Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

TUDO SOBRE ABDUÇÕES

As abduções realizadas é dita ser um dos maiores abusos cometidos por tais entidades; retirando o abduzido do seu “habitat” sem o devido consetimento do mesmo. Algumas abduções servem a propósitos obscuros com fins genéticos para hibridização.

Abdução:

O termo abdução é utilizado para descrever memórias supostamente reais de pessoas, que foram levadas secretamente, contra a própria vontade ou não, por entidades aparentemente não-humanas, e então submetidas a procedimentos físicos e psicológicos de complexidade não-compreendida.

Aqueles que alegam terem sido abduzidos frequentemente relatam exames médicos forçados. A natureza dos relatos de abduzidos varia, com alguns relatando experiências assustadoras e outros relatando uma experiência agradável ou transformadora. Wikipedia..
Abaixo segue um artigo sobre essas experiências tão abusivas dos alienígenas com os seres humanos:

4.1- O que é uma abdução?

Consiste no sequestro de seres humanos por inteligências não terrestres que utilizam recursos tecnológicos além da capacidade científica que temos para tal. O abduzido pode ou não estar consciente do evento, tendo participação ativa ou passiva, ou seja, a abdução pode ocorrer com consentimento consciente ou ser levada a efeito de forma subjugadora por parte dos extraterrestres envolvidos. Assim, pode ser um processo pacífico ou violento.

Segundo a Ufologia de abordagem espiritualista, as abduções podem ser realizadas a nível físico ou extrafísica. No primeiro, o abduzido é levado em corpo físico para a nave. No segundo caso, quando ocorre a nível extrafísico, o abduzido é levado sem seu corpo físico, mas sim, em seu corpo energético. Isso dependerá da dimensão em que estão os extraterrestres responsáveis pela abdução.

4.2- Como acontece uma abdução?

Acredita-se que o alvo da abdução passa por um período de observação por parte dos extraterrestres. A maioria dos relatos informa a visualização de uma luz muito forte, onde se percebem formas humanoides, com diferenças morfológicas ou não com relação à nossa própria raça. A partir daí o abduzido parece entrar em um processo de confusão mental, sendo conduzido para a nave pacificamente ou por uso de força mental por parte dos extraterrestres.

A bordo da nave ocorre um exame físico e procedimentos são realizados por parte dos abdutores, como retirada de amostras de pele, sangue, sêmen, óvulos, análise de órgãos. Este procedimento pode ser ou não doloroso. Muitos abduzidos parecem receber implantes ou chips em diferentes partes do corpo, sendo que a maior incidência se dá nas extremidades (braços, mãos, pernas, pés), na nuca, sob o couro cabeludo, ou ainda introduzidos pela narina, na região frontal do crânio.

Terminada a operação que motivou a abdução, o humano aparentemente sofre ação mental por parte dos extraterrestres apresentando amnésia lacunar que impede o mesmo de recordar-se dos eventos ocorridos. Na quase totalidade dos casos, o abduzido é devolvido ao local onde foi raptado.

Se a abdução ocorrer no plano extrafísico, o abduzido pode passar por programações hipnóticas por parte dos extraterrestres que, de acordo com a abordagem ufológica espiritualista, destinam-se a promover avanços científicos, possibilitar análises mais corretas de eventos envolvendo a ufologia e fornecer ferramentas paranormais mais eficientes. Ainda aqui, implantes extrafísicos são colocados.

4.3- Quais os sintomas decorrentes de uma abdução?

A amnésia é intensa e causa uma desorientação espaço-temporal de leve a acentuada. O abduzido perde a noção de tempo, e normalmente demora a perceber onde está. Pode desenvolver fobias como medo de escuro, medo de luzes intensas, sono irregular, pesadelos em que se vê perseguido. É comum o relato da visão de seres com aparência não humana em suas casas.

Podem ocorrer alterações fisiológicas como crises alérgicas em pessoas que nunca apresentaram tais fenômenos, crises de pressão alta, alterações de hábitos alimentares, dores de cabeça, sudorese excessiva. Alguns abduzidos passam a demonstrar uma mudança de personalidade, quer seja tornando-se mais introspectivos, quer seja no sentido oposto. A sensação de que “perderam” algo importante é relatada por um número expressivo de abduzidos extrafísicos.

4.4- Como saber se é vítima de uma abdução?

A sensação de que algo insólito ocorreu, porém acompanhada da ausência de lembrança deste é o sintoma mais frequente, mas pequenos hematomas em braços e pernas são os sinais mais importantes se nenhuma explicação de trauma físico existir.

Imediatamente após a abdução, a vítima pode ter como primeira pista de que algo estranho aconteceu a sensação de tempo perdido. Esse lapso de tempo é percebido comumente quando a pessoa é abduzida durante uma viagem de carro, se dando conta de que a viagem levou muito mais tempo do que o previsto, sem que por outro lado tenha sido consumido combustível do veículo suficiente para aquela distância.

A sensação de estar vendo seres não humanos em sua casa ou quarto, assim como a sensação de estar sendo observado também constituem sinais importantes. O desenvolvimento de fobias ou alterações emocionais podem ter outras explicações e devem ser avaliadas no conjunto que se apresenta. Dores em braços, mãos, pernas, pés e nuca devem ser investigados com raio-X que pode demonstrar implantes metálicos.

4.5- Por que acontecem, e qual o objetivo das abduções?

Podem ser listadas muitas razões para as abduções. A busca de material genético parece ser uma das mais importantes. Há relatos de abduzidos que foram usados como banco de material genético para supostamente gerarem seres híbridos entre terrestres e extraterrestres. Estes relatos são principalmente descritos tendo os alienígenas do tipo gray ou cinza (ou tipo alfa na terminologia brasileira) como os agentes das abduções.

Outra razão importante, segundo a abordagem espiritualista, seria a transmissão de informações técnicas ou espirituais julgadas necessárias ao processo de harmonização do planeta Terra e de sua recuperação.

Outros pesquisadores alegam que a humanidade terrestre seria uma cobaia de certas raças abdutoras, e ainda existem mais teorias, alegando que as abduções fazem parte de um processo muito maior, objetivando a integração da humanidade na vida galáctica. Os adeptos de tal teoria alegam que isso pode significar uma preparação para o contato em massa entre estes seres e a humanidade terrestre.

