia. Eles seguravam o “firmamento” em seu lugar. Marduk fez Seth, seu filho, lançar o ataque aos templos cristalinos da Grande Pirâmide no Egito. Isto causou os 40 dias e 40 noites de chuva, pois o “firmamento” desmoronou lentamente. Havia tanta água no firmamento quanto nos oceanos. Seth usou uma arma a laser na Grande Pirâmide para realizar a tarefa. O uso que Seth fez da Grande Pirâmide provocaria posteriormente a Segunda Guerra da Pirâmide e o esvaziamento de todo seu equipamento, por Ninurta.
O Dilúvio e a Arca de Noé.
Foi uma catástrofe total, a maior catástrofe jamais vista na Terra. E as pessoas sábias, neste momento, fizeram tudo que puderam para aliviar esta situação. Faziam grandes esforços para limpar os níveis dimensionais, para retirar o material e seres que entravam dos níveis dimensionais inferiores. Retirando espíritos e pessoas e devolvendo-as ao seu mundo.
Todos os sistemas da Atlântida, podemos dizer todos os sistemas sociais, financeiros, espirituais, todos os conceitos de como deveria ser a vida se degeneraram e desabaram por completo e o continente da Atlântida ficou doente, as pessoas ficaram doentes e foi o princípio de mais um fim…
A idéia de que a população de Lulus chegasse a invadir a Terra perturbou mais a Enlil, principalmente porque eles faziam isso sob o domínio tecnológico reptiliano de Marduk e sem o desenvolvimento espiritual correspondente. Enlil queria desfazer-se desta situação. Mas, como? A quem terei que matar?
Enlil convocou uma reunião da família. Demandou que se fizesse algo quanto aos Lulus, e começou a exortar seus pontos de vista solenes quanto ao assunto. É obvio, a velha rivalidade de irmão contra irmão começou a esquentar-se. Enki se opôs firmemente! Queixou-se de que depois de todo o trabalho que ele e Ninhursag tinham para produzir trabalhadores tão eficientes, era algo absurdo sequer pensar em destruí-los.
Possivelmente havia muito mais ruído lá fora, mas pelo menos agora havia mãos suficientes para cavar nas minas de ouro. Os irmãos bramaram e se enfureceram como de costume. Enlil não queria mudar de idéia apesar das súplicas de seu irmão. Os filhos de Enlil e Enki se uniram à disputa, e houve muita irritação em ambos os lados, mas ao final, como ele é filho número um, Enlil prevaleceu. Seu plano não os mataria a todos, somente àqueles desafortunados que morreriam de fome, de modo que se arrumou a primeira escassez de mantimentos.
Quando Enki e seus filhos saíram da reunião, estavam forjando um plano para bloquear Enlil, porque mesmo que a fome resultante fizesse que o canibalismo se pulverizasse por todo o país, passaram comida de contrabando aos Lulus e a maior parte sobreviveu.
Supõe-se que Enlil tem autoridade inapelável sobre o resto dos familiares por ser o primogênito, mas não era tão fácil, porque era uma família de indivíduos de caráter forte. Todos eram obstinados a desenvolver seus poderes, e não gostavam muito de fronteiras ou limitações de nenhum tipo. Enlil é igual; é filho de Anu, que nunca seguiu a ninguém em nenhum assunto. Uma vez que Enlil tinha tomado uma decisão e fixado seu rumo, era improvável que alguém pudesse dissuadi-lo a dar um passo atrás.
Os Nibiruanos decidiram então não alertar os humanos do dilúvio eminente, devido a mudança orbital causada pela passagem de Nibiru, pois com Marduk estimulando a guerra por sobre o planeta, era só uma questão de tempo até que a Humanidade fosse destruída de qualquer maneira. Marduk ambicionava ganhar o controle da Terra, das Plêiades e da Galáxia. Uma vez que ele conquistasse o controle da Terra, ele estaria a apenas dois passos de conquistar a Galáxia.
Para Marduk conseguir alcançar o seu plano de dominação, precisava apenas obter o controle dos “MEs” – o conhecimento que tudo controlava, codificado nos cristais. Os “MEs” daria ao possuidor total poder sobre qualquer coisa em particular que fosse controlada pelo “MEs”. Marduk buscava o controle da Galáxia. Ele não se preocupava com a Humanidade. A Humanidade era apenas combustível para a máquina de guerra dele.
O plano dele era destruí-la e permitir que os Reptilianos repovoassem a Terra. Depois, ele destruiria o resto da humanidade nesta galáxia. Os Reptilianos finalmente controlariam tudo o que eles acreditavam pertencer a eles conforme o mito da criação deles. Marduk estava determinado a atingir este objetivo
Por tudo, foi decidido não alertar os humanos. Enlil era o chefe de comunicações da estação espacial que dava a volta a Terra e foi o primeiro a saber da mudança polar que se aproximava. Muito por cima do planeta, os astronautas começaram a observar as flutuações magnéticas e os bamboleios inevitáveis. O eixo do planeta estava a ponto de voltear-se. Isto já havia acontecido antes, mas nunca tinha havido uma população tão numerosa para evacuar. Assim como nos dias de hoje.
Enlil guardou tudo em segredo e decidiu aguardar até o último momento possível, de modo que só houvesse tempo suficiente para transportar as famílias de Anu e aos Anunnakis à estação de embarque. Assegurou-se de que não houvesse tempo suficiente para resgatar aos Lulus.
Quando chegou o momento, a família de Anu deixou o planeta e mudaram para a plataforma espacial em órbita, para esperar a inundação. E, de uma forma inesperada para a grande maioria, o Grande Dilúvio nos aconteceu. Enki enviou a seu piloto, Matali, para recolher a família. Eles não conseguiam se quer compreender a gravidade do que vinha.
Innana estava sentada na nave, chorando nos braços de Ninhursag. Dos portais viram como uma onda tragava as planícies da Terra e arrastava os preciosos Lulus. Nunca antes ela havia experimentado uma perda, e não estava pronta para sentir algo assim. Em seu coração ouvia os gritos dos Lulus desesperados; em sua imaginação via as mulheres que tinha treinado em seus Templos, aferrando-se a suas colunas, rezando a ela, entre todas as pessoas.

