Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Neith, a misteriosa lua de Vénus

Neith
Um dos mais proeminentes astrónomos de seu tempo, Giovanni Domenico Cassini, relatou ter visto um pequeno astro, em 1672, em companhia do planeta Vénus.
Cassini agiu com prudência e decidiu não anunciar publicamente a sua observação. Passaram-se 14 anos até 1686, quando ele viu novamente o misterioso objecto e decidiu falar.
O suposto satélite mostrava-se com a mesma fase que o planeta Vénus e parecia ter cerca de 1/4 de seu diâmetro.
Porém, em 1766, o director do Observatório de Viena publicou um artigo onde declarava que todas as observações do suposto satélite não passavam de uma ilusão de óptica – a imagem de Vénus era tão brilhante que reflectia no olho do observador, voltando ao telescópio e criando uma imagem secundária em menor escala.
O director do Royal Observatório, M. Hozeau, sugeriu uma explicação diferente.
Analisando os dados de observações recentes, Hozeau concluiu que o objecto não era uma lua de Vénus, mas um planeta em si, orbitando o Sol em 283 dias, e dessa forma aparecendo próximo a Vênus a cada 1080 dias.
Algumas, de facto, acabaram revelando-se meras estrelas na "vizinhança" de Vénus. Depois disso apenas um outro artigo foi publicado, em 1892. Foi quando E. E. Barnard relatou um objecto de sétima magnitude próximo a Vénus.
Mas não havia nenhuma estrela na posição apontada por Barnard e ele era um excelente observador. Até hoje ninguém sabe o que ele viu. Poderia ser um asteróide não catalogado ou uma estrela nova de vida curta, que ninguém mais observou.
Neith nunca mais foi vista.

Um Flagrante Memorável!

A Estação Espacial Internacional capturado quando passava em frente à Lua em 06 de dezembro de 2013, como pode ser visto a partir de Puerto Rico. Crédito e copyright: Juan Gonzalez-Alicea.


Como seria viver na Lua?




Foto: www.esa.int
A idéia de construir um posto avançado lunar há muito que capturou a imaginação das pessoas. Mas como seria realmente viver na lua?
A exploração do espaço há muito que se foca na lua, com o satélite da Terra a ser o cenário de uma série de missões importantes.
Uma nave espacial soviética em 1959 fotografou o lado mais distante da Lua pela primeira vez, e em 1969, a NASA colocou pessoas na superfície lunar pela primeira vez.
Várias missões se seguiram, incluindo a Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA que fez o mapa topográfico da Lua com maior resolução até à data, cobrindo 98,2 por cento da superfície da lua.
Ao todo, os dados de inúmeras missões sugerem que não há lugar na Lua que fosse agradável para viver, pelo menos em comparação com a Terra. Os dias lunares estendem-se por cerca de 14 dias terrestres com temperaturas médias de 123 graus Celsius.
De igual forma, as noites lunares também se estendem aproximadamente por 14 dias terrestres (devido à rotação da lua) e mantêm um frio intenso de menos 233 graus Celsius. O único lugar onde ser poderia construir uma base sem ter que lidar com esses extremos é, curiosamente, perto dos pólos.
Estas áreas provavelmente armazenam grandes quantidades de água gelada e desfrutam de níveis baixos de luz do sol por vários meses. Em vez do calor escaldante, o meio-dia lunar é uma espécie de perpétuo por do sol ameno, com temperaturas em torno de 0 graus Celsius devido ao baixo ângulo do sol.
Postos avançados nos pólos ofereceriam vistas diferentes de tudo na Terra. Decorando as vastas planícies de lava da Lua estão grandes "montanhas", relativas a impactos, sendo a mais alta de 5,5 km de altura. Algumas das planícies estão também pontilhadas por cavernas onde a lava provávelmente drenou em cavernas subterrâneas.
A lua também ostenta enormes crateras, com tamanhos de 40 km. Outra visão deslumbrante na Lua seria um eclipse solar, que ocorre quando a Terra bloqueia o sol. Da lua, a Terra apareceria como um anel de vermelho-laranja claro que dominaria o céu. E, embora a lua esteja, em média, a uns gritantes 384.400 km da Terra, enviar fotos para a Terra levaria um pouco mais de um segundo.
Quanto a actividades recreativas, a gravidade da Lua é um sexto da da Terra, sendo que os esportes lunares seriam um desafio. O colonizador lunar poderia saltar e lançar uma bola seis vezes mais alto do que na Terra. Por outras palavras, a distância entre os postes da baliza em um campo de futebol lunar americano teriam de ser 549 metros, ao contrário dos 91 m na Terra.
Os atletas lunares não teriam necessidade de verificar a previsão meteorológica. Por causa da sua atmosfera muito tênue, a Lua não tem meteorologia. Todos os dias são ensolarados, sem chance de chuva. Você poderia, no entanto, ter que ter cuidado com o clima espacial, que inclui partículas de meteoros que podem ser tão grandes quanto bolas de golfe e partículas altamente energéticas de explosões solares.
Outro perigo potencial seriam os tremores lunares. Os sismógrafos deixados na superfície lunar durante a Apollo mostram que a Lua ainda é sismicamente ativa, e ainda tem raros, terremotos uma hora de duração, medindo até 5,5 graus na escala Richter. Estes terremotos seriam fortes o suficiente para causar danos estruturais a edifícios. [Space]

A escala de Kardashev para medir a força de uma civilização alienígena

escala topoAinda não fizemos contato oficial com uma civilização alienígena. Se eles estiverem lá fora — e certamente estão — não temos a menor idéia de como eles são. Ou temos? Considerado o que sabemos do universo e de nossa própria civilização, deveríamos ser capazes de adivinhar algumas coisas. E na verdade, várias décadas atrás, um astrofísico russo elaborou um sistema de classificação para descrever possíveis alienígenas. A escala foi criada por Nikolai S. Kardashev, um cosmólogo da era soviética que ainda está em atividade hoje. Embora ele tenha 81 anos, Kardashev trabalha como vice-diretor do Instituto de Pesquisa Espaciais da Rússia, na Academia de Ciências Russa em Moscou.
Durante a década de 1950, enquanto seus pais estavam nos campos de trabalho escravo de Stalin, ele estudava astronomia na Universidade de Moscou. Seu interesse primário foi astrofísica e o potencial teórico de ‘buracos de minhoca’, mas tinha uma fascinação pela procura por inteligência extraterrestre.

Kardashev Tipo I

Uma civilização do Tipo I de Kardashev deveria estar em um nível tecnológico próximo daquele que atingimos na Terra, com um consumo energético de ~4 x 1019 erg/sec. Ou seja, aproximadamente 1012 Watts. A intenção inicial de Kardashev era a de descrever uma civilização não muito diferente da nossa, mas uma que ainda tinha que explorar todos os recursos do sistema solar. Uma civilização do Tipo I é tipicamente associada com uma civilização hipotética que tenha angariado toda a energia disponível à ela em seu planeta. Como o físico Michio Kaku disse, uma civilização de escala planetária poderia “controlar terremotos, o clima — e até mesmo vulcões“. Ela teria tirado proveito de todos os centímetros do planeta e construído “cidades nos oceanos“.
Para que uma civilização alcance o status de Tipo I, ela necessita capturar toda a energia solar que chega ao seu planeta, bem como todas as formas de energia que ele produza, como térmica, hidráulica, eólica, oceânica, e assim por diante. Mais radicalmente, o status de Tipo I somente seria verdadeiramente atingido uma vez que todo o planeta seja fisicamente reconfigurado para maximizar seu potencial de produção de energia. Por exemplo, toda a massa planetária poderia ser reconstituída para formar um enorme conjunto solar para energizar seu maquinário sedento de energia. Obviamente, não somos uma civilização do Tipo I. Nem perto. Mas Kadu prevê que chegaremos lá eventualmente, talvez em um século ou dois. Mas isso pode acontecer antes, se o crescimento computacional continuar no ritmo atual. Hipoteticamente falando, uma super inteligência artificial poderia ser iniciada em 3 ou 4 décadas.
nikolai

Kardashev Tipo II

O próximo passo é um enorme salto. E na verdade, cada incremento na escala Kardashev está em uma ordem de magnitude maior do que a anterior. Pré-datando a Lei de Moore e os Retornos de Aceleração da Lei de Kurzweil, Kardashev notou que a taxa de consumo energético da humanidade estava aumentando compassadamente. Ele escreveu “…o aumento no uso de energia é colocado a 3-4% sobre o período de 60 anos, com base nas descobertas estatísticas“. Consequentemente, ele previu que em aproximadamente 3.200 anos, “o consumo energético será igual à produção do Sol por segundo… i.e. 4 x 1033 erg/sec“. Isto o levou a especular sobre uma civilização do Tipo II. Para uma civilização extraterrestre alcançar este nível, ela teria que capturar toda a energia de sua estrela mãe.
A melhor maneira de alcançar isto, é claro, seria construindo uma Esfera Dyson. É difícil prever quando poderemos alcançar o Tipo II, mas o físico Stuart Armstrong diz que poderíamos começar o projeto em poucas décadas. E uma vez iniciado, ele estaria sujeito a rapidamente aumentar a velocidade de sua construção – legiões de robôs poderiam ser energizados pelas porções recém construídas da Esfera de Dyson. Com toda esta energia, uma civilização avançada — provavelmente uma que seja pós-biológica em natureza — usaria a energia em seus supercomputadores e impulsionar outros projetos, como ondas de colonização interestelares.