4.6- Abduções podem ser evitadas?

Muitos pesquisadores acreditam que as abduções não ocorrem ao acaso. Existiriam indícios de uma raiz genética norteando as abduções porque, numa mesma família, normalmente, há mais de um abduzido, seguindo uma sequência genealógica. Assim, segundo essas teorias, aparentemente existiria uma ligação entre abduzidos e abdutores transcendendo ao tempo e ao espaço.

Não existe tecnologia para evitar uma abdução, até onde se saiba. Na Ufologia Psíquica, alegam que se deve buscar a elevação espiritual e harmonização com o meio e os semelhantes, a fim de supostamente atrair a presença de raças alienígenas mais éticas e de maior evolução, devido a lei da afinidade (semelhante atrai semelhante), inerente a tudo e todos. Assim, nossos pensamentos são ondas que se propagam de acordo com seu quantum energético e atraem ondas similares - nunca opostas.

4.7- O que são implantes?

Seriam dispositivos colocados no corpo dos abduzidos, possuindo diferentes funções. Alguns pesquisadores afirmam ter removido dezenas de tais dispositivos de abduzidos, que revelam-se como pequenos objetos aparentemente metálicos, recobertos com o que parece ser tecido orgânico do próprio organismo do abduzido. Apesar de muitas análises físicas e químicas terem sido realizadas em tais objetos, ainda não ficou provado de forma inequívoca de que se trata de artefatos alienígenas. De acordo com a abordagem interdimensional, os implantes, além de físicos, podem ser extrafísicos - e neste caso são colocados no corpo energético com diferentes funções.

4.8- Como os implantes são descobertos?

Quando são físicos, dependendo do material com que supostamente são feitos, aparecem em exames de imagem tais como raio-X, tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia. Podem também sensibilizar equipamentos radiônicos, atrair imãs, e sobressair na própria pele do abduzido. Se forem extrafísicos, produzem ondas de diferentes comprimentos e velocidade visíveis no campo energético do abduzido.

4.9- O que os implantes causam?

Embora não se tenha certeza quanto a isso, sendo todas as possíveis teorias altamente especulativas, a teoria mais aceita afirma que servem para monitorar o abduzido, tornando mais fácil aos alienígenas localizá-lo em caso de necessidade. Alguns pesquisadores alegam que além desses implantes de monitoramento e localização (chamados implantes neutros), existiriam também os implantes maléficos, que serviriam para os alienígenas comandarem suas vítimas, levando-os as ações e reações controladas, assim como os benéficos, que visam auxiliar de alguma forma os abduzidos, concedendo-lhes capacidades de cura, expansão de memória, processos mentais e afins.

4.10- Implantes podem ser removidos?

Muitos supostos implantes já foram removidos de abduzidos, por meio de processos cirúrgicos rápidos e simples (desde que sua remoção não seja mais danosa ao paciente do que a sua presença no corpo). Quando os implantes são extrafísicos e, portanto, estão presentes no corpo energético, podem ser removidos por cirurgias extrafísicas ou desmaterialização.

4.11- Como funciona a hipnose?

É um estado de alteração da consciência e da percepção, com profundo relaxamento, induzido por um operador que utiliza-se de voz monotônica e outros recursos para induzir o paciente a um estado de imersão da mente em ondas lentas, alfa e teta, existentes no sono.

4.12- A hipnose pode tratar os abduzidos?

Supõe-se que a hipnose seja a única ferramenta conhecida para conseguir acessar os acontecimentos decorrentes de abduções que estão em estado de amnésia lacunar induzida. Já que este recurso coloca o paciente num estado de alteração da consciência, caracterizado pelas ondas alfa e teta que estão aquém da consciência, e lhe permitiria vivenciar novamente o que passou.

4.13- Quais os cuidados que um hipnólogo deve tomar?

A avaliação psicológica do paciente é fundamental para que a hipnose consiga obter um resultado satisfatório. O transe hipnótico sempre é um momento único que não se repete, da mesma forma como os acontecimentos da vida são únicos. Durante um transe hipnótico, quando a mente está emitindo ondas cerebrais mais lentas, do tipo alfa ou teta, ocorrem fenômenos hipnóticos como catalepsia, alucinações, pregressão ou progressão no tempo. O hipnólogo deve ser muito atento para, no transe, não induzir memórias não existentes nem influenciar de qualquer forma o suposto abduzido.

4.14- Qual a diferença entre hipnose clínica e a usada em shows?

A hipnose é uma terapia reconhecida pelas sociedades internacionais médicas e psicológicas. A hipnose clínica é aquela empregada para tratar um problema emocional ou físico. Baseia-se em estudos científicos comprovados de resultados obtidos através da utilização deste método. A hipnose utilizada em shows não visa o tratamento de problemas, mas a exibição de alteração do estado da consciência e da percepção.

4.15- Distúrbios do sono podem ser confundidos com uma abdução?

Devemos considerar que a mente humana é algo extraordinariamente complexo, capaz de criar ao infinito, e sugestionável, dependendo do estado de humor, de estresse físico e mental, do grau de excitação com determinado assunto. A mente é capaz de criar com detalhes impressionantes cenas não vivenciadas. Assim, numa pessoa sugestionável, existe real possibilidade do paciente crer numa abdução que não ocorreu. Por isso, sempre se deve ter em mente a análise consciente de tudo. Os fatos materiais são mais facilmente comprováveis.

Está muito bem documentada a existência de distúrbios do sono nos quais a pessoa apresenta os mesmos sintomas descritos pela maioria dos supostos abduzidos. Paralisia corporal que torna impossível qualquer movimento, sensação de uma presença estranha nas proximidades, alucinações e supostas visões de luzes e sombras... É absolutamente necessário que o pesquisador que vá analisar um suposto caso de abdução tenha em mente essa realidade, e não se deixe levar por relatos fantasiosos.

4.16- Questionamentos e problemas com as teorias de abdução

Uma das teorias mais persistentes a respeito das abduções é a que alega que uma grande quantidade de pessoas da sociedade terrestre já teria sido abduzida. Fala-se até mesmo em um por cento da humanidade. Se levarmos em conta que a população mundial é estimada em seis bilhões de pessoas, teremos um número altíssimo.