Mas suas orações não foram respondidas e se inundaram na morte; suas túnicas brancas flutuaram por um momento em bolhas ondulantes e tudo terminou.
O coração de Inanna partiu. Não sabia quanto amava aos Lulus; não sabia que uma parte dela permaneceria com eles debaixo desse cruel dilúvio. Ninhursag era a única que parecia compartilhar tal tristeza. Choraram de desespero. Quem lhes prepararia deliciosas cervejas? Quem procuraria o ouro?
Enki e Ziusudra (Noé)
Os espiões do Enki lhe tinham informado da mudança polar. Em todas as culturas antigas da Terra há histórias de um dilúvio e um homem que se salvou em um arca. Enki escolheu a esse homem. Informado de que haveria um grande dilúvio, Enki resolveu salvar pelo menos uma família dos Lulus.

Em meio de sua vaidade, escolheu um homem de sua mesma dotação genética. Todas essas histórias dizem que Noé (Ziusudra) foi escolhido por sua bondade, pois, não, Noé inclusive se parecia com Enki.



E não houve um arca, foi um submarino, e os animais “em pares” era realmente material genético armazenado apropriadamente para que pudessem ser recriados mais tarde. Desafiando a Enlil, Enki resgatou os Lulus.



Quando Enlil descobriu os Lulus sobreviventes, enfureceu-se. Com seus filhos, lançou acusações de traição e outros crimes abomináveis contra Enki e seus filhos. Enlil sustentava que Enki tinha desafiado as leis de Anu.

Por conseguinte, Enki pronunciou o melhor discurso de sua vida, astutamente elogiando e lisonjeando a Enlil por seu plano “divino”. Disse que Enlil, em meio da grandeza de sua sabedoria visionária, tinha escolhido o material genético de entre o lixo das espécies e chegou até ao melhor que havia entre os Lulus. E que se esses sobreviventes solitários tinham suportado os horrores do dilúvio, então seus gens deveriam ser dignos de servir a Anu e aos Nibiruanos.

Para a surpresa de todos, Enlil acreditou! Acredito que estava trocando de opinião, pois onde conseguiria os operários para as minas e para construir seus monumentos?
Cada membro da família jurou solenemente nunca mais voltar a destruir os Lulus. Em um momento de generosidade sincera, e possivelmente um pouco de culpa, Enlil concedeu a vida eterna a Noé, pelo menos como ela é conhecida pelos pleidianos.
Depois do dilúvio, preparou-se então todo tipo de leis para regular a copulação e reprodução dos Lulus. Embora tudo resultou bem para as duas partes em conflito, houve uma mudança, uma piora da rivalidade entre Enlil e Enki. Todos sabiam que essa grande rivalidade ocasionaria outras dificuldades no futuro.
Sem a sobrevivência de Noé e sua família teria sido muito mais difícil começar novamente. Enki verdadeiramente amava a Humanidade, reflete Anu, e fez muitos sacrifícios através das eras, por vocês.

 E devemos também incluir Nin nisto. A verdade é que este foi um dos momentos mais tristes para todos os envolvidos, pois testemunharam a Humanidade, e mais de 400.000 anos de trabalho serem destruídos.

A família de Anu tinha subestimado os Reptilianos e seu representante escolhido – o neto de Anu, Marduk – e seus desejos de possuir nosso planeta e a galáxia. E mais esta tentativa de integração das polaridades também tinha falhado. Esperamos que não façam o mesmo no seu presente...

fonte: http://adescobertadecadaum.blogspot.com.br/2012/06/fonte-da-vida-historia-da-humanidade-2.html