Kardashev Tipo III

Kardashev descreveu uma civilização do Tipo III assim: “Uma civilização em posse da energia na escala de sua própria galáxia, com um consumo energético de ~4 x 1044 erg/sec“. Esta é uma tremenda quantidade de energia, na cada de entre 1036 Watts a 1037 Watts. Cada centímetro de uma civilização T III seria colonizada e sua energia utilizada. Da perspectiva de um observador externo, uma galáxia ocupada por uma dessas civilizações seria completamente invisível, a não ser pelo vazamento de calor que poderia ser registrado com medidores de luz infravermelhos. Demoraria uma civilização de 100.000 a milhões de anos para passar de Tipo II para Tipo III. Mesmo em velocidades modestas, demoraria muito tempo para uma civilização completamente colonizar uma galáxia.
De nosso ponto de vista, pareceria como um buraco na galáxia, ou um inexplicável enorme buraco no espaço. Considere o Vazio de Boötes, por exemplo, um enorme pedaço do universo quase completamente sem estrelas e galáxias. Teoricamente, esta poderia ser uma enorme porção do universo que teria sido tomada por uma civilização do Tipo 3, ou K3. Interessantemente, Richad Carrigan do Fermilab argumentou que deveríamos procurar por sinais de civilização, não em nossa galáxia, mas em galáxias vizinhas. Sua idéia é de que deveríamos procurar por civilizações que estejam em transição do Tipo II para o Tipo III. Estas ondas de colonizações pareceriam como uma enorme bolha se estendendo para fora de sua estrela de origem.

Kardashev Tipo IV? V?

Embora Kardeshev nunca passou do Tipo III, outros tomaram sua idéia até o próximo nível. Um civilização do Tipo IV seria uma que colheria toda a força de um super agrupamento galáctico e um Tipo V teria toda a força do universo ao seu dispor.
Fonte: io9.com

Um bosque estranho ao lado de Moscou pode ser local de aterrizagem de extraterrestres

A 200 quilômetros ao sul de Moscou, perto de cidade de Ryazan, há um local onde, possivelmente, aterrizou um OVNI. No bosque, numa pequena área, crescem árvores recurvadas de modo incomum. Pesquisadores de fenômenos anômalos estão convictos de que as árvores foram entortadas pelo campo de força da nave dos extraterrestres. Habitantes locais chamam este local de “bosque bêbado”. Ele surgiu há relativamente pouco tempo – há 50-60 anos. Antes disso havia ali um bosque de carvalhos. Quando cortaram os carvalhos em seu lugar plantaram pinheiros. Nenhum dos moradores locais lembra se a nova plantação de coníferas logo cresceu torta ou entortou com o tempo. Correm muitas lendas e crendices entre os habitantes mais velhos. Afirmam que nesse local combateram outrora duas feiticeiras de aldeias vizinhas.
Os golpes de energia mágica atingiram os troncos das árvores e entornaram-nos – transmite as crendices locais o culturólogo e coletor de folclore Andrei Gavrilov:
“Habitantes locais contaram que viram aqui pessoas estranhas. Aparentemente uma pessoa. Mas se olhassem com mais atenção ela tinha cabeça de lobo ou de cão. Resumindo, um monstro. É perfeitamente possível que isto esteja relacionado justamente com a lenda sobre a luta de duas feiticeiras”. Nisto não terminam os prodígios. No bosque “bêbado” não há grama nem aves. Mas a poucos metros do trecho estranho há grama e pássaros cantam. É interessante também que nesse local somente as coníferas têm a forma recurvada incomum. As foliáceas crescem direito. Os cientistas supõem que a versão mais provável do surgimento do bosque “dançante” ou “bêbado” é anomalia geomagnética – diz o diretor do museu regional local, Alexander Gavrilov :
“Toda a questão são as brechas geotectônicas da crosta terrestre. Tais brechas provocam saídas da energia dos campos de torção, torrentes de turbilhão, que entortam as árvores. Simplesmente a natureza de tais campos e energia ainda é pouco estudada”. Trechos do bosque com árvores recurvadas de modo incomum podem ser encontradas também no oeste da Rússia, no litoral do mar Báltico, na região de Kaliningrado. E ali os cientistas também negam qualquer misticismo e falam que tudo se deve aos campos geomagnéticos. E os habitantes locais afirmam que estes locais são medicinais. E que as árvores encurvadas de modo incomum possuem energia especial, que influi positivamente sobre a pessoa.

O Interesse dos Extraterrestres nos Humanos




Se embarcarmos na odisseia de procurar a Verdade sobre qualquer aspecto de nós mesmos, seja esse aspecto a nossa espiritualidade, seja a nossa origem física, sejam os nossos comportamentos, sejam as nossas religiões.... Acabaremos sempre por tropeçar no fenómeno UFO (OVNI) ...
e acabaremos por ter de Despertar para essa Realidade inegável à qual estamos tão intimamente ligados. Muitos investigadores de diversas áreas, céticos quanto ao tema UFOs (OVNIs) acabam por ter de se render às evidências que os seus estudos profundos revelam. William Bramley, autor do livro 'Os Deuses do Eden', inicia o seu livro da seguinte forma: " Quando inicialmente comecei a pesquisar as origens da guerra humana, certamente a última coisa na minha mente eram os Objectos Voadores não Identificados...
As muitas revistas sobre discos voadores que uma vez se apresentaram nas prateleiras eram, na minha opinião, não merecedoras de séria consideração". No entanto, após sete anos de pesquisa sobre as origens da guerra humana, o investigador William Bramley descreve como os EXTRATERRESTRES têm vindo a interagir com a raça humana ao longo dos tempos, até à actualidade. Segundo Bramley o Homo Sapiens Sapiens (homem moderno) foi deliberadamente criado, através de manipulação genética, por 'deuses' (seres alienígenas humanóides, com traços e forma semelhante ao homem) os quais o autor denomina de 'tutores'.
Numa combinação genética de uma criatura terrestre com material genético dos próprios 'tutores', estes pretenderam, com esta criação, obter uma raça escrava inteligente capaz de executar os mesmos trabalhos que eles. Inicialmente terão sido criados seres sem a componente espiritual, mas os 'tutores' logo se aperceberam que sem o Ser Espiritual para animar o corpo, a criatura não tinha qualquer objectivo ou motivação e por isso era incapaz de executar os trabalhos pretendidos. O ESPÍRITO PARECE SER A VERDADEIRA FONTE DA CONSCIÊNCIA, PERSONALIDADE E INTELIGÊNCIA. Contudo, para manter a raça como escrava, os 'tutores' tinham de se assegurar de que ela não alcançava o conhecimento espiritual, senão os seres humanos seriam iguais aos 'deuses' criadores. Se os seres humanos crescessem espiritualmente ao ponto te tomarem conhecimento da sua IMORTALIDADE ESPIRITUAL (árvore da vida, árvore do conhecimento), não quereriam mais ficar presos ao corpo que animavam trabalhando como escravos. Os 'Tutores' têm então assegurado ao longo dos tempos que o genuíno CONHECIMENTO ESPIRITUAL nunca se torne disponível para a raça humana. O livro 'Os Deuses do Eden' de William Bramley conta-nos como os humanos foram distribuídos pelas várias partes do mundo com diferentes línguas (torre de babel), fomentando a desunião entre os humanos...
Conta-nos que as guerras são instigadas por terceiros que tomam os dois partidos e promovem as duas facções que se opõem, relatando o mesmo padrão desde a antiguidade até aos nossos dias... Conta-nos também como são criadas as diversas religiões e como são usadas como motivo para despoletar guerras e cometer genocídios. Conta-nos ainda como o início de uma nova religião, ou ramificação de determinada religião, segue sempre o mesmo padrão: um anjo ou um ser ascendido, um espírito ou um ser de luz apresenta-se ao homem advertindo-o de catástrofes, de um apocalipse, de que o fim dos tempos está próximo e que para se salvar, o Homem tem de adorar e obedecer aos Deuses, ou a Deus (depende da época cronológica da história humana). Todas as religiões actuais do mundo têm uma origem semelhante à descrita e seguem o mesmo padrão. Ao longo dos tempos é o próprio homem que segundo uma diversidade de razões e interesses próprios adiciona, ele próprio, uma série de regras, na doutrina da religião, que impõe sobre os fiéis. Todas as religiões afirmam na sua singularidade ser a única portadora da verdade sobre Deus e a única a oferecer a Salvação ao Homem.
William Bramley, relata também no seu livro o desenrolar, ao longo da História, da ramificação das sociedades secretas místicas e religiosas (templários, maçons, illuminati, etc.), e do envolvimento destas sociedades nas guerras, nos genocídios, na origem de seitas e novas religiões, na criação dos Bancos Centrais das várias nações, como os conhecemos hoje, e de como estas diferentes sociedades secretas eram muitas vezes instigadas, por uma terceira facção oculta, a rivalizarem umas com as outras, provocando ainda mais a deterioração da ética e da espiritualidade humana.