Diante de tal suposta enorme quantidade de abduzidos, a falta de evidências mais concretas, especialmente diante das que existem em outros campos do estudo ufológico, torna tal alegação altamente questionável. Outro fator a ser levado em conta são as alegadas abduções em série. Levando-se em consideração afirmações de cientistas, tal como o conhecido Carl Sagan, em seu livro O Mundo Assombrado Pelos Demônios, pode-se tecer sérios questionamentos a respeito.

Por exemplo, a própria ciência humana realizou um dos mais gigantescos projetos de estudo científico já produzidos, o levantamento de todo o genoma humano. Alegam os defensores de um elevado número de abduzidos entre a população mundial que os extraterrestres estão nos estudando. Entretanto, nós mesmos realizamos o mapeamento de todos os genes de nosso código genético, portanto chega a ser incoerente a afirmação de que são necessárias tantas abduções a fim de que os alienígenas façam essencialmente a mesma coisa.

Sagan também perguntou em “O Mundo Assombrado”... como os alienígenas podem ser tão adiantados em viagens interestelares, e tão atrasados em biologia e genética, conforme a constatação do último parágrafo. Trata-se de problemas com as teorias de abduções, que não são consenso nem sequer na própria comunidade ufológica.

(Agradecimentos pela participação da consultora da Revista UFO Dra. Mônica de Medeiros na elaboração dos itens sobre as abduções)

Acesse outros links sobre o tema cima:


Aqui segue um excelente documentos do “Grupo Ufologia Brasil: 2014 - Abduzidos e Contatados: relatos reais de pessoas que tiveram experiências com UFOs e seres Extraterrestres - Volume I”.

Projeto REDSUN: Eles foram para Marte sem nos dizer

Quanto sabemos sobre Marte? Ou é "o quanto não sabemos sobre ele" é a melhor pergunta a fazer?

Segundo várias fontes, o distante Planeta Vermelho significou um importante acordo para a NASA desde o final de 1950. Como o programa Apolo foi chegando ao fim, e com toda a população banhada em emoção por causa do enorme passo que levou a humanidade em direção ao progresso e à inovação, a agência espacial já tinha grandes planos para o futuro próximo.
Aparentemente, naquela época (em 1970, mais precisamente) a NASA estava focada em mais uma missão tripulada a Marte. Tão louco que pareça, isso possa vir a ser verdade, e aqui está o porquê: há 50 anos a partir de agora, no verão de 1965, a Mariner 4 foi a primeira missão bem sucedida para chegar perto da superfície do planeta vermelho. As fotos retornadas do módulo espacial causou um imenso alvoroço entre o pessoal da NASA, uma vez que revelou nunca antes características do bizarro "Ponto Vermelho", que poderia ser observado da Terra.
O que eles aprenderam em 1965 fez com que a agência pretendesse enviar astronautas para lá o mais rápido possível, a fim de colonizar o planeta vermelho e quem sabe que outras razões eles tinham. Por isso, a NASA secretamente financiou um projeto semelhante para as missões Apolo de codinome Projeto Redsun. O seu objetivo era aparentemente colonizar o planeta, mas, após analisar o caso, parece que eles tinham alguns outros pensamentos também. É possível que a NASA tenha encontrado alguma forma de vida inteligente em Marte?

Em 1971, um ano antes da última missão Apolo, Mariner 9 foi em órbita de Marte e conseguiu fotografar a totalidade de sua superfície, proporcionando assim imagens conclusivas como leitos de rios antigos, a 3.000 milhas de comprimento Grande Cânion, vulcões gigantescos, e outra artificial semelhante de estruturas que também podemos ver por nós mesmos hoje.
O que parece bastante interessante é o fato de que a NASA tinha uma mão livre para operar sob a histeria da exploração lunar em curso. Outra coisa curiosa a notar é o fato de que a agência estava muito bem preparada para enviar uma segunda missão a Marte, como Richard Zurek, cientista líder do Jet Propulsion Laboratory da NASA revelou:
Foi uma coisa boa que tivemos outra nave espacial pronta, isto poderia ter parado a exploração de Marte por um tempo. O ritmo de exploração teria diminuído - certamente não teria tido nada tão ambicioso como a missão em 1970.


A FOTO DE MARINER 9 DE NIRGAL VALLIS, A MAIOR REDE DE VALE EM MARTE

Era um planeta que parecia semelhante o suficiente com a Terra e que você poderia imaginar que ela teve vida suportada no passado ... Nós ainda não sabemos com certeza se a vida se desenvolveu lá ".
Nos anos que se seguiram, vários módulos de exploração foram enviadas a Marte, provavelmente por causa das descobertas inimagináveis ​​que anteriormente foram desenterradas. No entanto, as primeiras fotos da superfície real do planeta foram tomadas pela Viking 1 missão e foram revelados em 20 de julho de 1976. Um dia depois, a primeira fotografia com cor feita pela Viking 2 estava disponível. Considerando todo o exposto, não podemos ajudar, mas pergunto o que aconteceu entre 1970 e 1976, e por que a agência espacial não admitiu oficialmente o desembarque de um módulo na superfície marciana até então?
Em 28 de agosto de 1973, uma missão secreta financiada pela NASA e pelo Departamento de Defesa dos EUA partiu em direção ao distante planeta Marte sob o nome de Projeto Redsun. De acordo com documentos que vazaram recentemente, a tripulação consistia de astronauta americano Edwin E. "Buzz" Aldrin, Neil Armstrong e um companheiro da URSS chamado Vladimir Ilyushin.
O vídeo abaixo foi supostamente vazado de uma coleção de 16 milímetros material arquivado e usado no treinamento de astronautas da NASA e pilotos da Força Aérea. O vídeo revela como os astronautas a bordo de uma nave espacial considerada como ISV Columbus, estão lentamente deixando para trás a vista da Terra para acolher uma visão nova, mais empoeirado do planeta Marte. Algumas características do planeta vermelho são claramente visíveis durante o vôo orbital, incluindo o famoso pólo sul de Marte.

O controle da missão foi estabelecida em Cocoa Beach, Florida e coordenou três primeiros lançamentos do Projeto Redsun. Todas as missões posteriores foram realocados e administrado a partir da Área 51.
Depois que o vídeo foi tornado público, as pessoas começaram a questionar a sua autenticidade, e como de costume, a NASA negou qualquer forma de implicação em uma missão tripulada a Marte, considerando a metragem a ser uma falsificação ridícula. Enquanto as pessoas não podiam aceitar o potencial da agência para tal indagação, visto que foi 1970 naquela época, as imagens acima não receberam muita atenção. No entanto, tudo mudou em abril de 2011, quando mais evidências foi trazidas à luz por um jornalista italiano e ufólogo Luca Scantamburlo. Durante uma conferência de imprensa, eles apresentaram um testemunho revelando os detalhes do projeto Redsun.
Eu apresentarei a você um testemunho pre liberado que tenho escrito para discutir a suposta existência de um programa espacial militar em segredo chamado "Projeto Redsun", realizado na década de 70 do século passado para construir uma base estacionária em Marte, o Planeta vermelho. Minha fonte de informação - chamado por mim 'bravoxsierra24' - tinha me contatado por e-mail. É possível reproduzir as páginas do comunicado de imprensa e a imagem apresentada aqui também.
Os documentos abaixo apoiaram essa hipótese aparentemente louca, mas não de todo impossível de uma missão mais cedo tripulada a Marte. Se isso aconteceu, de fato, podemos pensar em muitas razões pelas quais a NASA iria se envolver em uma missão tão secreta. O que poderia NASA ter encontrado lá? Havia uma antiga base alienígena ou eles reuniram-se com os seres inteligentes que ainda habitam o planeta? Considerando-se muitas outras possibilidades, o motivo pode superar todas as nossas expectativas terrestres, e quem sabe, talvez um dia vamos descobrir. Estamos preparados para este tipo de divulgação?


Fonte: http://ufoholic.com/project-redsun-they-went-to-mars-without-telling-us/
Tradução: GUO

OVNIs GIGANTES.

Na maioria dos casos relatados os tamanhos dos objetos voadores não identificados variam entre 3 e 60 metros. No entanto, existem relatos de naves transportes, naves-base ou naves-mãe de dimensões descomunais.

Em Valladolid (Espanha) e arredores, cerca de 300.000 pessoas, viram na tarde de 16 de setembro de 1965, parado no ar, um imenso objeto triangular. O Padre Antonio Felices, professor do colégio dos Padres Dominicanos, observou-o demoradamente e calculou a superfície da colossal máquina em 1Km.
No dia 16 de maio de 1998, nas proximidades do lago Colbun, 200 quilômetros ao sul de Santiago, Chile, ocorreu o avistamento de um enorme OVNI em forma de disco. O objeto era escuro, com uma luminosidade laranja intensa na base e pequenas luzes que se moviam ao redor da estrutura.
O OVNI era tão grande que as testemunhas disseram que ''se ele pousasse, cobriria todo o vale'', que tem 7 quilômetros de extensão. Esse avistamento durou mais ou menos 20 minutos, com movimentos do Norte para Sudeste, a cerca de 1.000 metros do solo. Havia 30 testemunhas, inclusive a polícia local. Não fizeram nenhuma filmagem ou foto.
Há mais de um ano a região é palco de avistamentos. Em Vicuna e Valle del Elqui, a população relatou a queda de uma espaçonave, acompanhada de enorme explosão. Foi ouvida a 200 quilômetros, com uma onda expansiva que quebrou muitas janelas e fez o chão tremer.
Muitas pessoas descreveram essa experiência como o 'fim do mundo'.
Especula-se que o OVNI caiu na fronteira com a Argentina, em montanhas nevadas, mas até hoje ninguém sabe o que aconteceu realmente.
OVNI GIGANTES NO BRASIL
Segundo o pesquisador Paulo Coelho Neto, o maior disco voador já visto no Brasil teve como testemunha, na manhã de 6 de abril de 1955, em São Paulo, o comandante Auriphebo Berrance Simões. O objeto avistado tinha aproximadamente 300 metros de comprimento e estava ladeado de outros três OVNIs menores
CUB.

UFOS E ETs - COMPREENSÃO POR REGRAS AINDA DESCONHECIDAS.