William Bramley não será com certeza o detentor de toda a Verdade, contudo a sua investigação mostra-nos um panorama geral da nossa História seguindo um único fio condutor focalizado que é bastante revelador. Os padrões observáveis que se repetem ao longo da História são por si só uma verdade inegável.
Se todos conseguissem elevar-se acima das suas crenças e ideologias e olhassem o quadro geral das religiões humanas poderiam desde logo perceber a Verdade e tomar um outro caminho mais sensato para alcançar a sua verdadeira espiritualidade.Podemos encontrar pequenas partes da Verdade em cada religião, em cada lenda, em cada mito, em cada história… mas nunca podemos cair no erro de pensarmos que apenas uma das facções é a detentora da Verdade, senão caímos sempre na mesma armadilha.
O DESPERTAR ESPIRITUAL, chega a cada um de nós pelo verdadeiro conhecimento da Verdade e pelo Reconhecimento do que realmente somos: um Ser Espiritual com imensas capacidades e IMORTAL; somos uma CONSCIÊNCIA em eterna expansão; uma ‘centelha’ que emergiu da Fonte, da Consciência Central, do Criador Primordial (o nome não é importante, mas sim o entendimento do conceito da verdadeira origem e essência do Ser). Tudo é vivo, tudo no nosso campo de percepção e para além do nosso campo de percepção tem a ‘centelha’ da vida.
Em termos físicos, materiais, o universo é simplesmente uma extensão da expressão do que podemos perceber com os nossos 5 sentidos. Somos feitos de átomos de carbono, assim como as estrelas e a Terra e tudo se interpenetra e move-se num mesmo meio. Quando a nossa consciência for capaz de pelo menos sentir isto, ou seja, sentir que pertence ao Todo, então seremos capazes de nos identificar com o Universo. Ao longo dos tempos fomos perdendo essa identificação com o Universo. É necessário então, agora, ir para além da contracção da nossa vida quotidiana, de forma a entender o propósito da nossa existência. Temos então de nos estender para além do limite do pequeno ‘Eu’ e ganhar esse ‘sentir’ de que pertencemos a algo maior do que a nossa própria individualidade.
Por vivermos ainda segundo uma visão tão individualista, não conseguimos ter a visão geral de que estamos efectivamente a criar, com as nossas acções, uma série de problemas para nós humanos, para a vida animal e vegetal, para o Planeta e até para o Universo. É neste motivo que reside um dos principais interesses dos seres extraterrestres no nosso planeta – monitorizar os humanos. Porquê? Principalmente porque, depois de termos criado a BOMBA ATÓMICA, podemo-nos autodestruir e consequentemente produzir com esta acção uma reacção que afectará com certeza outros no Universo. Não nos esqueçamos que tudo se interliga, através e para além dos nossos 5 sentidos.
Ao que parece, existem muitas RAÇAS de EXTRATERRESTRES a interagir e a monitorizar os seres humanos. Cada uma terá com certeza a sua agenda privada. Muitas raças alienígenas vivem segundo as LEIS UNIVERSAIS CÓSMICAS e são seres altamente evoluídos quer a nível tecnológico quer a nível espiritual (nem sempre estes dois modos de evolução andam de mãos dadas).
Temos a certeza de que alguns seres extraterrestres estão de facto com os olhos postos sobre as nossas actividades nucleares. A grande prova disso são os vários testemunhos dados recentemente no ‘NATIONAL PRESS CLUB’, em Washington em Setembro de 2010, tendo o mesmo sido coberto pela cadeia televisiva CNN.
Alguns de nós são efectivamente contactados por extraterrestres, não para estes realizarem experiências insólitas connosco, mas para nos darem mensagens importantes, como a de que vivemos no perigo total de autodestruição, por a nossa capacidade de invenção tecnológica estar a avançar mais depressa do que a habilidade que temos para nos controlarmos. Um bom exemplo é o facto de não nos apercebermos da significância das forças destrutivas que criamos em certos feitos científicos, sem perceber que ao mesmo tempo estamos a destruir o nosso planeta vivo, o qual é responsável pela nossa própria existência.
Felizmente, de entre todos os contactos imediatos com extraterrestres, parece existirem realmente alguns que, em oposição ao exposto no livro de Bramley, revelam querer ajudar a humanidade a Despertar e a viver em paz, sem guerras e em harmonia com as leis cósmicas. Será que alguns extraterrestres fizeram-se passar por deuses conscientemente? Ou...
Será que as mensagens dos extraterrestres têm sido mal interpretadas ao longo dos tempos, tendo apenas o Homem sido o único responsável pelos males descritos na História contada por William Bramley? Seremos nós, hoje em dia, capazes de interpretar correctamente as mensagens? Com os diversos contactos imediatos e as diversas canalizações que ocorrem nos dias de hoje, seria interessante receber uma mensagem que finalmente nos explicasse, com total transparência, a História do interesse destes Seres Extraterrestres, ao longo de milhares de anos, no Homem e no planeta Terra.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O legado do cientista serve de inspiração e ponto de reflexão para os ufólogos



Sagan, um incansável divulgador da ciência, sabia da existência dos discos voadores
“O cosmos é tudo o que existe, que existiu ou que existirá. Nossas contemplações mais despretensiosas dele nos induzem a um calafrio na espinha, uma perda de voz e sensação de vazio, como em uma memória distante de uma queda a grande altura. Sentimos que estamos próximos do maior dos mistérios”. Com essas palavras, quase poéticas, se inicia uma das mais importantes obras daquele que é conhecido como o maior divulgador científico de todos os tempos, Carl Sagan. Ele é freqüentemente lembrado como cético e, infelizmente, sempre mencionado nos meios ufológicos como um “chato” empedernido e sem imaginação, desses que não acreditam em nada e arrumam qualquer argumento, mesmo que absurdo, para desqualificar o que chamam de pseudociências – entre as quais incluem a Ufologia. 

Mas é completamente errado pensar assim. É muito preocupante que membros da Comunidade Ufológica Brasileira, além de destratarem o nome e a obra de Sagan, ainda critiquem seu “excessivo cientificismo” quanto ao Fenômeno UFO. É lamentável que essas pessoas – muitas das quais poderiam ser chamadas de “excessivamente crentes” – não conheçam mais a fundo a obra de Sagan e cometam a injustiça de colocálo na mesma categoria de outros indivíduos desqualificados, críticos contumazes daUfologia. Sagan, sem dúvida, acreditava na existência de vida extraterrestre. No próprio capítulo inicial de sua premiada série Cosmos [1980], mostrou que existem centenas de bilhões de galáxias, cada uma contendo em média centenas de bilhões de estrelas. Já na época em que a série para TV e o livro homônimo eram produzidos, no final dos anos 1970, o autor defendia que deveriam existir, talvez, tantos planetas quanto estrelas nas galáxias. 

Afirmando que na parte do universo que conhecemos deve existir dez bilhões de trilhões de planetas, Sagan defendia a existência de vida extraterrestre claramente. “Face a esses números esmagadores, qual a probabilidade de que uma única estrela comum, o Sol, seja acompanhada por um planeta habitado? Por que seríamos nós, aconchegados em alguma esquina perdida do cosmos, tão afortunados? Para mim, parece bem mais provável que o universo esteja repleto de vida”. Quantos foram os astrônomos, nos últimos anos, mesmo face a tantas descobertas extraordinárias na área de planetas extrassolares e organismos extremófilos [Capazes de viver em circunstâncias onde antes não se acreditava possível], a fazer afirmações como esta? Assim foi Sagan, quase sempre “profetizando” fatos que depois seriam constatados.
O livro mais famoso escrito por Sagan
Com a descoberta de mais de 200 planetas existentes fora do Sistema Solar e de várias espécies de organismos vivendo na Terra em condições há alguns anos consideradas impossíveis – até o momento em que este artigo está sendo elaborado –, a maioria dos cientistas atuais já aceita tranqüilamente a existência de vida extraterrestre e o fato de que, em nosso sistema, o planeta Marte e os satélites Europa e Titã, respectivamente de Júpiter e Saturno, são fortes candidatos a hospedá-la. Aliás, Sagan foi um dos primeiros astrônomos a apontar que poderia haver oceanos nestas luas. Hoje, muitos cientistas falam abertamente da possibilidade de vida extraterrestre em planetas e satélites de outros sistemas estelares, e até exoplanetas gigantes já foram descobertos dentro do que chamam de “zona habitável” do espaço, mas Sagan foi o precursor disso. Se tais planetas possuírem corpos ao redor, é altamente provável que tenham condições para abrigar água líquida, e portanto, serem berços de vida. 

Única civilização na galáxia — Infelizmente, apesar de admitirem a existência de vida extraterrestre noutros planetas, os cientistas atuais não têm a mesma ousadia que Sagan tinha há duas décadas, e se limitam a admitir que civilizações alienígenas são bem mais raras. Alguns dizem até que podemos ser a única civilização existente na galáxia, enquanto outros, mais pessimistas, ainda afirmam que, diante do tempo necessário para o desenvolvimento de seres inteligentes com condições tão específicas, é improvável que existam civilizações alienígenas. Talvez alguns leitores se lembrem de quando, na segunda metade dos anos 1990, uma edição especial da revista Superinteressante abordou o tema extraterrestre, e nela havia uma entrevista com o astrônomo Frank Drake. Surpreendentemente, em outro artigo da edição, em que foram comentadas as então recentes descobertas de exoplanetas, o autor conjecturava de forma absolutamente anacrônica que a Terra seria mesmo um caso único, como planeta pequeno e rochoso que é, já que todos os planetas extrassolares até então encontrados eram gigantes gasosos! Como se houvesse tecnologia na época para detectar planetas menores. Esse foi um monumento ao ceticismo, exercido sem qualquer raciocínio e nem um pouco científico, um comportamento que jamais Sagan teria. 

Arca de Noé — E mesmo entre os homens da ciência de hoje e o Carl Sagan de décadas atrás também há um abismo. Ele não tinha medo de tecer especulações ousadas nem defender abertamente a existência de civilizações alienígenas. No capítulo 12 de Cosmos, intitulado Encyclopaedia Galactica, o astrônomo abordou a famosa Equação de Drake [Que estima a quantidade de planetas habitáveis no universo], falou longamente do Projeto SETI e fez conjecturas que, se conhecidas pela comunidade ufológica, espantariam muitos dos detratores que o astrônomo tem. Sobre civilizações alienígenas, por exemplo, Sagan afirmou: “Se houver uma somente um pouco atrás de nós – uns 10 mil anos, por exemplo –, ela não terá nenhuma tecnologia avançada. Mas se ela estiver somente um pouco a frente de nós – que estamos explorando o Sistema Solar –, seus representantes já deverão estar entre nós”. Após um anunciado desses, resta alguém que queira comparar Sagan com os fechados e empedernidos céticos de hoje? 

Outro de seus inúmeros livros também deve ser lembrado aqui. O Mundo Assombrado pelos Demônios [Companhia das Letras, 1996], que considera “a ciência como uma vela no escuro”, traz alertas absolutamente pertinentes quanto ao perigoso rumo que nosso mundo está tomando, com exagerado misticismo, crescente falta de senso crítico, e puro e simples fanatismo religioso. Nele, Sagan lembrou de fatos que são realidade ainda hoje. Como o de que, nos Estados Unidos, infelizmente, ainda exista gente disposta a acreditar que os dinossauros pereceram por não caber na Arca de Noé. Ou que ignore todas as provas astronômicas, astrofísicas, geológicas, biológicas e apresentadas por tantas outras disciplinas, de que o Sistema Solar tem 4,5 bilhões de anos. Ou que o universo tem mais de 13 bilhões de anos. Algumas pessoas preferem acreditar que, segundo cálculos de um obscuro estudioso da Bíblia, o mundo tem apenas poucos milhares de anos, e foi criado por Deus da mesma forma como descrito nas Escrituras. Essa é uma interpretação fundamentalista e obscurantista que não é defendida nem pelo Vaticano.
Sagan era cético quanto às abduções alienígenas
Imaginem se o sonho dos ufólogos – e o pesadelo dos céticos – se realizar e um fabuloso disco voador pousar nos jardins da Casa Branca, na frente do prédio das Nações Unidas ou ainda na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Infelizmente, é muito provável que veremos fanáticos religiosos dizerem que a aterrissagem “é coisa do demônio”. Tivemos exemplos muito próximos desse infeliz tipo de doutrina quando algumas pessoas criticaram, por exemplo, a edição UFO Especial 36, que teve o tema Alienígenas na Ficção Científica, porque um dos textos afirmou que o homem teria vindo do macaco. Os ataques comprovaram que tais críticos sequer leram o excelente artigo ali publicado sobre evolução e formação da vida [Evolução: Ficção e Realidade Juntas, de Átila Oliveira]. Lamentavelmente, mesmo na comunidade “ Qual seria a ufológica, existem pessoas que não aceitam o fato incontestável da evolução, preferindo acreditar nas teorias mais bizarras. 

Gurus espertalhões — Quanto ao fanatismo ou ufolatria, também já tivemos nossa cota de gurus espertalhões que, mesmo comprovadamente envolvidos em crimes e denunciados por suas fraudes, ainda mantêm seu lucrativo séqüito de seguidores. Para completar, infelizmente, sempre haverá no meio ufológico as tristes disputas de ego, como quando um caso já muito antigo e amplamente conhecido é revisado e revelado como falso, ou explicado como um fenômeno natural mal investigado na época. Esses são problemas crônicos da Ufologia que, talvez, sejam a causa principal de sua rejeição nos meios acadêmicos. Sim, Sagan, em O Mundo Assombrado pelos Demônios, é extremamente crítico quanto à pesquisa ufológica. Mas, em vez de simplesmente destratarmos o grande cientista, não deveríamos nos perguntar por que essa figura, de mentalidade tão aberta, nunca se mostrou mais favorável à Ufologia? Sagan tinha uma postura muito mais aberta às possibilidades do que certos famosos cientistas brasileiros atuais, alguns com espaço em programas de grande audiência na TV, inspirados descaradamente em Cosmos, mas chegam a cometer erros absolutamente lamentáveis – entre os quais o desprezo da Ufologia sem uma justificativa minimamente razoável. 

Em sua obra, no tocante às abduções, Sagan perguntava como poderia haver civilizações tão incrivelmente avançadas no universo, capazes de realizar viagens interestelares, mas que, ao mesmo tempo, seriam tão atrasadas em biologia, necessitando seqüestrar centenas ou milhares de seres humanos por ano para atingir seus objetivos? E questionava como poderiam ser tão incompetentes a ponto de não conseguirem eliminar essas experiências da memória de suas vítimas, numa alusão aos casos de missing time parciais, utilizados pelos ufólogos para pesquisa das abduções alienígenas. Estas são perguntas absolutamente válidas, mas não temos notícias de que algum ufólogo já as tenha respondido. 