Desafio ao Raciocínio - 
Acompanhando o desenvolvimento e as tentativas de elucidação do fenômeno, conhecendo as linhas de raciocínio, procurando manter a mente sempre aberta a novos caminhos e valores, mas vendo a repetitividade de casos e acontecimentos que não trazem novidades nem esclarecimentos, tentei imaginar as questões de outro ângulo.
O ser humano sempre fez parte de uma trilogia:
- Aquilo que os outros dizem que somos;
- Aquilo que nós pensamos ser;
- Aquilo que realmente somos.
Se pensarmos nisso, pode parecer correto, mas na verdade somos o que nem sequer imaginamos, algo totalmente desconhecido, que apenas recentemente iniciamos a perceber. Tudo é novo, perigoso e mágico. Somos deuses e primatas ao mesmo tempo!
Procuramos, geralmente, provas e fatos científicos para não cairmos em armadilhas ou ilusões, porém, em certas ocasiões, fica evidente que há algo a mais em sincronização, justamente o que chamamos de místico, holístico, transcendente à ciência. Certo dia, enquanto fazia (e faço) minhas orações, notei que alguns agradecimentos a Deus tinham mais sentido e significado do que poderia supor e, talvez, ali estivesse algum tipo de segredo ou código para uma melhor compreensão do enigma:
1- Agradeço sempre ao Criador por tudo aquilo que sequer fazemos idéia que somos ajudados ou protegidos;
2- Manifesto minha gratidão pelo que não nos é permitido saber;
3- Peço perdão por nossa ignorância e - por quê não?- inocência.
Interpretação - Na primeira parte, é óbvio a existência de certos enigmas e perigos no Universo que talvez nem mesmo os ETs compreendam. E fica claro, igualmente, um tipo de proteção divina (pelo menos até agora) ao planeta em relação a essas incógnitas.
"Não nos é permitido saber..." Estaria correto isso? Será que realmente precisaríamos de autorização para certos tipos de avanços, provas científicas e deduções?
Lá se foram 60 anos em que começamos a captar pequena parte da realidade, dando nomes aos bois, ou seja, discos voadores e seres extraterrestres, agora estamos descobrindo novas possibilidades, teorias, novos caminhos e valores em diversas ciências. Isso já é um avanço, adquirimos essa consciência!
Seria uma permissão divina? Na hipnose, por exemplo, sabemos que, mesmo sob transe profundo, certas pessoas relembram apenas parte da abdução, permanecendo ocultas de nosso conhecimento as informações mais importantes, justamente as que nos trariam algumas respostas vitais para melhor compreensão dos mecanismos e propósitos de tais
abordagens.
Por quê? Neste caso, parece evidente não ser permitido saber além de certo ponto. Em variadas oportunidades, surgem mensagens truncadas, de difícil tradução ou desmistificação, onde pessoas simples, humildes e meramente comuns tentam nos passar informações pouco elucidativas que aparentam estar pela metade, no entanto confirmadas posteriormente no cruzamento de investigações. Por exemplo, um brasileiro abduzido relata sob hipnose o diálogo produzido a bordo de um UFO com seus raptores, revelando parte de uma espécie de programa. Depois de um tempo (às vezes anos), um abduzido japonês narra outro caso em que parece haver uma ligação direta entre o caso no Brasil, numa espécie de mensagem continuada.
Mas segredos ainda permanecem trancafiados em suas memórias. Existem ocasiões em que as vítimas, ainda em transe, parecem sofrer uma manipulação alienígena "ao vivo", ali mesmo, na frente dos pesquisadores, quando simplesmente
informam não ser permitido ir além daquele ponto.
Mesmo em regressões a vidas passadas, homens e mulheres recordam quem foram em outras existências, mas ninguém foi capaz de contar com precisão o que existe entre uma vida e outra, como e o que acontece entre essa transição. Novamente há algo mais que não estamos aptos a saber. Devem existir regras, às quais sequer sonhamos e, então, percebemos o despreparo e a fragilidade inerentes ao ser humano.
Mas qual a razão para agradecer a Deus pelo que ainda não conhecemos? Certamente, não teríamos domínio e entendimento sobre mistérios além da capacidade física. Energias, formas de vida com uma profundidade antimaterial e espiritual inconcebíveis, mesmo já presentes entre nós, não possuiríamos ainda a sensibilidade necessária para introduzi-las ao meio. Além disso, se com o pouco que temos realizamos tantas barbáries...
Somos ignorantes sim, mas no sentido de estupidez e teimosia, egoísmo econômico, materialista, em questões militares, políticas, sociais, destruição ambiental, etc... Maior é nossa inocência, em relação aos mistérios do próprio ser humano, da Terra e perante a grandiosidade inefável do(s) Universo(s).
Pontos - A partir desse ponto de vista, ao invés de cruzarmos os braços aguardando o alvará do conhecimento, constatamos a importância e necessidade da continuidade das pesquisas ufológicas, iniciadas oficialmente na década de 40 do século passado. Parece proposital, para incentivar-nos, acelerar nosso processo de mudanças e descobertas de
novos horizontes. Estamos no caminho certo, apenas os atalhos estão bloqueados. Mãe Terra, Deus, deuses ou simplesmente extraterrestres, não fornecerão as respostas, teremos nós mesmos de ir buscá-las, mas com aptidão para absorvê-las e assimilá-las. Mais uma vez, chegamos à conclusão de que o grande desafio está entre os próprios humanos, de como descobrir e transpassar estas barreiras interiores, como despertar de uma vez por todas a sapiência adormecida no homem contemporâneo. Todavia, apenas pelo fato de estarmos conscientes disso, já demos mais um passo à frente, somamos mais um ponto em favor da Verdade, recuar é um verbo proibido. Tenho plena convicção de que chegaremos lá, pois tudo leva a crer: "nós temos essa permissão".
CUB - Por Paulo R. Poian.

POR QUE TUDO GIRA NO UNIVERSO?

tudo gira no universo
Do micro ao macro, tudo gira no universo: os elétrons em torno de núcleos, luas em torno de planetas, planetas em torno de estrelas, estrelas em torno de galáxias…
Por quê?
Essa é uma questão que não pode ser respondida sem que voltemos ao início de tudo.
Antes do nosso universo ser preenchido com matéria, antimatéria e radiação, estava em um estado de rápida expansão, onde a única energia encontrada no espaço-tempo era a energia intrínseca ao próprio espaço.
Este foi o período de inflação cósmica que deu origem ao Big Bang que identificamos com o nascimento do que chamamos de nosso universo. Durante este tempo, tanto quanto podemos dizer, flutuações quânticas foram produzidas, mas não podiam interagir umas com as outras, já que a expansão do espaço era demasiado rápida. Ela também era a mesma em todos os lugares e em todas as direções, sem eixo preferencial de qualquer tipo.
Quando a inflação acabou, a energia intrínseca do espaço foi convertida em matéria, antimatéria e radiação, e essas flutuações quânticas deram origem a regiões superdensas ou pouco densas no universo em rápida expansão. Isto é o que nós chamamos de Big Bang.
Desde o início, todas as partículas fundamentais nascem com um momento angular intrínseco: uma propriedade conhecida como spin (em português, algo como “giro” ou “rotação”) que não pode ser separada da própria partícula (somente o bóson de Higgs, de todas as partículas fundamentais, tem um spin que é intrinsecamente zero).
Quando estas partículas são criadas, não fazem isso orbitando qualquer outra, porque não tiveram a oportunidade de interagir com outras ainda. Mas elas já nascem com energias cinéticas intrínsecas e em locais com densidades variáveis.
No começo do universo, conforme as partículas que nasciam colidiam e interagiam gravitacionalmente, as regiões mais densas atraíam mais e mais matéria e energia, enquanto as menos densas ficavam ainda mais escassas. Com isso, as diferenças gravitacionais entre elas foram aumentando cada vez mais.
A menos que duas dessas fontes gravitacionais sejam ambas perfeitamente esféricas e se movam em uma velocidade ao longo da linha imaginária que as liga (o que é extremamente improvável), elas vão exercer um certo tipo de força sobre a outra: a força de maré.
Cada porção de matéria e energia que se move relativamente não alinhada com qualquer outra porção de matéria e energia provoca uma interação gravitacional que cria um “torque” – um momento angular, uma grandeza vetorial da física que afeta cada pedaço de matéria que conhecemos.
Conforme o tempo passa e o colapso gravitacional acontece, estas pequenas quantidades de momento angular – 50% das quais devem ser no sentido horário e 50% no anti-horário – são suficientes para causar aglomerados imensos de matéria a rodar muito lentamente.
E eles continuam rodando, por causa do que chamamos de quantidades conservadas. Você provavelmente está familiarizado com a conservação de energia: a afirmação de que a energia não pode ser criada ou destruída. O momento angular também é uma dessas quantidades (que você pode observar na prática olhando uma patinadora puxando seus braços e pernas para perto de seu corpo).
Ao mudar o que é conhecido como o momento de inércia (trazendo sua distribuição de massa mais perto de seu eixo de rotação), a conservação do momento angular determina que sua velocidade angular (ou velocidade de rotação) deve aumentar para compensar:
momento angular
Estrelas, planetas, luas e mesmo galáxias – todo sistema conhecido no universo – têm experimentado essas forças de maré, e tem uma quantidade diferente de zero do momento angular em relação a outros objetos no universo.
Em resumo, gravitação, torques e a conservação do momento angular são os motivos pelos quais tudo gira no universo. [medium]