Poeira na televisão — Quanto aos cientistas atuais e sua empedernida repulsa à Ufologia, numa atitude contraria à de Sagan, um deles merece ser comentado aqui. Trata-se do físico e astrônomo Marcelo Gleiser, o de maior sucesso atualmente, sendo destaque em diversas revistas nacionais recentes e que até estrelou uma série produzida para o programa Fantástico, o Poeira das Estrelas, nitidamente inspirada em Cosmos. No último capítulo da série, Gleiser desferiu um ataque cético à pesquisa ufológica, mas foi infeliz em seu conteúdo. No episódio final, exibido na noite de 05 de novembro – que mostrou uma concepção artística de uma das criaturas capturadas em Varginha, em 20 janeiro de 1996 –, Gleiser divulgou como fato consumado que ainda não houve confirmação da existência de civilizações alienígenas o fracasso, até o momento, das tentativas de comunicação com elas através de radiotelescópios, como o de Arecibo, em Porto Rico. 

O cientista alegou não haver evidências de vida extraterrestre por não se ter obtido uma resposta a um sinal emitido ao espaço em 16 de novembro de 1974. Como se os ETs só conhecessem este método de comunicação e tivessem alguma obrigatoriedade de atender aos nossos anseios. O referido sinal, chamado de Mensagem Interestelar de Arecibo, foi escrito por Carl Sagan e Frank Drake e pode ser conhecido no livro Cosmos, do primeiro. Trata-se de uma descrição pictográfica que contém a imagem do ser humano, do próprio radiotelescópio de Arecibo, dos constituintes essenciais do nosso tipo de vida e informações sobre o Sistema Solar. A mensagem foi enviada ao aglomerado globular M13 [Messier 13, na Constelação de Hércules], distante cerca de 25 mil anos-luz da Terra. São justamente estes números que tornam difícil entender como um astrônomo tão bem preparado como Gleiser poderia esperar que uma suposta civilização alienígena em M13 fosse captar o sinal de Arecibo, se ele, a contar de 1974, levaria 25 mil anos para chegar ao destino! E caso venha a ser respondido, outros 25 mil anos para retornar à Terra... 

A menos que uma nave alienígena, passando a uma distância muitíssimo menor da Terra, possa captar e decifrar a mensagem, e enviar uma resposta, certamente teremos que esperar muito tempo por ela. Como Marcelo Gleiser com certeza deve saber como funciona o universo e a dinâmica da velocidade da luz, talvez seja à esta possibilidade que ele se referiu no programa, o que equivale a dizer que vôos interestelares são possíveis, ou que é plenamente aceitável que a Terra esteja sendo visitada por outras civilizações. Por enquanto, aguardamos um pronunciamento mais claro do astrônomo, para que esclareça seu equívoco em Poeira nas Estrelas. Sagan teria sido bem mais preciso, como, aliás, foi em todas as suas obras. Ao contrário do que se pensa, Sagan tinha interesse por UFO há muito tempo. Pelo menos desde 1964, quando tratava do assunto com seu colega Jacques Vallée, famoso ufólogo francês radicado nos Estados Unidos. Mesmo muito cético quanto à idéia de se atribuir aos UFOs uma prova de estarmos recebendo visitas extraterrestres, considerava que a ciência deveria examiná- los a fundo, também em vista do grande interesse público pelo assunto. Em 1966, fez parte do comitê ad hoc que analisou o famoso Projeto Blue Book, da Força Aérea Norte-Americana (USAF), concluindo que o mesmo carecia de embasamento científico. Isso levou à implantação de outro programa oficial de investigações ufológicas, o Comitê Condon, da Universidade do Colorado, que ainda hoje é objeto de controvérsias por sua conclusão de que não havia nada anômalo nos relatórios sobre UFOs coletados pela USAF e analisados pelo Blue Book.
“Mole contra os ufólogos” — Em 1969, duranteo simpósio da Associação Americana para o Avanço da Ciência, ufólogos pioneiros, como James McDonald e J. Allen Hynek, debateram a existência de UFOs com céticos contumazes, como os astrônomos William Hartman e Donald Menzel. Sagan teve papel destacado na realização do evento, apesar das objeções de Edward Condon, que chefiou o comitê homônimo, que o acusava de ser “mole contra os ufólogos”. Condon queria que ele fosse mais crítico, mas Sagan manteve sua conduta científica. Ele considerava pouco provável que os UFOs tivessem algo de extraterrestre e chegou a estudar o funcionamento de correntes pseudo-religiosas envolvidas com Ufologia. Mas não se dedicou ao assunto por muito tempo. 

Falhas metodológicas — Se a Ufologia não conseguiu atrair uma pessoa como Carl Sagan – frisemos novamente, com mentalidade infinitamente mais aberta que muitos cientistas atuais, que contraditoriamente o reverenciam, mas não seguem seu exemplo – para seus domínios, aproveitando sua capacidade e projeção, isso é lamentável. Muitos de seus praticantes, antes de simplesmente adotarem a tática de atacar o grande divulgador científico, deveriam aprender com as falhas metodológicas da Ufologia e aprimorar a disciplina.
O próprio Hynek, quando tentou aproximar seu Center for UFO Studies [Centro para Estudos de UFO, CUFOS] da Mutual UFO Network [Rede Mútua de Pesquisas Ufológicas, MUFON], visando organizar um cadastro nacional de casos e avistamentos, foi combatido por outras organizações, que temiam perder “seus casos” para a coalizão que se formava. Mais uma vez o ego de alguns se sobrepôs ao esforço de muitos, em detrimento do progresso da Ufologia – infelizmente, algo muito comum também na Ufologia brasileira. Claro que disputas assim também existem no meio científico. Por exemplo, financiamentos e convites para importantes congressos e simpósios são disputados de maneira nem sempre ética, e muitas vezes a ciência é deixada de lado, em função de pesquisas mais lucrativas.
Sagan já foi capa de várias revistas conhecidas internacionalmente
O status quo individual dos cientistas conta muito. Mas felizmente, não é por isso que a ciência, como algo coletivo, deixa de avançar. Seus métodos, a experimentação e a busca por evidências e fatos concretos podem e devem ser utilizados também no âmbito da Ufologia. A própria MUFON utiliza uma metodologia criteriosa, formando especialistas em investigações de campo antes que eles comecem a atuar – e não apenas arregimenta associados para engrossar seus quadros. Os investigadores de campo, aliás, contam com manuais completos e detalhados para procederem a coleta de informações e evidências mais relevantes de cada caso. Isso é aplicar ciência à Ufologia. Evidentemente, como tudo no Brasil é muito mais difícil, diante das dificuldades em implementar projetos de livre iniciativa e fomentar a busca por conhecimentos, ainda engatinhamos nessa prática e enfrentamos a crônica falta de recursos e espaço na mídia. Seria fundamental elaborar um manual de conduta para os ufólogos, para reger sua atuação nas mais variadas situações. Por exemplo, se convidados para programas de audiência nacional, deveriam representar adequadamente o pensamento geral da Ufologia Brasileira. Deveríamos ao menos ter uma relação de casos de consenso, aqueles que devem ser citados pelas evidências contundentes que apresentam – apenas para citar dois exemplos, a Operação Prato, de 1977, e a Noite Oficial dos UFOs, de 1986. 

Demitido da Universidade de Harvard — Mas estamos longe disso, e portanto, voltemos à Sagan. Nascido em Nova York, em 09 de novembro de 1934, ele freqüentou a Universidade de Chicago, formando-se em física. Em 1960, obteve o título de doutor em astronomia e astrofísica. Trabalhou no Observatório Smithsonian, de 1962 a 1968, e foi professor da prestigiada Universidade de Harvard até o mesmo ano, sendo demitido por suas idéias ousadas, incômodas para a conservadora instituição. Sagan mudou-se então para a Universidade de Cornell, em Ithaca. Ali, liderou o Laboratório de Estudos Planetários e, de 1972 a 1981, foi diretor do Centro de Física de Rádio e Pesquisa do Espaço. Consultor da NASA desde os anos 1950, Sagan esteve envolvido em inúmeros projetos da agência espacial. Além de instruir os astronautas escalados para irem a Lua, participou da maioria das missões planetárias não tripuladas que eram realizadas. Trabalhou na Missão Mariner 9, de 1971, a primeira sonda a orbitar Marte, durante a qual foram conseguidas as primeiras evidências de que havia um clima “mais ameno” no Planeta Vermelho, com possibilidade da existência de água em sua superfície. Sagan participou da descoberta de que o maior cânion de Marte – muito maior que o Grand Canyon, nos EUA – foi quase com certeza escavado pela água corrente, e por isso foi batizado de Vallis Marineris. Foi ele quem concebeu a idéia de enviar mensagens em veículos despachados para o espaço profundo, que pudessem ser entendidas por eventuais extraterrestres – entre elas as placas instaladas nas sondas Pioneer 10 (1972), a primeira a visitar Júpiter, e Pioneer 11 (1973), a primeira a ir para Júpiter e Saturno. 