MISTÉRIOS DO MAR

" Ainda que o Triângulo das Bermudas goze de muito mais celebridade, existem em nosso plane ta vários "vértices" ou "centros" de anomalias magnéticas, que em número de doze são distribuídas a intervalos regularmente espaçados sobre os paralelos 36° norte e sul. Como você deve recordar, foi Ívan Sanderson quem se ocupou do estudo destas zonas perigosas em sua obra "Residentes invisíveis", e quem formulou pela primeira vez esta hipótese. Ainda que a casuística nestas zonas não é tão espetacular como a do Triângulo das Bermudas, merece que conheçamos alguns acontecimentos surpreendentes.
Afeganistão, Golfo Pérsico e as Rodas LuminosasNestas outras "zonas malditas", os aparelhos eletrônicos dos barcos e aviões sofreram interferências ou anulações, desapareceram homens e naves e o espaço-tempo normal sofreu estranhas distorções. Igual ao que acontece com o Triângulo das Bermudas nada se sabe acerca de que ou quem pode produzir tão misteriosas perturbações. Das 12 zonas mortais que se encontram distribuídas em espaços regulares por todo o planeta, somente dois, a do Afeganistão e a Antártida, se apresentam na massa continental terrestre, sendo todas as demais marinhas. O ponto terrestre de perturbações magnéticas localizadas no Afeganistão constitui, com o Golfo Pérsico, pelo sudeste, um "rombóide mortal", centralizado nos 36° norte e os 75° leste aproximadamente.
A história das desaparições aéreas no Afeganistão é relativamente recente, tendo ocorrido quase todas elas durante a segunda guerra mundial. Durante os anos da guerra (1939-1945) os aliados, junto com os norte-americanos, estabeleceram uma rota aérea de abastecimento e controle que sobrevoava o Afeganistão. Neste período desapareceram misteriosamente vários aviões norte-americanos, alguns dos quais, segundo informação revelada posteriormente, parece que transportavam carregamentos de barras de ouro. Nunca conseguiram localizar os restos
dos aviões ou de seus tripulantes e oficialmente foram dados por desaparecidos.
Mais que desaparições, o que nestas águas vem sendo produzidas são estranhas visões de "rodas fosforescentes" submarinas. Em 15 de maio de 1879, o comandante J. E. Pringle, que viajava no comando do navio de guerra britânico "Vulture" por águas do Golfo Pérsico, observou a presença de ondas luminosas por baixo da água que se moviam a
grande velocidade, passando por baixo do navio. Segundo puderam observar, para o leste, o estranho fenômeno oferecia a forma de uma grande roda giratória com o centro naquela mesma direção. Os raios da gigantesca roda eram luminosos. E olhando para o oeste puderam ver outra roda similar que girava em direção contrária. Antes e depois desta estranha visão parece que o barco navegou por zonas cobertas de certa substância flutuante de aspecto oleoso.
Depois desta data inúmeros testemunhos de navegantes e viajantes que atravessaram estas águas foram conhecidos através de diversas publicações. As "rodas luminosas" de Charles Fort O famoso autor americano Charles Fort, em sua obra "Livro dos condenados",
recolhe grande quantidade de testemunhos sobre "rodas luminosas" nesta e outras zonas. Apesar das coincidências entre todos os acontecimentos referidos pelas testemunhas presenciais, não está claro de como é possível que gigantescas rodas luminosas são encontradas sob a superfície do Golfo e o que podem estar fazendo naquelas águas.
Para explicar estes fatos, alguns prestigiosos autores e pesquisadores apontaram diferentes hipóteses. O célebre astrônomo norte-americano Carl Sagan, junto com os autores franceses L. Pauwells e J. Bergier ("O retorno dos bruxos"), concordaram em afirmar que, possivelmente, "a civilização nasceu na Suméria, graças à vinda de misteriosos homens-peixes, chegados do espaço e que se instalaram nas profundezas do Golfo Pérsico. Estes visitantes extraterrestres seriam chamados Akpalus e conhecemos sua existência graças a Be-roso, sacerdote babilônico do
século ÍV antes de Cristo.
No entanto, nas águas do Golfo Pérsico que formam o limite sudoeste desta zona mais ou menos ramboidal, desde há quase duzentos anos vem acontecendo testemunhos de estranhas visões e anomalias em barcos que viajavam pelas águas próximas ao Golfo Pérsico e o Golfo de Omán. Beroso teve acesso a rolos e tábuas de escrita cuneiforme, de milhões de anos de antiguidade, que ele sabia ler e cujos textos traduziu ao grego clássico. Carl Sagan baseia suas afirmações nos fragmentos antigos de Cory, onde foram compilados vários textos de Beroso.
Pela leitura destes textos sabemos da existência de um homem-peixe chamado Oanes, que tinha um corpo pisciforme, mas andava erguido e vivia como um anfíbio. Segundo se descreve a esta fantástica criatura, sob sua cabeça de peixe tinha uma segunda cabeça, e se apresentava a nós corno o primeiro "educador", ensinando aos homens a construir suas
casas e iniciando-os na escrita, nas ciências e na arte. Animais-Homens, seres anfíbios inteligentes.
Apareceram outros seres parecidos com Oanes. Um deles foi o Anedoto Musaro Oanes, também procedente das águas do Golfo Pérsico, e até um quarto Anedoto, com a mesma forma pisciforme e alguns traços humanóides. Os akpalus são representados como "animais-homem inteligentes", que revestiam seu corpo com uma espécie de capacete e manto. (Existe um cilindro assírio no qual é representado Oanes e outras figuras vestidas desta "maneira". Inclusive uma delas parece carregar às costas certos "aparelhos").
E lógico pensar que, por suas características, os akpalus procediam de um planeta no qual a água devia ser o elemento dominante da vida.