Bactérias marcianas — Carl Sagan teve participação decisiva também na Missão Viking, de 1976, que teve seus dois módulos pousando de forma segura em Marte, na primeira vez que tal feito foi obtido com sucesso. Movidos por geradores nucleares, os módulos de pouso das Viking 1 e 2 funcionaram por anos no planeta vizinho, consistindo numa iniciativa pioneira de busca sistemática por vida em outro planeta. Em Cosmos, o cientista comentou os resultados das experiências marcianas como “profundamente inconclusivos”, embora eles continuem sob férrea discussão na comunidade científica ainda hoje. Em agosto de 1996, já doente, Sagan falou que o anúncio da descoberta de possíveis fósseis de bactérias de Marte, encontradas no meteorito ALH 840001, que se chocou contra a Antártida, se confirmada, seria um dos marcos da ciência em todos os tempos.
Refinando a técnica de envio de mensagens através das naves Pioneer, elaborou com uma conceituada equipe o disco dourado com informações afixadas nas duas sondas, Voyager 1 e 2, lançadas com destino aos maiores planetas do Sistema Solar em 1977. O disco continha um manancial de informações sobre a espécie humana e a Terra. A história da elaboração dessa sofisticadíssima mensagem está relatada no livro Murmúrios da Terra [Francisco Alves Editora, 1978], outra peça essencial na biblioteca de qualquer ufólogo. Sons, imagens, músicas e muitos dados técnicos sobre nossa cultura, tecnologia e biologia compõem a extraordinária mensagem. Na obra, Sagan descreve uma situação inusitada. Na época de lançamento da mensagem nas Pioneer, houve protestos pelo fato de a mesma conter a imagem de um casal nu representando a espécie humana. Alguns alegaram que a NASA “estava enviando pornografia ao espaço”, e feministas acusaram a agência de machista, pois a mulher estaria em posição subalterna ao homem, que é mostrado com a mão erguida em sinal de saudação. Para tentar agradar a todos, na sonda seguinte, a Voyager, a mensagem levou o mesmo casal, mas agora é a mulher que saudava os aliens com a mão erguida.
Flutuadores e perfuradores — Realmente, mesmo na nação mais avançada da Terra, muitos ainda não compreendem as implicações da pesquisa espacial. Em outro interessante trecho de Murmúrios da Terra, Sagan comenta a adição de uma descrição de nosso DNA, base de construção de tudo que é vivo na Terra. O cientista admitiu, inclusive, que o mesmo modelo poderia servir para a vida extraterrestre, ou então que ela fosse algo totalmente diferente da nossa. “Os humanos ainda não sabem que todos são feitos de DNA”, comentou Sagan sobre nossa ignorância. Todas as figuras, músicas, sons e saudações, em vários idiomas, do disco dourado da Voyager estão listados no livro.Sagan também esteve envolvido com as sondas Mariner, com destaque para a Mariner 2, que comprovou as altas temperaturas de Vênus. Foi o primeiro a tecer teorias sobre um oceano abaixo da capa de gelo de Europa, uma das luas de Júpiter, fato confirmado pela missão Galileo, anos depois. Junto a um colega de Cornell, Edwin Ernest Salpeter, elaborou teorias sobre a vida nas nuvens de Júpiter, que seria composta por seres imaginários como flutuadores e perfuradores – que viveriam eternamente em suspensão na atmosfera jupiteriana e teriam até quilômetros de extensão. Sagan comentou e ilustrou esse trabalho no segundo capítulo de Cosmos, Uma Voz na Fuga Cósmica.
Em uma época em que a idéia de planetas extrassolares e vida alienígena eram ridicularizadas, Sagan já defendia as atividades do Projeto SETI, e finalmente conseguiu que a revista Science publicasse um texto sobre ele em 1982, enviando uma petição assinada por vários cientistas. Já nos anos 80 e 90, alertava para o fenômeno do aquecimento global, do qual bora cauteloso, Sagan emanava um inconfundível otimismo de que um dia chegaríamos às estrelas e encontraríamos outras raças. Ao contrário dos cientistas atuais, há mais de 20 anos Sagan já especulava como seria um contato com outras culturas cósmicas, teorizando sobre como estariam distribuídas no universo. Ele chegou a sugerir que, se uma civilização tivesse surgido um pouco antes da humanidade terrestre, num mundo a até 200 anos-luz de distância, mesmo a velocidades inferiores a da luz tal raça já poderia estar chegando à Terra. Mas por que ainda não vimos sinais dela? Onde os ufólogos estariam falhando? O astrônomo especulou até quanto à existência de uma possível “lei de não interferência” cósmica, que impediria que outras civilizações interferissem nas mais jovens e emergentes, como a nossa. Em Viajando no Espaço e no Tempo, oitavo capítulo de Cosmos, Sagan apresentou projetos de possíveis naves interestelares, como a Órion, movida por bombas nucleares, e a Daedalus, da Sociedade Interplanetária Britânica, além do projeto do Jato Espacial Bussard. 

Leonardo Da Vinci — Sagan afirmou que era importante que tais projetos fossem imaginados, mesmo que se revelassem tão diferentes das naves efetivamente construídas – como o projeto de helicóptero de Leonardo Da Vinci em relação aos atuais. No mesmo capítulo, mostrou vários sistemas solares hipotéticos, afirmando que já naquela época havia sinais, obtidos no estudo da estrela Barnard – distante 6 anos-luz da Terra –, de que a mesma era “puxada” por dois grandes planetas. Infelizmente, tais estudos não eram conclusivos, e mesmo atualmente não existem informações a respeito desse sistema. Novamente, Sagan mostrava-se infinitamente mais adiantado que seus colegas astrônomos, de antes e de agora, para os quais era “improvável” a existência de planetas extrassolares. Ainda quanto à Equação de Drake, Sagan postulou que as civilizações alienígenas passariam por uma difícil “infância tecnológica”, durante a qual teriam que vencer uma alta probabilidade de se autodestruírem. Esta é exatamente a fase que atravessamos hoje em nosso planeta. E no capítulo final de Cosmos, Quem Responde Pela Terra?, o cientista descreveu detalhadamente a infeliz situação da época em que reinava a Guerra Fria, com a franca possibilidade de um conflito nuclear devastador, e como os preconceitos e a busca desenfreada e imediatista de lucro poderiam ameaçar a existência da vida planetária. 