Um planeta de Sírio? Segundo o pesquisador americano Robert K. G. Temple, em sua obra "O Mistério de Sino", este planeta aquático poderia ser algum que girasse ao redor da estrela Sino. BSino é uma estrela de primeira magnitude (1,3 de magnitude absoluta) que se encontra há 8,7 anos luz de nosso planeta. Há uns sessenta anos se soube que está acompanhada de uma estrela "anã branca", que foi chamada Sino B, composta de uma matéria superdensa e pesada.
No entanto, o mais assombroso que revela o livro de Temple é a existência de uma tribo negra, os dogões, que habitam um território na República de Mali, que conhecem, ao longo de gerações, a existência da estrela "anã" companheira de Sino.
Identificam esta "anã branca" com a pequena e pesada semente da Digitalia, chegando a traçar perfeitamente sua órbita elíptica, em um de cujos pontos situam, quase exatamente, a Sino A. E também afirmam que existe uma Sino C, que nossos meios tecnológicos ainda não conseguiram descobrir.
O tradicional culto a Sírio Este conhecimento está reservado aos sacerdotes da tribo e aos iniciados no culto a Sino e lhes foi comunicado pelos garamantes (antigo povo da Líbia), dos quais nada se conhece, que por sua vez o receberam dos egípcios, e estes dos sumérios.
Os dogões sabem, desde antigamente, que Digitalia ou Sino B é muito "pesada" e que demora cinqüenta anos, cifra exata, em seu giro ao redor de Sino A. Como chegou este conhecimento à tribo dos dogões? Por que o assombroso segredo ficou escondido no coração da África?
Alguns pesquisadores supõem que os chamados nommo pelos dogões eram os mesmos akpalus que procediam de um planeta de Sino C e que comunicaram aos homens que haviam civilizado o incrível descobrimento.
Seres anfíbios inteligentes Em sua obra, Robert K. G. Temple escreve: "Vale a pena assinalar que no caso de que alguns planetas do sistema de Sino fossem aquáticos, devemos considerar seriamente a possibilidade de que nele existam seres inteligentes, porém anfíbios.
Isto seria relacionado com a lenda de Oanes...; ele seria o ser anfíbio da tradição sumeriana mencionada pelo astrônomo Carl Sagan e ele foi quem contribuiu à civilização do homem. Dito de outro modo, os seres deste tipo seriam um pouco como sereias ou tritons..., e em certo modo poderiam ser parecidos a nossos inteligentes amigos os delfins". E continua:
"Foi nessa época quando apareceu o Musaro Oanes Anedoto do mar Eritreu, que para os antigos era o corpo de água que hoje subdividimos no Golfo Pérsico, o Mar Vermelho e o Oceano Índico".
Podemos supor que ainda as profundidades marinhas do planeta estão habitadas por estes seres anfíbios? Ou talvez que os sucessores dos primeiros akpalus continuam visitando-nos? E difícil responder às perguntas e imaginar que algo assim está acontecendo. No entanto, a possibilidade de que as águas do planeta sejam visitadas explicaria as misteriosas visões de luzes em forma de rodas, que se movem sob as águas e que às vezes emergem para desaparecer até mundos desconhecidos.
Zonas perigosas: Austrália e Nova Zelândia
A certa distância da costa da Austrália, em pleno Oceano Índico, é encontrada uma nova zona "perigosa". E quase sobre a Nova Zelândia, 62° mais ao leste da anterior, existe outra. Desde há aproximadamente um século vêm sendo recolhidos testemunhos de misteriosas visões nesta zona.
O incansável Charles Fort, do qual nos é imprescindível seu trabalho nesses temas, nos informa dos casos mais antigos. Todos esses supostos casos se referem a "aterrissagens" em mares, rios, lagos, etc...
Em sua obra conhecemos os testemunhos oferecidos pelos tripulantes do bergantim "Ímnerwich" quando viajavam entre Yokohama e Victoria (Austrália), em 24 de fevereiro de 1885. Anteriormente, em 1881, duas testemunhas de privilégio, pois eram os filhos do príncipe de Gales, observaram a bordo do navio "La Bacante", quando navegavam entre Melbourne e Sydney, "um objeto completamente resplandecente".
A geografia da Nova Zelândia é muito peculiar, composto por duas ilhas principais e numerosas pequenas ilhas, algumas das quais bastante longínquas. A Ilha Sul é a maior massa de terra e está dividida ao longo do seu comprimento pelos Alpes do Sul, cujo maior pico é
o Monte Cook com 3 754 m. Na Ilha Sul há dezoito picos com mais de três mil metros de altitude. A Ilha Norte é menos montanhosa do que a Sul, mas está marcada por vulcanismo. Na Ilha Norte, a montanha mais alta, Ruapehu (2797m) é um cone vulcânico ativo. A área total da Nova Zelândia, 270 500 km² é um pouco menor que a do Japão ou que as Ilhas Britânicas e um pouco maior do que a do Colorado nos EUA. O país estende-se por mais de 1600 Km ao longo do seu eixo principal norte-nordeste.
O clima é ameno, com temperaturas raramente inferiores a 0ºC ou superiores a 30ºC. A temperatura média diária em Wellington, a capital, localizada no centro do país, é de 5,9ºC no Inverno e 20,3ºC no Verão. Muito afastada das terras mais próximas, a Nova Zelândia é, entre as massas de terra de dimensões consideráveis do planeta aquela que está mais isolada. Os seus vizinhos mais próximos são a Austrália, para noroeste, e a Nova Calcedônia, Fiji e Tonga, para norte. Casos relatados por Guieu Quanto aos casos mais modernos é o pesquisador francês Jimmy Guieu quem nos oferece abundante material. 
Por exemplo, em 14 de julho de 1959, segundo testemunho de alguns caçadores, na ilha do Príncipe de Gales foi produzida a aterrissagem de um estranho objeto de cor vermelha. Ao mesmo tempo outro grupo de testemunhas informou ter visto um objeto similar no chamado Refúgio de Karumba.
Novamente em 16 de junho de 1962 voltou a ser observada uma nova aterrissagem de outro misterioso aparelho de cor prateada, na mesma ilha, sobre a lateral de uma colina. Também na zona da Nova Zelândia puderam ser constatados casos de OVNÍS. Em 27 de novembro de 1952 foi visto, por um piloto aviador, sobre a zona de Nedim, no bairro de Auckland, um grande objeto que emitiu um resplendor cinza azulado e que voava a uma velocidade estimada em 450 km/h.
CUB