Junto à sua esposa Ann Druyan e várias personalidades, Sagan participou de inúmeros protestos contra a corrida armamentista, chegando inclusive a ser preso. Foi também um dos maiores críticos da Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI), do presidente Ronald Reagan, o chamado programa Guerra nas Estrelas. Incansável divulgador do papel da ciência e do conhecimento como ferramentas para combater a ignorância, o fanatismo e a estupidez, Carl Sagan escreveu várias outras obras, além das citadas, mas atingiu maior notoriedade junto ao público leigo quando lançou sua série de documentários para a TV, Cosmos. Agnóstico por toda a vida, em Contato [Companhia das Letras, 1997] o cientista tratou abertamente do confronto entre a fé e o saber, especulando sobre como seria a descoberta de uma forte evidência da existência de “algo mais” por trás da realidade. Isso é descrito de forma maravilhosa na obra.
Estática no cinema e na vida real — O interessante é que, tanto em Contato quanto no filme homônimo, estrelado por Jodie Foster [1997], os seletos terrestres escolhidos para uma hipotética viagem a outro planeta – no caso do filme, um mundo ao redor da estrela Vega, na Constelação do Cocheiro – são pressionados pelas autoridades a não revelar sua experiência a ninguém. Sagan estaria denunciando o acobertamento ufológico em seu livro? Isso se vê perfeitamente quando é revelado que a cientista Ellie Arroway, interpretada por Jodie, ao fazer sua viagem àquele mundo, teria gravado apenas algumas frações de segundo de estática com seu aparelho de bordo – quando, na verdade, gravara muitas horas de um conteúdo que as autoridades não pretendem revelar à população.Nick Sagan, filho de Carl, também incursiona pela trilha deixada pelo pai, mas tem inclinação à ficção científica, tendo escrito vários episódios da franquia Jornada nas Estrelas. No episódio Terra Prime, da quarta temporada da série Enterprise, a Estação Memorial Carl Sagan aparece em uma rápida tomada. Na realidade, é assim como passou a ser denominado o local, em Marte, onde repousa o robô Sojourner, para lá enviado em 1997.
Jodie Foster interpreta a viajante espacial Elle Arroway em Contato, filme baseado na obra de Sagan
Na série, o local foi adicionado ao cenário marciano por computação gráfica e uma placa em granito com o nome de Sagan é visível. O cientista ainda serviu como consultor na preparação do livro e do filme 2001, Uma Odisséia no Espaço [1968], dirigido por Stanley Kubrick. Também participou da petição em favor da exibição da série Jornada nas Estrelas pelas redes de TV norte-americanas. Existem ainda rumores acerca da participação de Carl Sagan em uma das formações do famigerado grupo de acobertamento ufológico Majestic 12, denunciado pelo físico nuclear canadense Stanton Friedman. Também conhecido apenas como MJ-12, o grupo controlaria todas informações sobre UFOs que circulariam nos Estados Unidos e possivelmente no mundo inteiro. Mas, como muitas das afirmações correntes no “universo conspiracionista” da Ufologia, esta também carece de fundamento.
Intercâmbio cultural com aliens — Enfim, Carl Sagan foi, sem a menor dúvida, uma das mentes mais brilhantes do final do século XX, talvez o maior divulgador científico de todos os tempos, além de pacifista e extraordinário pensador. Tinha ainda um raciocínio muito mais aberto que o da absoluta maioria dos cientistas que o sucederam, tratando ousadamente de temas tão distintos e polêmicos quanto o inverno após uma guerra nuclear, as possibilidades de vida extraterrestre, planetas extrassolares e como seria um intercâmbio cultural com uma civilização alienígena. Suas obras influenciam a ciência e a mídia até hoje, e seguramente seguirão fazendo isso por muitos anos ainda. Sagan também defendia ardorosamente o entendimento entre as nações e a pesquisa espacial, ao mesmo tempo que criticava a inutilidade da corrida armamentista. O cientista foi um grande crítico da Ufologia, é verdade, mas em suas obras finais – como Contato – ele se atreveu a fazer especulações inusitadas para um acadêmico, como acobertamento governamental aos UFOs e viagens mais velozes que a luz, por meio dos chamados buracos de minhoca [Wormholes]. Tudo isso nos faz pensar que sua morte precoce, em 20 de dezembro de 1996, nos privou de outras obras ainda mais fascinantes que ele produziria – além de comprovar que ele permanecia com a mente aberta para novas idéias. 

Sua crítica à Ufologia, em vez de estimular ataques ao seu trabalho, deveria servir de alerta aos ufólogos, de motivo de reflexão para todos nós. Especialmente quanto à nossa incapacidade de cooptar alguém tão notável para apoiar a causa ufológica. O pensamento desse grande cientista, principalmente quando denunciava o fanatismo, a ignorância e o extremismo de certos segmentos da Ufologia, precisa ser conservado e praticado. Sua luta pela ciência era a mesma que os ufólogos travam há décadas, buscando revelar a verdade sobre nossos visitantes, cuja presença talvez ainda não tenha se concretizado devido à ignorância e à estupidez tanto criticadas por ele. Em tempos plenos de barbarismo, fanatismo, gurus espertalhões, tentativas de cerceamento da livre manifestação e tantas outras mazelas, vale lembrar o que dizia Sagan: “Sabemos quem responde pelas nações, mas quem o faz pela espécie humana? Quem responde pela Terra?”
Autor: Renato A. Azevedo
Fonte: UFO 130

Base Subterrânea (1) Extraterrestre-Humana na Antártica revelada


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Um suboficial aposentado da Marinha dos EUA, declara que viu UFOs prateados e uma entrada para uma BASE SUBTERRÂNEA no POLO SUL operada por humanos e alienígenas na Antártica
Um engenheiro de vôo da Marinha dos EUA VIU discos voadores (UFOs) prateados se deslocando nos céus da Antártica e uma grande ENTRADA (literalmente um grande buraco) de acesso a uma BASE SUBTERRÂNEA existente na Antártica e ocupada em colaboração por ETs e seres humanos. 
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Engenheiro de voo, um suboficial aposentado da Marinha dos EUA, declara que viu UFOs prateados e a entrada para uma BASE SUBTERRÂNEA operada por humanos/alienígenas na Antártica
© 2015 by Linda Moulton Howe

“As conversas entre as tripulações de voo dos aviões era de que existe uma base UFO no Pólo Sul e alguns membros da tripulação ouviram falar de alguns dos cientistas que trabalham no Pólo Sul com os EBEs (Extraterrestrial Biological Entity), extraterrestres trabalham e interagem com os cientistas humanos naquela Base/área experimental com um grande buraco no gelo”. – Declaração de “Brian”, um engenheiro de vôo aposentado da marinha dos EUA(US Navy)