O MISTÉRIO DOS UNIVERSOS PARALELOS


As infinitas possibilidades que nossas mentes nos dar para enfim tentarmos adivinhar e deslaçar este emaranhado de “perguntas e mistérios” que nos cerca e bombardeia o tempo todo. É o que nos faz questionar mais e mais sobre o que há.
E a cerca do que possam existir além do que não conhecemos - tudo é um misterios, dentre outras coisas (co-existindo na mesma realidade, em níveis vibratórios diferentes...) é estranho, quando não sabemos se quer responder: o que pode dividir o mesmo espaço que nós. Quem somos neste vasto universo? Se é que podemos obter uma resposta concisa? Já que somos parte de tudo “que permeia e é permeado” por uma força operante que não pode ser descrita erroneamente; que não se pode dar uma nome - seja ela qual for para começo de conversa, sem enrolação teórica baseada no velho mainstream - uma corrente viciosa sem vontade de lhe dar com a verdade.
Leia:
Eis um tema que, seguindo o mote lapidar da coluna, intriga por ser dos mais controversos, gerando muitas interpretações, diversas hipóteses e um sem-número de variações: a possibilidade da existência paralela de mundos como a Terra, bem como outros planetas e até galáxias.
Isto implicaria dizer que nesses planos sobrepostos existiria a contraparte de cada um dos habitantes do planeta, igual fisicamente, mas com destinos diferentes. A celeuma aumenta quando apregoam, ainda, que seriam em número de vinte e um os planos paralelos. Mas, como seria “viver” simultaneamente várias realidades?
Inicialmente, não seria um contra-senso com a própria palavra “individualidade” ? Então, vale dizer que cada ser humano, além de ter um espírito, teria também vários outros corpos? Qual seria o verdadeiro? E mais: a “matriz” somente estaria completa a partir do momento em que os talvez 21 corpos morressem? Por que o espiritismo não comenta tal assunto, caso este tenha alguma consistência?
Em síntese: aventam os físicos que existe possibilidade que vários corpos de uma mesma pessoa possam existir ao mesmo tempo em ambientes idênticos, porém com realidades distintas. Daria, pois, esta teoria consubstância à hipótese da viagem no tempo? Isto porque o paradoxo do tempo (matar o próprio avô num passado remoto e deixar de existir por isso) seria resolvido, uma vez que poderia ter sido o “outro avô”, o assassinado?
E se tudo isso for realmente comprovado? Como passaria a ser o comportamento do ser humano, sabendo que outros “eus” seus estariam coexistindo independente da vontade cada um? Que tipo de auto-conformismo poderia ser gerado?
Afinal, esta seria mais uma alternativa para a remissão de seus pecados? Se assim fosse, o que diriam os reencarnacionistas? Não bastariam as tantas vidas para a pessoa viver nesta vida, tentando se redimir e, agora, outras tantas mais com os outros corpos? Como seria resolvido este impasse? Como ficaria também o espírito de quem já morreu?
De “quem” ou de que corpo, ele seria pertencente? Do corpo do universo 1, ou do universo 2, e assim por diante? Muitos corpos, muitos espíritos, ou haveria uma espécie de “matriz” ficaria à espera de suas “filiais” para se complementar? Há quem diga que os sonhos poderiam ser um filme dessas outras vivências,por isso, às vezes são tão desconexos com a realidade em que se vive.
Até o fenômeno “deja-vu”, a sensação de que se tem quando uma determinada situação é lembrada pela pessoa, poderia ser explicado através desta teoria..
Por outro lado, outros explicam essa misteriosa lembrança de outra forma: durante o sono, o espírito “viajaria” ao futuro e veria a cena que iria acontecer com o seu corpo, guardando o fato na memória consciente.
Até as chamadas coincidências teriam explicação maiscoerente. Elas teriam sincronicidade com as outras realidades, não obstante a surpresa que sempre suscitam.
No final das contas, o fato é que além da reencarnação, o ser humano teria mais uma gama de chances para se redimir através das muitas outras vidas materiais que teria. Seria Deus tão condescendente assim? Se assim o for, poderia ser depreendido a partir daí, que a pessoa forçosamente vai chegar à perfeição ainda mais depressa.. Mais dia, menos dia. E com todos os seres vivos, seja de que reino for (mineral, vegetal e animal).
Mas, e quando isto acontecer? Como seria o universo quando todos, sem exceção, chegarem ao ápice? Seria determinado o fim de tudo? O começo do nada absoluto?
Perguntas e mais perguntas. Inoportunas, talvez, mas inconsistentes jamais.
Assim, a “teoria do multiverso” é mais uma dúvida que integra este imenso rol de mistérios que cerca o desnorteado “homo sapiens” (nem tão sabido assim).
Afinal, mesmo sendo a certeza absoluta inatingível, a verdade é que os fios da meada continuam sendo puxados pelo incansável ser ávido por respostas plausíveis pelo menos.
Se um curioso dá trabalho à sua própria irriquieta personalidade, imagine-se vários “eus” à cata de uma só resposta! É muito ego para ser alimentado...