Dia 30 de janeiro de 2015 Albuquerque, Novo México, por Linda Moulton Howe:
Em 02 de janeiro de 2015, recebi o e-mail abaixo relacionado de um suboficial da Marinha dos EUA, um engenheiro de vôo de primeira classe, que me pediu para só chamá-lo pelo pseudônimo de “Brian”. Suas estranhas experiências em aviões de carga e salvamento na Antártida aconteceram no período entre os anos de 1983-1997 (durante 14 anos) e incluíram várias observações de voos de discos (UFOs, espaçonaves alienígenas, extraterrestres) voadores prateados se deslocando rapidamente ao redor e sobre as grandes montanhas Trans Antárticas.
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“Este é o acampamento em Marie Byrd Land onde todos os cientistas desapareceram por cerca de três semanas. E quando finalmente os retiramos da base, a expressão nos “seus rostos parecia ser de quem estava muito assustado.” Imagem cedida por Brian.
Ele e sua equipe de voo também viu um grande buraco no gelo situado a apenas cerca de 5 milhas ( 8 km) do Pólo Sul geográfico (círculo rosa no mapa), que é uma zona de exclusão aérea total (proibido o sobrevoo de aeronaves sobre o local), ali deveria ser um No Fly Zone. Mas durante uma situação de emergência de evacuação aeromédica, eles entraram na área No Fly Zone e viram o que eles não deveriam ter VISTO: uma suposta entrada de uma base subterrânea de pesquisa em ciências humanas e ET criado sob o gelo.
Em seguida, em um acampamento  científico perto da região de Marie Byrd Land, algumas dezenas de cientistas desapareceram por duas semanas e quando reapareceram a tripulação de voo de Brian é que foi incumbida de seu resgate e quando ele aconteceu, se percebeu que eles não falavam e “seus rostos mostravam expressão de estarem bastante assustados.”
Brian e sua tripulação recebeu várias encomendas em momentos diferentes para não falarem e lhes foi severamente dito que eles não viram o que eles VIRAM. Mas ele nunca foi convidado a assinar uma declaração de não-divulgação oficial. Portanto, agora que ele está aposentado, ele decidiu compartilhar o que ele VIU e experimentou, porque ele agora sabe que seres não-humanos (alienígenas extraterrestres) estão trabalhando neste planeta conjuntamente com a nossa espécie na Antártica.
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Locais identificados na Antárctica pelo engenheiro naval aposentado da Marinha dos EUA, Brian.CLIQUE AQUI PARA UM MAPA MAIOR
Para: [e-mail protected] – Assunto: Antárctica UFO-BASE-Data: 02 de janeiro de 2015:
Oi Linda
Eu sou um engenheiro de vôo de aeronave Lockheed Hercules FLC130 e aposentado pela Marinha dos EUA (United States Navy), que se retirou da ativa em 1997 após 20 anos de serviço. Eu tinha vontade de escrever para você já há um longo tempo sobre a minha experiência no continente da Antárctica com veículos (UFOs) voadores dos quais me foi dito para que não falasse a respeito com ninguém. Eu servi parte de meus 20 anos na Marinha com um esquadrão chamado Antarctic Development Squadron Six   (VXE-6), como também era conhecido.
Eu servi com este esquadrão desde 1983 até eu me aposentar em março de 1997. Sendo um engenheiro de vôo e com mais de 4.000 horas de voo em serviço, em que testemunhei coisas que a maioria das pessoas nem sequer imaginariam existir no continente da Antárctica. A terra lá parece mais estranha do que o habitual. Nossa implantação para esta terra gelada começava no final de setembro e terminava no final de fevereiro de cada ano, até o Esquadrão ser desmantelado em 1999. Esta época do ano (setembro a fevereiro) era a temporada de verão na Antárctica, quando a maior parte do tempo fazia um clima mais quente e tínhamos 24 horas de luz do dia.
 As imagens que se seguem foram tiradas no Continente Antártico, onde aparecem estranhas e inéditas aberturas nas montanhas rochosas antes cobertas de neve. Não se tem a certeza se essas aberturas ou entradas para o subterrâneo são naturais, ou se foram feitas artificialmente. 
Durante o meu tempo de serviço no esquadrão eu voei para quase todas as partes do continente antártico, incluindo o Pólo Sul, por mais de 300 vezes. A Estação McMurdo, que fica à distância de 3,5 horas de vôo da estação no Pólo Sul era o ponto de operação do esquadrão durante nossas implantações anuais. Entre estas duas estações de “estudo” existe uma enorme cadeia de montanhas chamada de Trans Antárctica. Com o que chamamos Limpar intempéries de McMurdo ao Pólo Sul são visíveis a partir das altitudes que a aeronave voou cerca de 25.000 a 35.000 pés de o Trans Antártica.
Em vários voos de e para o pólo sul nossa tripulação viu veículos aéreos dardejando em torno do topo das montanhas Trans Antárctica quase sempre e exatamente no mesmo lugar toda vez que por ali voávamos e então nós os víamos. Isso é muito incomum para o tráfego aéreo normal por lá devido ao fato de que as únicas aeronaves voando no continente Antárctico eram os nossos aviões Lockheed Hercules FLC130 do esquadrão. Todas as aeronaves sabiam onde os outros aviões estavam voando por causa dos horários de vôos a serem seguidos.
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A Insígnea do esquadrão de Brian, o Antarctic Development Squadron Six — VXE-6, ou ANTARCTIC DEVRON SIX
Outra questão única, com a estação do Pólo Sul é que o nosso avião não tinha permissão para voar sobre uma determinada área com cinco milhas (cerca de oito quilômetros) designada a partir da estação. O motivo declarado era por causa de um campo de amostragem de ar nessa área. Isso não fazia nenhum sentido para qualquer um de nós na equipe de voo, porque em 2 ocasiões diferentes, tivemos de voar sobre esta área. Uma vez, devido a uma evacuação médica do acampamento australiano chamado de Davis Camp.
Ele ficava do lado oposto do continente e tivemos que reabastecer no Pólo Sul em uma rota de voo direta para este acampamento Davis que passava diretamente sobre a estação de amostragem de ar. A única coisa que vimos passando por cima deste acampamento no Polo Sul foi um grande buraco ali existente para o interior do gelo. (A abertura era tão grande que) Você poderia voar com um de nossos aviões LC130 diretamente para dentro desta coisa.
Foi depois dessa missão de resgate médico que nós fomos informados por alguns agentes de aparência assustadora (agentes de inteligência eu presumi) chegados de Washington DC para que não falássemos sobre o que vimos da área que sobrevoamos. A outra vez que chegamos muito perto da área “The Air Sampling Camp” no Polo Sul tivemos falhas elétricas no avião e de navegação e nos foi dito para que nos afastásemos imediatamente da área e nos reportássemos ao nosso comandante do esquadrão quando voltamos para a Base McMurdo.
É desnecessário dizer que o nosso piloto (Aircraft Commander) sofreu uma severa repreensão e nossa equipe não foi designada para voar ao Pólo Sul durante mais de um mês. Houve muitas outras ocasiões em que vimos coisas que estavam fora do comum. Um acampamento periférico existente perto de Marie Byrd Land, onde deixamos alguns cientistas e seus equipamentos, ficou fora de comunicação com a Base McMurdo durante 2 semanas. 
Nossa equipe voou de volta para o acampamento para descobrir se os cientistas estavam bem. Nós não encontramos ninguém na base e nenhum sinal de que qualquer coisa errada tivesse acontecido. O rádio estava funcionando bem, pois chamávamos a Base McMurdo para verificar o seu funcionamento adequado. Saímos do acampamento e voamos de volta para McMurdo como ordenado pelo nosso CO.
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Um avião Lockheed Hercules LC-130F e sua tripulação, equipamento usado pelo Esquadrão VXE-6 na Estação Amundsen-Scott dos EUA no Pólo Sul . Imagem cedida por Brian.
Uma semana mais tarde, os cientistas voltaram (não se sabe onde estiveram) para o acampamento e chamaram por rádio a Base McMurdo pedindo para uma aeronave ir buscá-los. A nossa equipe foi designada para voltar lá e ir buscá-los, uma vez que nós os havíamos levados ao acampamento e conhecíamos o terreno e sua localização.
Durante o voo de resgate nenhum dos cientistas se comunicou com nenhum dos tripulantes no avião e todos me pareceram estar muito assustados. Assim que desembarcaram de volta na Base em McMurdo, eles (os cientistas) foram colocados em outra de nossas aeronaves do esquadrão e foram levados de avião para Christchurch na Nova Zelândia. 
Nós nunca mais ouvimos falar deles novamente. Seu equipamento que trouxemos de volta para McMurdo da base em que eles desapareceram por duas semanas foi colocado em quarentena e enviado de volta para os Estados Unidos escoltado pelos mesmos agentes “fantasmas” que nos interrogaram sobre o nosso sobrevoo sobre o acampamento da área “The Air Sampling Camp” no Polo Sul, onde vimos o grande buraco no gelo.
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“Brian” segurando a bandeira dos Estados Unidos ao lado do poste de metal com topo amarelo que marca o local exato do pólo sul geográfico. Imagem cedida por Brian.
Eu poderia continuar contando sobre mais coisas e situações que observei durante a minha turnê com o Esquadrão VXE-6. As discussões entre as tripulações de voo era de que existe uma Base Subterrânea de UFOs no Pólo Sul e parte da minha tripulação ouviu conversas de alguns cientistas que trabalham nessa Base do Pólo Sul de EBEs (Extraterrestrial Biological Entity) que trabalhavam e interagiam com os cientistas do acampamento da área “The Air Sampling Camp” no Polo Sul, onde esta o grande buraco no gelo.
[Nota do Editor: Antarctic Development Squadron Six — VXE-6, ou ANTARCTIC DEVRON SIX – foi um esquadrão da Marinha dos EUA designado como United States Navy Air Test and Evaluation Squadron com based na Estação Aérea Naval Point Mugu, na Califórnia, com bases operacionais em Christchurch, Nova Zelândia e na Estação McMurdo, na Antárctica. A missão do esquadrão era fornecer apoio da aviação para a Operação Deep Freeze, um componente operacional do Programa Antártico dos Estados Unidos.]
Brian, hoje com 59 anos, formou-se uma faculdade em Iowa com um grau de associado em tecnologia de manutenção de aeronaves e um certificado de aviação. Em 1977, alistou-se na Marinha dos EUA e serviu por 20 anos até sua aposentadoria em 1997. Ele forneceu ao nosso site (Earthfiles) seus documentos DD-214 e outros certificados de serviço, incluindo esta Medalha de Serviço Antártico dada a ele em 20 de novembro de 1984.
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Medalha de Serviço Antártico recebida por Brian em 20 de novembro de 1984 em reconhecimento aos serviços prestados à marinha dos EUA.
Um dia ensolarado em Dezembro de 1995, Brian e sua tripulação de voo do Hércules C-130 estavam em uma missão desde a Estação McMurdo para o Pólo Sul. Eles estavam voando sobre as montanhas Trans Antárticas próximos à geleira Beardmore quando todos eles viram discos (UFOs) prateados brilhantes voando rapidamente e parando várias vezes ao redor dos picos das montanhas, mas nunca passando por cima da própria geleira…